Icon Aviation terá novo hangar em Brasília

Espaço possui o dobro da área da instalação anterior e conta com 75% da capacidade já negociada

A Icon Aviation vai inaugurar seu novo hangar no Aeroporto Internacional de Brasília. O hangar compreende área total de 7.420 m² e substitui os antigos 3.534m², no mesmo aeroporto. Entre os diferenciais do espaço estão sala VIP de 242 m², ambientes privativos, dormitórios para tripulantes e salas de reuniões e eventos, além de atendimento exclusivo aos clientes da empresa.

 

A operação do novo hangar em Brasília, que se torna o décimo segundo da empresa no país, inicia com cerca de 75% de sua capacidade ocupada, depois de firmados 15 novos contratos antes mesmo da inauguração, caracterizando um aumento de 100% no número de serviços de hangaragem.

 

O atendimento no aeroporto deve aumentar em 50% já no início das operações, com expectativa de chegar a 100% em curto prazo. A empresa sob controle do herdeiro do grupo Casas Bahia, Michael Klein, possui uma das maiores estruturas dedicadas a aviação de negócios no país. Além de uma série de hangares, a empresa possui uma ampla frota de aeronaves, realizando serviços de fretamento, gerenciamento, venda e aquisição de aeronaves, hangaragem, atendimento de pista e propriedade compartilhada.

 

Centro-Oeste é atrativo e estratégico

No Brasil, segundo dados divulgados em maio deste ano pela Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), são 15.406 aeronaves – as que fazem voos comerciais estão excluídas dessa conta. São 11.204 convencionais, 2.083 helicópteros, 1.278 turboélices e 756 jatos.

 

Os últimos anos não registraram o crescimento ocorrido nos anos anteriores à crise econômica, em 2014, quando o aumento anual da frota era de 7%. Mas, mesmo que de forma comedida, a retomada do segmento mostra as pessoas continuam dispostas a utilizar o serviço, que tem variados preços.

 

Na opinião do diretor-geral da ABAG, Flávio Pires, a aviação de negócios, novo termo para a que antes era chamada de executiva, vai sofrer as pressões das crises econômicas, mas conseguirá se reajustar porque é necessária para um país tão grande como o Brasil.

 

“A aviação de negócios acompanha o crescimento econômico. Se uma cresce, o outro também aumenta. E é um dinheiro inteligente, que vai onde tem mais gente gastando. Ele não fica parado em um só Estado para sempre. Onde tem dinheiro, ele vai para lá”, afirma.

 

Flávio aponta que a Região Centro-Oeste é, atualmente, um chamariz para o setor já que é extensa e deficiente na cobertura da aviação convencional, além de contar com muitas empresas de grande porte. Dentro da região, Brasília tem uma localização privilegiada já que consegue auxiliar todos que precisarem se deslocar pelos quatro cantos do país.

 

FONTES: Aerobusiness e Jornal de Brasília Foto: Rayra Paiva Franco/Jornal de Brasília.

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