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Secretaria de Aviação Civil  se reúne com entidades e associações para debater a aviação geral que o país deseja para os próximos anos

O setor pode apresentar ao secretário as principais demandas e necessidades em relação à infraestrutura, segurança operacional, formação, navegação aérea e outros. Debate visa a elaboração de um documento de referência que servirá para balizar as políticas públicas para o setor para os próximos 20 anos.

 

Na sexta-feira passada (13.07), as principais entidades e associações de aviação geral estiveram reunidas em São Paulo para apresentar ao Secretário de Aviação Civil, Dario Lopes (foto ao lado), as mais importantes demandas e dificuldades do segmento. O encontro, organizado pela ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), é o segundo e faz parte de um trabalho mais amplo, cujo objetivo é construir uma proposta estratégica, não só operacional, para o país. Em outras palavras, definir a aviação que o Brasil quer para as próximas décadas, e está sendo feito a partir de uma vontade vinda da própria Secretaria de Aviação Civil (SAC).

 

Dario Lopes ouviu as colocações dos participantes a respeito de estrutura aeroportuária, formação e capacitação de mão de obra, novos modelos de negócios, incluindo propriedade compartilhada, entre outros, e prometeu fechar uma agenda de trabalho até o próximo dia 16 de agosto, quando acontece mais uma reunião deste mesmo grupo. Desta vez, o encontro será durante a LABACE (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), que acontece entre os dias 14, 15 e 16 de agosto, no  Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e será a primeira reunião do Grupo de Trabalho Permanente. “Vamos dar início a isso no próximo dia 16 de agosto e repensar a aviação que queremos no futuro não é um compromisso de governo, mas sim um compromisso de Estado”, reforçou Lopes.

 

Participaram também da reunião, em nome da Secretaria de Aviação Civil, Leandro Rodrigues e Silva, Coordenador-Geral de Planejamento e Estudos Aeroportuários, Antonio Marcos Ferreira de Oliveira, Coordenador-Geral de Planejamento e Navegação Aérea Civil, Fabiana Todesco, diretora do Departamento de Planejamento e Gestão Aeroportuária e Gustavo Pacheco Fostes Fleury, Gerente de Projeto do Departamento de Política de Serviços Aéreos.

 

“Nas últimas semanas, avançamos na elaboração  dos aspectos que mais impactam a aviação geral no país, como a política de combustíveis, o financiamento para o setor, a segurança operacional, entre outros, e pudemos levar tudo isso ao Secretário de Aviação Civil em um momento único na história”, disse Flavio Pires, diretor geral da ABAG. Para ele, este é o momento de olhar o que queremos da aviação geral brasileira e levar estes pontos (formação e capacitação de profissionais, infraestrutura aeroportuária, Sistema de Navegação Aérea, ambiente de regulação e fiscalização, novos modelos de negócios, segurança operacional, política de combustíveis, financiamentos para o setor, logística e insumos, meio ambiente) e contribuir para que o futuro da aviação geral seja diferente.

U.S. Department of Transportation Announces $659.8 Million in Infrastructure Grants to 390 Airports in 47 States

WASHINGTON – U.S. Department of Transportation Secretary Elaine L. Chao today announced the Federal Aviation Administration (FAA) will award $659.8 million in airport infrastructure grants, as part of $3.18 billion in Airport Improvement Program (AIP) funding for airports across the United States.

 

This second increment of funding provides 450 grants that will fund 664 infrastructure projects including runways, taxiways, aprons, terminals, aircraft rescue and firefighting vehicles, and snow removal equipment.

 

“Our airports are essential in supporting $1.6 trillion in total economic activity and nearly 11 million jobs; these federal grants will help our airports to maintain safety and improve efficiency for freight and passengers,” said Secretary Chao.

 

U.S. infrastructure, especially its 3,323 airports and 5,000 paved runways, increases the country’s competitiveness and improves the traveling public’s quality of life. According to the FAA’s most recent economic analysis, U.S. civil aviation accounts for $1.6 trillion in total economic activity and supports nearly 11 million jobs. Under the Secretary’s leadership, the Department is delivering AIP investments to strengthen the safety and efficiency of America’s airports.

 

Airports receive AIP entitlement funding each year based on activity levels and project needs. If their capital project needs exceed their available entitlement funds, the FAA can supplement their entitlements with discretionary funding. These funds are made available from the Airport and Airway Trust Fund. These grant awards do not include any funds from the $1 billion supplemental funding appropriated under the Consolidated Appropriations Act, 2018, the availability of which was recently announced in the Federal Register.

 

Among the grant awards announced are:

 

University of Illinois–Willard Airport in Champaign/Urbana, IL, $3 million – funds will be used to repair the airport taxiways A5 and A6.

 

Johnson County Executive Airport in Olathe, KS, $5.6 million – the airport will use grant funds to repair Runway 18/36.

 

Lafayette Regional Airport in Lafayette, LA, $11.8 million – the grant will fund the second phase of a five-phase terminal project.

 

Lake Charles Regional Airport in Lake Charles, LA, $3.9 million – the airport will use the grant to improve the runway drainage system and to mitigate wildlife hazards.

 

Duluth International Airport in Duluth, MN, $8.6 million – the grant will fund the repair of the pavement for Runway 9/27.

 

Grand Rapids/Itasca County Airport in Grand Rapids, MN $1.1 million – the grant will fund the repair of the general aviation apron.

 

Minneapolis St. Paul International Airport in Minneapolis, MN, $5.8 million – the airport will use the grant to replace existing Taxiway S pavement and install runway lighting and sensors.

 

St. Louis Lambert International Airport in St. Louis, MO, $10.2 million – funds will help with repairing Runway 12L/30R and the associated lighting system for the runway.

 

Hillsboro Municipal Airport in Hillsboro, ND, $1.6 million – the airport will use grant funds to repair the taxiway and expand the general aviation apron where the aircraft park.

 

Sloulin Field International Airport in Williston, ND, $14.2 million – grant funds will help with the fifth phase of a project to construct a new airport.

 

Laredo International Airport in Laredo, TX, $3.6 million – the airport will use the funds to repair the apron.

 

Robert Gray Army Airfield in Killeen, TX, $6.2 million – funds will be used to replace four passenger-boarding bridges at the terminal building.

 

Ronald Reagan Washington National Airport in Arlington, VA, $11.5 million – grants funds will be used to construct a deicing pad for aircraft and repair an apron.

 

Washington Dulles International Airport in Dulles, VA, $6.1 million – the airport will use the funds to repair Taxiway B.

 

Click here for a complete listing of grants.

1 - Boeing e Embraer anunciam criação de nova empresa avaliada em US$ 4,75 bilhões

Fabricante norte-americana de aeronaves deve pagar US$ 3,8 bilhões pelos 80% do novo negócio, que reúne toda a aviação comercial da Embraer; brasileira deterá os 20% restantes.

 

A Boeing e a Embraer anunciaram nesta quinta-feira (5) que assinaram um acordo para formar uma joint venture (nova empresa) na área de aviação comercial da companhia brasileira, avaliada em US$ 4,75 bilhões. Nos termos do acordo, a fabricante norte-americana de aeronaves deterá 80% do novo negócio e a Embraer, os 20% restantes.

 

ENTENDA por que as gigantes da aviação estão unindo forças

As operações e serviços de aviação comercial da Embraer foram avaliados em US$ 4,75 bilhões. A Boeing deve pagar US$ 3,8 bilhões pelos 80% de propriedade na joint venture.

 

Joint venture é uma empresa criada a partir dos recursos de duas companhias que se unem e dividem seus resultados (lucros e prejuízos).

 

A parceria deve entrar nos resultados da Boeing por ação no início de 2020 e deve gerar uma sinergia anual de custos estimada em cerca de US$ 150 milhões, sem considerar impostos, até o 3º ano.

 

"O acordo não-vinculante propõe a formação de uma joint venture que contempla os negócios e serviços de aviação comercial da Embraer, estrategicamente alinhada com as operações de desenvolvimento comercial, produção, marketing e serviços de suporte da Boeing", dizem as empresas em comunicado.

 

Segundo as companhias, uma vez consumada a transação, a joint venture na aviação comercial será liderada por uma equipe de executivos sediada no Brasil, incluindo um presidente e CEO. A Boeing terá o controle operacional e de gestão da nova empresa, que responderá diretamente a Muilenburg.

 

Aviação militar e executiva

À Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Embraer esclareceu por comunicado que as demais divisões da companhia, incluindo defesa e jatos executivos, não serão separadas para nova sociedade e seguirão sendo desenvolvidas pela Embraer.

 

Negócio na área de defesa

Além da joint venture, as empresas também irão criar outro negócio para novos mercados e aplicações para produtos e serviços de defesa, em especial o avião multimissão KC-390, a partir de oportunidades identificadas em conjunto.

 

“Os investimentos conjuntos na comercialização global do KC-390, assim como uma série de acordos específicos nas áreas de engenharia, pesquisa e desenvolvimento e cadeia de suprimentos, ampliarão os benefícios mútuos e aumentarão ainda mais a competitividade da Boeing e da Embraer”, disse em comunicado o vice-presidente executivo Financeiro e de Relações com Investidores da Embraer, Nelson Salgado.

Veja aqui os números das empresas

 

FONTE: G1 por Taís Laporta

2 - Embraer e Boeing anunciam acordo para criar nova empresa de aviação comercial

Boeing será majoritária na companhia que será criada a partir da área de aviação comercial da Embraer. O valor atribuído à nova joint venture é de US$ 4,75 bilhões; Boeing deve pagar US$ 3,8 bilhões à Embraer.

 

A Embraer divulgou na manhã de quinta-feira, 5, o memorando de entendimentos firmado com a Boeing no qual estabelecem as premissas para a combinação de negócios no segmento de aviação comercial. O memorando, de caráter preliminar e não vinculante, conta com aprovação do conselho de administração da companhia. O valor atribuído ao novo negócio de aviação comercial é de US$ 4,75 bilhões.

 

No comunicado, a empresa explica que a operação compreenderá a criação de uma joint venture na qual a Embraer terá 20% e a Boeing 80%, que passará a desenvolver os negócios de aviação comercial atualmente desenvolvidos pela fabricante de aviões brasileira. Pelo acordo, a Boeing irá pagar US$ 3,8 bilhões à Embraer.

 

Os negócios referentes a defesa & segurança e a jatos executivos, dentre outros, não serão segregados para a nova sociedade e permanecerão sendo desenvolvidos pela Embraer.

 

+ Governo condicionará aval à parceria entre Boeing e Embraer à preservação de empregos

Defesa. Além da criação de uma nova sociedade na aviação comercial, Embraer e Boeing terão parceria na área de defesa. O conselho de administração da Embraer aprovou a criação de outra joint venture com a empresa norte-americana para promoção e desenvolvimento de novos mercados e aplicações para produtos e serviços de defesa, em especial o KC-390.

 

“Os investimentos conjuntos na comercialização global do KC-390, assim como uma série de acordos específicos nas áreas de engenharia, pesquisa e desenvolvimento e cadeia de suprimentos, ampliarão os benefícios mútuos e aumentarão ainda mais a competitividade da Boeing e da Embraer”, diz o vice-presidente executivo Financeiro e de Relações com Investidores da Embraer, Nelson Salgado, por meio de comunicado ao mercado divulgado após o fato relevante sobre a nova sociedade no segmento comercial. O negócio de jatos executivos e a área Defesa e Segurança permanecem sendo desenvolvido pela Embraer.

 

+ Governo quer manter 'soberania' em acordo entre Boeing e Embraer

Golden share. A Embraer informou que mesmo após o acordo de joint venture com a Boeing a União permanecerá com os direitos decorrentes da ação especial (Golden share). A fabricante de aviões brasileira afirmou também que consultará governo brasileiro após consenso com Boeing sobre documentos definitivos.

 

A informação de que as empresas teriam chegado a um consenso e detalhes do acordo seriam divulgados ainda hoje foi antecipada pela colunista Sonia Racy, do jornal O Estado de S.Paulo.

Segundo a fabricante de aviões brasileira, a nova sociedade será uma companhia fechada com operações e sede no Brasil. Com a implementação da operação, "a Embraer permanecerá uma companhia aberta brasileira, registrada na categoria A, e com ações listadas no segmento especial do Novo Mercado da B3", acrescentou a empresa.

 

Agora tem início as tratativas sobre documentos definitivos da operação, que deverão regular de forma vinculante, inclusive, a estrutura e os termos financeiros da operação. Firmado consenso nessa questão, a Embraer consultará o governo brasileiro e as partes submeterão a operação às aprovações necessárias à sua implementação. "Dessa forma, não é possível, neste momento, garantir a efetiva assinatura dos contratos definitivos e consumação da operação", ressalva a Embraer.

 

Nova sociedade. A nova sociedade, controlada pela Boeing, será administrada por uma diretoria e um conselho de administração. A Embraer, por sua vez, terá direitos a governança e de veto em determinadas matérias, observados termos e condições a serem estabelecidos nos documentos definitivos.

 

A joint venture terá uma política anti-diluição e de dividendos e as duas empresas não poderão dispor de suas respectivas ações de emissão da nova sociedade pelo prazo de 10 anos (período de lock-up) a contar do fechamento da operação.

 

Aliado a isso, os documentos definitivos deverão prever demais regras para a transferência de ações, incluindo os direitos de primeira oferta, de venda conjunta (tag along) e o direito de obrigar a venda conjunta (drag-along), em termos usuais para operações deste tipo, e respeitado o período de lock-up. A Embraer terá o direito, em determinadas circunstâncias, de vender sua participação na nova sociedade para a Boeing.

 

FONTE: O Estado de S.Paulo por Fabiana Holtz  /  Foto: Sergio Castro/Estadão

CISCEA participa de reuniões na EUROCONTROL

Acordos trazem maior precisão no planejamento de pessoal operacional e aumento na produtividade operacional de todo o sistema de gerenciamento do tráfego aéreo nacional e internacional

 

Com o objetivo de tratar dos avanços relativos ao acordo de cooperação entre o Brasil e a União Europeia na área de tráfego aéreo, a Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA) participou de reuniões com a Organização Europeia para a Segurança da Navegação Aérea – Bélgica (EUROCONTROL) e com o Centro de Controle de Área Superior de Maastrich – Holanda (MUAC), no período de 11 a 15 de junho.

 

O Coronel Aviador José Augusto Peçanha Camilo, chefe da Divisão Operacional da CISCEA e gerente do programa DECEA-EUROCONTROL, representou a Comissão na delegação do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, formada pelos seguintes militares: Coronel Aviador James Souza Short, chefe da Divisão de Planejamento do DECEA e coordenador do Programa DECEA-EUROCONTROL; o Coronel Aviador Marcos Kentaro Adachi, comandante do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (CINDACTA II); Major Aviador Deoclides Fernandes Barbosa Vieira, chefe do Escritório Brasileiro de Ligação para a Segurança da Navegação Aérea junto à EUROCONTROL (EBL-SNAER); Tenente Especialista em Controle de Tráfego Aéreo Joaquim Tavares Lobo Junior, chefe da Subseção de Capacidade de Setor de Espaço Aéreo do Centro de Gerenciamento e Navegação Aérea (CGNA).

 

Representado por sua delegação, o DECEA deu prosseguimento ao trabalho desenvolvido por conta dos acordos Rostering, Philosophies and Tools Agreement (LTMPPS - Long Term ManPower Planning System) e Mutual Cooperation in the Field of Air Navigation, contemplados sob o Programa de Cooperação DECEA-EUROCONTROL assinado em 2015, partindo para tomadas de decisões gerenciais que nortearão a implementação de fato do Programa.

 

Tais acordos trarão maior precisão no planejamento de pessoal operacional e trará um aumento na produtividade operacional de todo o sistema de Gerenciamento do Tráfego Aéreo nacional e internacional. “Este sistema trará grande impacto para o planejamento de pessoal operacional do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB)”, afirmou o chefe da Divisão de Planejamento do DECEA, Coronel Short.

 

Com base em seus objetivos estratégicos estabelecidos no PCA 351-3/2012, Plano de Implementação ATM Nacional (ATM – Gerenciamento do Tráfego Aéreo, do inglês Air Traffic Management), e, visando promover a política de gerenciamento cooperativo internacional de tráfego aéreo entre a América do Sul e a Europa, o DECEA identificou há alguns anos que a EUROCONTROL, órgão central das atividades de controle do espaço aéreo europeu, entidade supranacional da União Europeia e sem fins lucrativos, possuía todos os atributos cooperativos para a execução dos objetivos abordados.

 

A EUROCONTROL conta com vários centros de excelência das mais diversas áreas do controle do espaço aéreo, além liderar projetos no estado da arte com os representantes de seus países-membros e, também, com os não europeus, uma vez que busca permanentemente a integração da Política Estratégica para o Gerenciamento Global do Tráfego Aéreo (Global ATM) com os demais continentes.

 

No MUAC, órgão de controle responsável por uma das áreas com tráfego áereo mais movimentado na Europa, a delegação delineou a sequência de trabalho sobre o LTMPPS. Em resumo, é um Sistema de Planejamento de Recursos de Longo Prazo, sendo resultado chave e integral de um bom plano de capacidade, projetado para antecipar a demanda futura de tráfego e mudanças em infraestrutura ou grandes eventos.

 

Segundo os representantes daquele Centro, através da previsibilidade é possível alocar somente a mão de obra necessária para demanda requerida, aumentando assim a produtividade. Para eles, o que se percebe através da produtividade e utilização correta dos recursos humanos é que os recursos humanos são suficientes e podem ser administrados de forma mais eficiente. O ganho não é apenas na produtividade, mas também na qualidade de vida do controlador de tráfego aéreo (ATCO, do inglês Air Traffic Controller).

 

A previsão é que isso resulte em maior precisão no planejamento de pessoal operacional, bem como aumento significativo na produtividade de todo o sistema de Gerenciamento do Tráfego Aéreo. “Este sistema trará grande impacto para o planejamento de pessoal operacional do SISCEAB”, afirmou o chefe da Divisão de Planejamento do DECEA e coordenador do Programa, Coronel Short.

 

Sede da fase de implementação do projeto LTMPPS, o CINDACTA II, segundo o Coronel Adachi, já está com o ambiente preparado. “Alguns testes já foram feitos e os resultados se mostraram muito satisfatórios”, disse o comandante.

 

Em Maastricht, a delegação se reuniu com o diretor do MUAC, John Santurbano, os gerentes do Projeto Total ATM da EUROCONTROL, Flemming Nyrup e Robin Hickson. Já em Bruxelas, na sede da Organização, a delegação foi recebida por um dos chefes de Divisão responsável pela Coordenação ATM Civil-Militar na EUROCONTROL (DECMA), Michael Steinfurth; pela Coordenadora do Centro da Rede Operacional de Gerenciamento (NMOC, do inglês Network Manager Operations Centre) no assunto de Intercâmbio de Dados de Navegação Aérea, Ioana Angelica Coliban; por membros da Unidade de Revisão de Performance, Antonio Ferro e Sara Meson-Mancha.

 

Para o Coronel Camilo, a missão possibilitou detalhar a execução do projeto destinado a aprimorar o planejamento de mão de obra aplicada ao gerenciamento do espaço aéreo e explorar os demais objetivos do acordo, conforme previsto na ICA 63-39 de 2017, que trata do gerenciamento do Programa DECEA-EUROCONTROL.

 

Os próximos passos para a implantação do Programa no Brasil já estão definidos. “Inicialmente haverá o treinamento da equipe na operação do software TIMEZONE, desenvolvido pela EUROCONTROL como uma ferramenta de auxílio à melhor alocação de controladores. Em seguida, está prevista uma visita de representantes do Maastricht ATM Knowledge Centre (MAKC), da EUROCONTROL, ao CINDACTA II para uma pesquisa de campo”, explicou o Coronel Camilo.

 

FONTE:

Seção de Comunicação Social da CISCEA

1º Tenente Relações Públicas Camille Barroso

NASA's Quiet SST Program Earns Latest X-Number

NASA’s silent supersonic aircraft test program, previously known as the Low-Boom Flight Demonstration mission, has progressed to the point that it has been awarded a coveted X-number by the U.S. Air Force. The X-59 QueSST name and number was bestowed on the $247.5 million Lockheed Martin Aeronautics project, which aims to build an aircraft that can fly over cities at supersonic speeds while suppressing the resulting sonic boom to little more than a “sonic thump.”

 

That has been a goal of aircraft engineers since the 1960s when researchers first attempted to modify the nose of fighter jets in efforts to diminish the boom heard when the aircraft broke the sound barrier. Current regulations in the U.S. ban supersonic flight over land due to the resulting noise.

 

The resulting X-59 aircraft is expected to take to the sky in 2023, and the test flight results will be presented to U.S. and international authorities to aid in crafting noise regulations for overland operations of future commercial civil aircraft.

 

The X-program began in 1947 with the rocket-powered X-1, in which pilot Chuck Yeager became the first person to fly faster than the speed of sound.

 

FONTE: AINonline by Curt Epstein  /  Image: NASA

Associações se reúnem para debater a aviação geral para os próximos 20 anos

Iniciativa visa elaborar uma proposta com as demandas do setor e as sugestões de medidas estratégicas para a Secretaria de Aviação Civil (SAC). O convite para a construção da proposta partiu do próprio governo em uma atitude inédita.

 

A convite da ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral), representantes das principais associações ligadas à aviação geral estiveram reunidas na manhã de hoje (28.06) em São Paulo para debater o futuro da aviação geral brasileira. A ideia é construir uma proposta estratégica, não só operacional, para o país e visa atender a uma demanda vinda da própria Secretaria de Aviação Civil (SAC).

 

“O que nós vamos apresentar como demandas do setor e sugestões de caminhos estratégicos vai fazer parte de um documento de referência que a SAC está desenvolvendo para orientar as políticas públicas daqui para frente”, disse Flavio Pires, diretor geral da ABAG.

 
O tema do debate foi “A AVIAÇÃO GERAL QUE QUEREMOS”.

 

Na primeira reunião, as colocações ficaram em torno de temas como a defesa da importância do Campo de Marte para a aviação geral, especialmente diante dos estudos que mostram que os Aeroportos de Congonhas e de Guarulhos vão atingir a capacidade máxima de operação em 2025 e 2028 respectivamente; o peso do ICMS de 25% sobre o segmento de táxi aéreo que tinha 300 empresas em 2007 e hoje conta com 120 apenas, entre outros. Os participantes também levantaram a questão do avanço dos drones em áreas de atuação de helicópteros anteriormente, como segurança e defesa, e, em um curto espaço de tempo, no transporte de cargas e de pessoas.

 

Grupos de trabalho serão formados para preparar as propostas iniciais e a primeira reunião com a SAC para a apresentação das propostas do setor será ainda em julho.

“É o momento de tirarmos o olhar dos problemas do dia a dia e colocar um olhar mais macro para a aviação geral brasileira, temos que reivindicar que a autoridade regulatória seja eficiente, se modernize para os padrões internacionais e contribua para que o futuro da aviação geral seja diferente”, finalizou Flavio Pires, da ABAG.

ANAC e Ministério divulgam campanha contra táxi-aéreo clandestino

Iniciativa conjunta entre a ANAC e o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPA) levou ao ar uma campanha com uma série de cards publicados na página do Facebook dos dois órgãos para combater a prática de táxi-aéreo clandestino no país.

 

Com o slogan “Voe seguro, não use táxi-aéreo clandestino”, o objetivo da campanha é conscientizar os usuários sobre os riscos de contratar um serviço irregular de táxi-aéreo, tendo em vista o não cumprimento de uma série de requisitos pelo operador desse tipo de transporte, colocando em risco a vida e a segurança dos envolvidos e de terceiros.

 

As operações de interdição da aeronave usada no táxi-aéreo clandestino que transportava as cantoras Marília Mendonça e Maiara e Maraísa incentivaram essa nova ação, que envolveu também a reformulação de uma página eletrônica no site da ANAC, rica em informações exclusivamente voltadas ao usuário interessado em contratar esse tipo de serviço.

 

Na página será possível consultar as empresas autorizadas pela ANAC a prestar o serviço de táxi-aéreo bem como o tipo de aeronave utilizada na prática, que deve estar na categoria TPX, na qual as exigências de manutenção e certificação são ainda mais rígidas na comparação com o transporte aéreo privado, contribuindo para que a atividade seja praticada com a maior segurança possível.

 

Página da ANAC: http://www.anac.gov.br/assuntos/passageiros/taxi-aereo-1/taxi-aereo

 

Veja a campanha: http://www.transportes.gov.br/component/content/article/108-paginas-tematicas-aviacao/7249-campanha-taxi-aereo.html

 

FONTE: ANAC

Fabricante suíço cria primeiro jato de negócios capaz de operar em pistas de terra

Voltado principalmente para o agronegócio, Pilatus PC-24 inicia testes em pista não pavimentada.

 

A suíça Pilatus realizou as primeiras provas com o PC-24 operando em pista não pavimentada. O PC-24 é o primeiro avião de negócios a jato certificado para operar em pistas de terra e grama e está atualmente passando por um programa de testes pós-certificação com ênfase especial em operações de pista não pavimentadas. A Pilatus planeja obter a certificação Rough Field no quarto trimestre de 2018.

 

O objetivo é oferecer a plena capacidade do avião em operações do tipo, algo inédito na categoria. O uso de aeronaves a jato em pistas de terra é restrito a poucos aviões militares, em geral cargueiros táticos, como o C-17 Globemaster III.

 

As principais restrições são relacionadas a ingestão de detritos pelo motor, lançamento de pedregulhos em superfícies de controle e flaps, assim como danos extensivos aos pneus. Além disso, pistas não pavimentadas, em geral, são mais curtas, o que exige maior performance do avião. No caso do PC-24, os motores foram instalados de maneira a evitar a ingestão de objetos e os bocais de exaustão possuem novo formato, permitindo a vetorização do fluxo de ar em determinados regimes de potência. Os engenheiros ainda criaram um novo os sistemas de flap inteligentes e um design especial da asa.

 

O avião pode operar em pistas curtas e não preparadas, ao mesmo tempo em que garante uma velocidade de 425 kt, com alcance máximo de 1.950 mn (3.610 km), voando a 45.000 pés.

 

Os ensaios estão sendo conduzidos no Woodbridge Airfield, a nordeste de Londres, que oferece ótimas condições de teste, ao possibilitar operações em pista curta e com atuação de vento lateral.

 

Desde o início, o PC-24 foi projetado para operações “off road”, que fornece acesso a quase o dobro de aeroportos em todo o mundo em comparação com outros jatos atualmente disponíveis no mercado.

 

FONTE: Aeromagazine por Edmundo Ubiratan

Sistema investiga para onde o piloto olha no cockpit

A ideia é monitorar o movimento de visão dos tripulantes para incrementar a segurança de voo.

 

Entre as novas tecnologias para melhorar a segurança de voo está o rastreamento do movimento dos olhos dos pilotos. O sistema foi criado para ajudar os tripulantes na utilização correta dos elevados graus de automação presente nos helicópteros modernos.

 

A utilização de simuladores de voo definiu para onde os pilotos estavam olhando nas várias etapas de um voo. Após a conclusão de duas fases da pesquisa para rastrear os movimentos dos olhos dos pilotos de helicópteros, a britânica Heli Offshore está consultando instrutores de voo e examinadores quanto ao grau de segurança adicional que pode ser agregada à segurança operacional. As pesquisas proporcionaram uma compreensão melhor de como os pilotos monitoram os instrumentos e displays em seus cockpits.

 

A expectativa é que o sistema auxilie no futuro também a monitorar o grau de fadiga dos tripulantes, permitindo acompanhar a perda de concentração conforme o organismo se aproxima do limite de stress por cansaço.

 

FONTE: Aeromagazine por Ernesto Klotzel

Autoridade Norte Americana anuncia novos requisitos de segurança em voos

Medidas passam a valer a partir de 30 de junho.

 

A Autoridade Norte Americana de segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita (aviation security) – TSA (Transportation Security Administration) -, passará a exigir novos procedimentos de segurança para voos internacionais com destino aos Estados Unidos, a serem aplicados pelas empresas aéreas nos aeroportos de origem, inclusive aeroportos brasileiros. As novas medidas passam a ser praticadas a partir de 30 de junho e são válidas apenas para o transporte de bagagem de mão.

 

A partir desta data, nas operações aéreas regulares para os EUA, as empresas aéreas deverão:

 

  • Informar os passageiros sobre a proibição de embarque de substâncias em pó acima de 350 mL em bagagem de mão. Exceções feitas a leite em pó, medicamentos e produtos adquiridos em duty-free. Exemplos de produtos em pó: farinha, açúcar, café em pó, temperos, leite em pó e cosméticos. Ressalta-se que incluem materiais em pó em forma granulares ou compactados.
  • Passageiros poderão ter seus pertences de mão submetidos à inspeção de segurança pelo operador aéreo, conforme critérios de escolha do passageiro definido pelo TSA. (Essa medida já é prevista pelo TSA, desde 2017, para realização de inspeção de segurança. Trata-se, portanto, de um reforço).

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) está avaliando as novas medidas e os impactos em voos que possam  ocorrer no Brasil, assim como participa de discussões técnicas internacionais, com participação de outros Estados, com o objetivo de atualizar a necessidade de alteração de alguma medida de segurança nos aeroportos do País.

 

FONTE: ANAC

NASA Tech Cuts Airframe Noise by 70% on GIII Testbed

A series of NASA test flights with a Gulfstream GIII testbed last month demonstrated that airframe noise can be reduced by more than 70 percent on landing approach using non-propulsive technologies. The Acoustic Research Measurement (ARM) flights, conducted at the agency’s Armstrong Flight Research Center in California, tested technologies such as landing gear fairings and the FlexSys morphing-wing flap. For the noise tests, the modified GIII flew at an altitude of 350 feet over a 185-sensor microphone array deployed on the Rogers Dry Lake at Edwards Air Force Base in California.

 

The experimental landing gear tested by NASA had fairings that are porous along their front, allowing some of the air to flow through the fairing, minimizing drag, while also deflecting some of the airflow around the gear. Meanwhile, the landing gear cavity was treated with a series of chevrons near its leading edge and sound-absorbing foam at the trailing wall, as well as a net stretched across the opening to align airflow more with that of the wing.

 

To reduce wing flap noise, NASA used the experimental, flexible flap that had previously been flown as part of its Adaptive Compliant Trailing Edge (ACTE) project. The ACTE flap, built by FlexSys of Ann Arbor, Michigan, is a seamless design that eliminates gaps between the flap and the main body of the wing.

 

“The number-one public complaint the FAA receives is about aircraft noise,” said Mehdi Khorrami, an aerospace scientist at NASA’s Langley Research Center in Virginia and ARM principal investigator. “NASA’s goal was to reduce aircraft noise substantially to improve the quality of life for communities near airports. We are very confident that with the tested technologies we can substantially reduce total aircraft noise, and that could really make a lot of flights much quieter.”

 

According to ARM project manager Kevin Weinert, “This airframe noise reduction produced by NASA technology is definitely momentous. While there are obvious potential economic gains for the industry, this benefits the people who live near major airports and have to deal with the noise of aircraft coming in to land. This could greatly reduce the noise impact on these communities.”

 

NASA's Acoustic Research Measurement (ARM) flights tested technologies such as landing gear fairings and the FlexSys morphing-wing flap on a Gulfstream GIII testbed. Using an 185-sensor microphone array deployed on the Rogers Dry Lake at Edwards Air Force Base in California, the agency found that airframe noise can be reduced by more than 70 percent on landing approach using these non-propulsive technologies.

 

FONTE:  AINonline by Chad Trautvetter - Photos: NASA / Ken Ulbrich

FAA, EASA Sign Agreement To Lower Validation Costs

The FAA and EASA recently took further steps to ease product validations, including signing a new agreement that will result in lower approval fees. The Bilateral Oversight Board Decision 0008 (BOB 0008) was endorsed during the 17th Annual FAA-EASA International Safety Conference held last week in Washington, D.C., essentially outlining the parameters of involvement of the validating agency, the amount of time, and percent of fees that will be assessed for various validations.

 

This paves the way to lower fees by reducing the involvement of the validating authority, the FAA said. In addition, the agencies will be able to approve basic type certifications with minimal oversight, the FAA said. The decision “is a further recognition that both the FAA and EASA fully subscribe to the philosophy that safety in today’s global aviation market depends to a great extent on international partnerships between aviation regulators.”

 

EASA and the FAA further worked to update their validation improvement roadmap designed to encourage the agencies to leverage each other’s certification systems and reduce redundant efforts.

 

FONTE: AINonline by Kerry Lynch

Embraer Debuts New Seat Design for Legacy 450 and 500 Business Jets

At the recent EBACE show in Geneva, Embraer debuted a new seat design for the Legacy 450 and 500 business jets. Jay Beever, the company’s vice president of interior design, showed us around the new design details and demonstrated how the seats are berthed. We started out on the Legacy 450, and then moved over to the 500 to check out another interior style.

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FONTE: AINonline

Embraer Legacy 450 goes intercontinental

Join AOPA Editor at Large Tom Horne on a record-setting across-the-pond flight in an Embraer Legacy 450.

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FONTE: AOPA

Avião civil mais rápido do mundo deixará de ser produzido

Textron Aviation deverá encerrar a produção do Citation X+, que tem como velocidade máxima Mach 0.935.

 

A Textron Aviation deverá encerrar a produção do Citation X+, seu maior avião de negócios. O fabricante afirmou que a decisão se deu para evitar uma concorrência interna com o Citation Longitude.

 

O Citation X foi um dos mais velozes aviões do mundo, quase quebrando a barreira do som. Com a marca de Mach 0.935, tornou-se o jato civil certificado mais rápido do mundo, disputando sempre uma liderança apertada com rivais da aviação de negócios e mesmo com aviões civis, como o Boeing 747.

 

O modelo pode transportar até 12 passageiros, embora sua configuração típica seja para 8 a 9 passageiros, com alcance máximo de 3.460 nm (6.407 km).

 

O Citation X+ teve a primeira entrega em 2014, quando acumulou apenas nove entregas. Até o final de 2017, o fabricante acumulava apenas 20 entregas totais. Sua versão anterior registrou 93 entregas entre 2004 e 2012.

 

O lançamento de rivais com menores custos operacionais, aliado à certificação do Citation Longitude, tornaram pouco atrativa a manutenção da linha de produção do modelo. A Cessna deseja ainda evitar a superposição nesta faixa do mercado, considerada uma das mais rentáveis do setor.

 

Recentemente, a Textron Aviation anunciou também o fim do Cessna TTx, o monomotor a pistão de alta performance, que enfrentou a resistência do mercado mesmo sendo considerado um dos mais avançados projetos do segmento. Além disso, a Cessna paralisou o desenvolvimento do Citation Hemisphere, buscando uma solução para as falhas no motor Silvercrest, que levou ao cancelamento do programa Falcon 5X, da Dassault.

 

Atualmente, o fabricante mantém em desenvolvimento de três aviões, o Citation Longitude, o Cessna Denali e o SkyCourier

 

FONTE: Aeromagazine por Ernesto Klotzel

Certificação do novo G500 depende de realização de novos ensaios

Fabricante tenta acordo com autoridades para manter cronograma dentro dos prazos.

 

O anúncio de que o Gulfstream G500 realizaria novamente alguns testes de certificação causou certa apreensão no mercado, mas o fabricante não espera nenhum tipo de atraso no cronograma de certificação, previsto para o final do verão (no hemisfério norte).

 

A Gulfstream encerrou uma campanha de ensaios de voo que durou três anos e encaminhou toda a documentação referente ao G500 para aprovação do FAA. Porém, o fabricante solicita que o ensaio de combustão da parede de fogo seja validado. A campanha de ensaios exige que os aviões demonstrem que a parede de fogo, instalada entre o motor e outras estruturas da fuselagem, não mostre sinais residuais de combustão após ser exposta ao fogo por 15 minutos. A Gulfstream realizou o teste no G500, contudo, o material empregado no teste carecia do produto vedante exigido acima dos elementos de fixação para os flanges da parede de fogo. O teste realizado nestas condições não obedeceu fielmente às normas do FAA, embora tenha cumprido a exigência de resistência as chamas.

 

Uma petição enviada pela Gulfstream as autoridades aeronáuticas dos Estados Unidos solicitam a dispensa temporária de um novo teste, visando não atrasar a certificação. Porém, o fabricante afirma que realizará novamente o teste, dentro de novos parâmetros, em até 90 dias após a concessão do certificado de tipo.

 

O FAA ainda avalia a concessão do certificado, baseado no pedido atual.

 

FONTE: Aeromagazine por Ernesto Klotzel

NOTÍCIAS MÊS 06/2018

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