Arquivo de Notícias da ABAG

Minutos que salvam vidas - Campanha visa ampliar uso de helicópteros de resgate em rodovias

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ABAG deseja conscientizar autorizadas das vantagens do uso do resgate aeromédico

 

A ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral) está lançando este mês uma campanha pelo aumento da cobertura do resgate aeromédico no Estado de São Paulo. O objetivo é ampliar a cobertura de atendimentos no estado com maior número de veículos no país.

 

Só nas rodovias privatizadas, 800 pessoas morrem todos os anos e a presença de mais helicópteros poderia reduzir dramaticamente o número. Atualmente, o estado com 44 milhões de habitantes possui apenas três helicópteros destinados a serviços aeromédicos para resgate em rodovia. Por serem da Polícia Militar do Estado de São Paulo, as aeronaves não são dedicadas em tempo integral a missão de resgate, podendo atuar também como aeronave de policiamento aéreo. Com isso, a disponibilidade teórica é de um helicóptero pronto para serviço aeromédico para cada 14 milhões de habitantes, na Alemanha, por exemplo, é um para cada um milhão de habitantes.

 

Outro diferencial no país europeu é o uso de aeronaves por empresas de socorro privadas, que prestam serviço ao Estado. No Brasil a totalidade dos resgates em vias públicas são feitas por helicópteros públicos, a serviço da polícia ou corpo de bombeiros.

Além de sensibilizar a opinião pública para a questão, a entidade quer levar o debate para o Ministério dos Transportes e para outras instâncias das esferas públicas. O objetivo é evitar as distorções no setor e evitar o número de mortes por demora no atendimento médico.

 

“Temos de acabar com o paradigma de que na área de emergências médicas a responsabilidade é toda do Estado. Nos últimos 30 anos, o mundo passou por transformações e o próprio Estado brasileiro percebeu que não tinha mais condições de suportar todas as demandas da sociedade e deu início a um processo de privatização, envolvendo inclusive as rodovias”, explica o policial Coronel Carlos Eduardo Falconi.

Uma das propostas é que as próprias concessionárias das rodovias possam oferecer o serviço. A cobrança poderá ser feita na diluição do custo na tarifa de pedágio, com acréscimo de poucos centavos.

 

Alguns estudos apontam que caso a vítima seja submetida a tratamento adequado, especialmente dentro da primeira hora após o acidente, maiores são as chances de sobreviver e menores as sequelas. “Um helicóptero com equipe médica a bordo chega em minutos ao local do acidente, presta o socorro imediato e decola em direção ao hospital mais próximo”, afirma o diretor geral da ABAG.

 

Um dos maiores entraves ultrapassa a falta da exigência do uso de helicópteros pelas concessionárias, chegando a dificuldade de uso de helipontos dos hospitais, tanto públicos quanto privados. “Vamos levar esta questão também aos prefeitos e aos órgãos reguladores, vidas são perdidas porque faltam ajustes burocráticos para esta questão”.

A extensão dos serviço para o restante do país depende da capacidade de financiamento das empresas que gerem rodovias concedidas e dos estados ainda com vastas malhas rodoviárias estatais.

Fonte: AEROMAGAZINE por Edmundo Ubiratan

Aviação regional deverá ter o incremento de cinco novas linhas no RS até março

Reunião para discutir o tema ocorreu na tarde de quarta-feira, no Palácio Piratini

 

Um encontro no Palácio Piratini na tarde de quarta-feira (07/2) deu prosseguimento às tratativas para a expansão da aviação regional no Estado. A expectativa é que essa operação se inicie em março em, pelo menos, cinco rotas no RS. Participaram do encontro o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Branco; o secretário dos Transportes, Pedro Westphalen; o presidente da Frente Parlamentar da Aviação Civil na Assembleia Legislativa, deputado Frederico Antunes; secretário nacional de Aviação Civil, Dario Lopes; o Diretor de Relações Institucionais da Gol Linhas Aéreas, Alberto Fajerman, e o presidente da Two Flex Aéreo, Ruy Aquino.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Durante o encontro, o representante da Gol Linhas Aéreas solicitou a adesão da companhia ao Programa Estadual de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR-RS). A expectativa da companhia é que a partir de março a Gol Linhas Aéreas, em parceria com a Two Flex, já esteja operando cinco novas rotas ligando Porto Alegre a Rivera, Bagé, Passo Fundo, Rio Grande e Bagé.  "Por duas vezes fui prefeito de Rio Grande e sei da dificuldade que a falta de oferta de transporte aéreo traz aos municípios. O incremento da aviação regional significa uma oportunidade de crescimento econômico para essas regiões", afirma Fábio Branco.

 

A Two Flex recebeu, em novembro de 2017, a autorização da ANAC para fazer o transporte aéreo regular de passageiros no âmbito da aviação regional. A empresa é proprietária de 18 aeronaves Cessna Gran Caravan, com capacidade para até 12 passageiros ou 1.900 kg de carga. No RS, a Two Flex irá atuar como feeder (alimentadora) da Gol Linhas Aéreas, através de um contrato de operação complementar, a exemplo do ocorre em outros países.

 

“Há mais de seis meses esse assunto vem sendo tratado em reuniões com a Secretaria Nacional da Aviação, Secretaria Estadual dos Transportes, Frente Parlamentar da Aviação e nos demais órgãos do Governo do Estado”, afirmou Frederico Antunes. O parlamentar acrescenta que “no final do ano passado tivemos excelentes avanços e hoje foi mais um passo através da solicitação da Gol em aderir ao Programa Estadual de Desenvolvimento da Aviação Regional. Nossa expectativa é que, em março, cinco novos municípios do interior gaúcho já possam contar com novos voos regionais ligando essas cidades à capital gaúcha”, disse Frederico.

 

Ao final do encontro, o secretário Pedro Westphalen destacou o trabalho que vem sendo realizado pelo titular da Secretaria Nacional de Aviação Civil, engenheiro Dario Lopes que tem dado atenção especial a todos os encaminhamentos enviados pelo governo do RS. “Essas novas rotas vem ao encontro com o objetivo do PDAR, promovendo o desenvolvimento econômico, social e turístico em todas regiões. Trabalhamos nessa integração regional desde o início do governo Sartori junto com a Frente Parlamentar da Aviação da ALRS. Somos pioneiros nesse programa, continuaremos lutando e trabalhando em prol do crescimento do RS”.

Dassault Sees Asian Sales Success

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dassault hopes the popularity of long-range, large-cabin business jets in Asia will translate into new sales of its Falcon 8X, pictured on static display here at the Singapore Airshow.

 

Dassault Falcon has secured a deal for a single Falcon 8X with an undisclosed Indonesian customer. The deal was made in 2017, making the type’s first entry into Southeast Asia’s largest business jet market. The news was revealed by Jean-Michel Jacob, president, of Dassault Falcon Asia Pacific, prior to the Singapore Airshow.

 

Following a few years of economic uncertainty in China, operators were holding their horses for aircraft replacement and acquisition. Last year, Dassault (Chalet CD37) finally saw an increase in demands for their business jets across Asia. China continues to be the largest market for the French airframer, with 60 Falcons in China.

 

“We have more customers in China looking to either buy or replace aircraft in the last six to seven months,” Jacob said. “We have similar interests in Southeast Asia due to the improved situation in China.”

 

Dassault delivered two aircraft to Thailand last year and is working to secure a Falcon 8X deal in Malaysia. Jacob is confident that the company will land a few more contracts in 2018.

 

Large business jets with greater range are preferred by Asian customers. With a range of 6,450 nm (11,945 km) the Falcon 8X can cover Asia and reach Europe from Singapore, and to the United States when flown from China.

 

A distinctive Falcon feature, the three-engine jet not only provides greater safety and redundancy when flying over water, it is also able to fly a shorter and more direct route, not being restricted by ETOPS regulations.

 

Jacob also said the company will reveal more about its new model that will replace the 5X jet program at a later date. Dassault cancelled its contract with Safran and its troubled Silvercrest turbofan after several delays, turning to Pratt & Whitney Canada for a replacement engine late in 2017.

Fonte: AINonline by Chen Chuanren

Swisshelicopter Rebrands as Kopter

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marenco Swisshelicopter is now known as Kopter under a rebranding effort announced yesterday at its newly completed corporate/engineering facility just outside of Zurich. The introduction of the Kopter name, logo, and brand design is a “decisive step that places the business as a potential leader in the marketplace,” said the company, which is developing the all-composite SH09 light helicopter.

 

“We’re a company with an upward trajectory,” said Kopter CEO Andreas Loewenstein. “Over the past few years, we have grown quickly. To support that growth, and place us as a leader in our field, we need to be clear about who we are.”

 

He added: “Kopter is a modern name. [It] also makes a promise to its customers: whatever the missions, whatever the times, wherever the places, Kopter will get you where you’re going—safely, quickly, and consistently.”

 

A second production-conforming SH09 (P3) is undergoing preparations before continuation of the flight-test program. This helicopter and pre-series aircraft PS04 will jointly serve to obtain EASA certification and soon thereafter FAA validation, the company said. Deliveries of the SH09 are expected to begin next year.

Fonte: AINonline by Chad Trautvetter

Boeing buys stake in battery start-up to study electric flights

• Boeing took a stake in battery start-up Cuberg.

• The aerospace giant has already invested in electric-plane start-up Zunum.

• Batteries for planes have to be light to be efficient.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Source: Zunum Aero

A model of Zunum Aero hybrid-electric aircraft

 

Boeing is joining the global scramble for efficient batteries.

 

The aerospace giant's venture arm Boeing HorizonX Ventures has taken a minority stake in battery start-up Cuberg, Boeing said Monday.

 

Cuberg joins Boeing HorizonX Ventures' stable of investments that include Zunum Aero, an electric-and-hybrid plane startup whose investors also include airline JetBlue.

 

The terms of the deal were not disclosed, but Boeing spokeswoman Megan Hilfer said the investment was typical of Boeing HorizonX's minority equity investments "that span the single millions up to the low double-digit millions" of dollars.

 

While battery-powered flight is attractive, especially as fuel prices have recently surged to more than three-year highs, challenges abound.

 

"Currently, battery technology is still heavy," so you can't make it for a plane of current commercial aircraft size, Cuberg's co-founder and CEO Richard Wang told CNBC. "You need to take a leap to the next generation."

 

Berkeley, California-based Cuberg is developing a battery whose components are lighter and less flammable compared with current battery technology, Wang said. It hopes to test a prototype in late 2018.

 

"Cuberg's battery technology has some of the highest energy density we've seen in the marketplace, and its unique chemistries could prove to be a safe, stable solution for future electric air transportation," said Steve Nordlund, vice president of Boeing HorizonX.

Fonte: Zunum Aero

Novo aplicativo oferece voos executivos compartilhados no Brasil

Airshuttle conta com mais de 100 aviões e helicópteros disponíveis para reservas pelo país.

 

A onda de serviços de compartilhamento está ganhando cada vez mais força na aviação executiva.
E essa tendência também já chegou ao Brasil. A novidade nesse segmento é o aplicativo para reservas de voos executivos compartilhados desenvolvido pela Airshuttle, empresa de São Paulo especializada em soluções para agendamentos de voos corporativos.

 

Os serviços são oferecidos em todo o território brasileiro e a plataforma conta com mais de 100 aeronaves cadastradas, todas operadas por empresas de táxi-aéreo homologadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e vistoriadas pela própria Airshuttle.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

G450 - O jato executivo Gulfstream G450 é uma das aeronaves disponíveis no sistema da Airshuttle (foto Gulfstream)

 

“Contamos com aviões mono e bimotores, a jato, turboélices e com motores convencionais.
A companhia também dispõe de reservas para helicópteros mono e biturbina, com fornecedores em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Goiânia, Belo horizonte, Cuiabá, Curitiba e Porto Alegre. Nossa missão é oferecer o melhor para nossos clientes, da maneira mais inteligente”, ressalta Shailon Ian, presidente da Airshuttle.

 

Como explica Ian, os voos e horários não fixos e são definidos pelo cliente que faz a primeira reserva, gerando as ofertas no sistema da Airshuttle. “A reserva de um novo voo não listado deve ser feita com o mínimo de 48 horas de antecedência. A confirmação se dá 24 horas antes do voo. A partir desse momento, qualquer cancelamento é passível de multas, dependendo das regras de cada operador”, esclareceu.

 

Após a solicitação do voo, o cliente será contatado por um profissional da Airshuttle, que detalhará
a operação. Nesse momento oferecerá a opção de compartilhamento, trazendo maior economia na viagem. O preço de cada assento varia de acordo com a rota do voo, que pode ser nacional ou mesmo o internacional, e a aeronave utilizada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O aplicativo permite o agendamento de voos para aeroportos regionais em aeronaves de pequeno porte, como o King Air

 

Outra opção são os voos de aproveitamento, as “empty legs” – quando o avião retorna sem passageiros para sua base ou outro ponto de operação. Nesse caso, como explica a empresa, os assentos são oferecidos a preços competitivos, como ocorreu recentemente em um voo entre Belo Horizonte em um helicóptero bimotor com o assento oferecido a R$ 500,00. “Nestes casos os preços são muito competitivos e o cliente pode otimizar seu tempo, chegando 20 minutos antes do voo e não 1h como tem sido comum nas grandes cidades”, explica Ian.

Além de operar em grandes cidades do Brasil, a Airshuttle também oferece serviços para os litorais de São Paulo e Rio de janeiro. “Temos ainda ofertas entre Salvador e Morro de São Paulo, além de voos panorâmicos”, contou o presidente da empresa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Airshuttle também oferece voos de helicóptero; o modelo AW109 é um dos disponíveis (Tim Felce)

 

A frota de aeronaves disponíveis para reservas pelo Airshuttle permite uma série de possibilidades de operações aéreas. É possível viajar para outros países em jatos executivos de longo alcance, como o Gulstream G450, ou então voar para pequenos aeroportos pelo Brasil em aviões como os jatos Embraer Phenom 100 e Learjet 31 ou os modelos turboélice Pilatus PC-12 e Beechcraft King Air. Já a lista de helicópteros conta com aparelhos como os AgustaWestland AW109 e AW139.

 

O aplicativo da Airshuttle está disponível para download no Google Play e em breve será oferecido na Apple Store. Os voos compartilhados também podem ser agendados pelo site da empresa www.airshuttle.com.br

Fonte: AIRWAY

Entrevista ao Secretário Nacional de Aviação Civil

Dario Lopes, Secretário Nacional de Aviação Civil, fala sobre promover a melhoria, o aprimoramento e o incentivo à aviação civil no Brasil.

O Secretário Nacional de Aviação Civil, Dario Lopes, diz que “expectativa é que a aviação civil retome um ritmo de crescimento acentuado, diferente dos 2 últimos anos. Por isso, as projeções de demanda da SAC, indicam que a movimentação nos aeroportos brasileiros em 2018 fique em torno de 203,7 milhões de passageiros, e a partir de 2019 atinja taxas de crescimento mais expressivas acima de 3% ao ano”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dario Rais Lopes, após se formar em engenharia de aeronáutica em 1979 pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica – ITA, obteve o título de Mestre, também pelo ITA, em 1982, e de Doutor em Engenharia de Transportes pela POLI/USP, em 1991. Atuou como Professor da Universidade Mackenzie. Foi Secretário dos Transportes do município de São José dos Campos (1997 – 1999). Foi Superintendente do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (1999 – 2002). Foi presidente da DERSA e Secretário dos Transportes do Estado de São Paulo (2003 – 2006). Foi Secretário Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana do governo Dilma Roussef. Atual Secretário Nacional de Aviação Civil do Governo Federal.

 

Infraestrutura: Estão previstos para o ano de 2018 ao menos 14 novas concessões, qual seria a destinação do valor arrecadado?

O valor pago pelas outorgas de concessão, por força de lei, é recolhido ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) que tem como objetivo o desenvolvimento e fomento do próprio setor de aviação civil e das infraestruturas aeroportuária e aeronáutica. Na prática, parte dos recursos é empregada nas reformas de aeroportos regionais, pagando os estudos e projetos, execução das obras e compra e instalação de sistemas e equipamentos, tudo isso com o intuito de atender um público que carece do transporte aéreo em um país de dimensões continentais como é o Brasil.

 

O ano de 2017 terminou com a assinatura do termo de compromisso de repasse de 224 milhões para reforma e modernização de 11 aeroportos regionais, qual o retorno esperado desses investimentos com relação a novas rotas e volume de passageiros?

Após estudo feito pela Secretaria de Aviação Civil, 177 aeroportos regionais foram selecionados para receber algum tipo de melhoria por parte da União. Dessa forma, fizemos uma priorização em função do impacto que a obra vai ter em termos de área de influência e do interesse em operação. Ou seja, nós estamos fazendo obra onde a iniciativa privada quer prestar serviço. Garantimos já que o dinheiro público vai ser transformado em mais acessibilidade e mobilidade através da iniciativa privada e também pelas condições de sustentabilidade do local.

 

As novas rotas dependem das decisões empresariais das companhias aéreas, mas para que se possa estimular a geração de novos serviços o importante é implantar o conceito de máxima prontidão operacional desses aeroportos, ou seja, eles estarão prontos para atender a demanda de serviços aéreos durante as 24 horas do dia.

 

No evento do dia 19/12, foram assinados 11 termos de compromisso para investimentos nos aeroportos de Jataí (GO), Araguaína (TO), Dourados, (MS), Cáceres (MT), Sinop (MT), Tangará da Serra (MT), Itaperuna (RJ), Resende (RJ), Angra dos Reis (RJ), Chapecó (SC) e São Carlos (SP). Em 2017, já tínhamos assinados 8 termos, totalizando 19 aeroportos com investimento no montante de R$ 495 milhões. Além disso, em 2017, demos continuidade a 15 convênios de repasse aos Estados e/ou municípios para obras aeroportuárias no valor total de R$194 milhões.  Acrescenta-se a isso os Termos de Execução Descentralizada que são acordos de repasse com o Comando da Aeronáutica para a execução de obras nos aeroportos da região amazônica, com o Comando do Exército para as obras no Aeroporto de Dourados/MS e com o Departamento de Controle do Espaço Aéreo – DECEA para a implantação de Estações Meteorológicas de Superfície – Automáticas – EMS-A, numa previsão de R$184 milhões. Desta forma, nós estamos começando a cobrir com obras todo território nacional e esses empreendimentos terão prazo de conclusão de pouco mais de um ano, em média.

 

Aviação Comercial: O que a abertura de capital estrangeiro para investimento em companhias aéreas no Brasil traz de positivo para o setor e para os usuários desse meio de transporte?

 

A Política Nacional de Aviação Civil deixa claro que devemos aprimorar o marco regulatório da aviação civil, no intuito de promover, estimular e incentivar a competição no setor. Com a abertura para o capital estrangeiro, nosso objetivo é aumentar a competitividade entre as empresas e, consequentemente, reduzir os preços ofertados dos serviços aéreos, além de oferecer mais rotas e mais destinos de forma a possibilitar o acesso a este modal para uma maior parcela da população. Nós entendemos que essa medida é necessária no sentido de gerar mais empregos para o setor, além de melhorar a qualidade da prestação de serviço.

 

O número de passageiros no Brasil apresentou um aumento no último trimestre de 2017 quando comparado com o último trimestre de 2016. Quais as expectativas da SAC com relação ao número de passageiros em 2018?

 

A expectativa é que a aviação civil retome um ritmo de crescimento acentuado, diferente dos 2 últimos anos em que a demanda ficou relativamente estagnada. Na medida em que as expectativas econômicas estão sendo mais otimistas, o ritmo de crescimento da aviação tende a evoluir. Essa retomada gradual de crescimento exige um tempo para estabilização. Por isso, nossas projeções de demanda indicam que a movimentação nos aeroportos brasileiros em 2018 fique em torno de 203,7 milhões de passageiros, e a partir de 2019 atinja taxas de crescimento mais expressivas acima de 3% ao ano.

 

Aviação Geral: De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Aviação – IBA, as operações de aviação geral estão reduzindo nos últimos 5 anos. Com a expectativa de melhora do cenário econômico, está previsto para os próximos anos alguma política de incentivo ao setor?

 

A Secretaria vem discutindo uma política pública que envolve o desenvolvimento da aviação regional e da aviação geral, até mesmo com o objetivo de utilização da infraestrutura disponibilizada pelo programa de aeroportos regionais. O compromisso que tenho é concluir um documento de referência ainda neste primeiro trimestre, para convocar todos os players da aviação geral para discutir a questão no segundo trimestre, de modo a ter, ainda em 2018, um documento robusto e representativo que permita ações coordenadas de estímulo ao setor.

 

Capacitação de recursos humanos para Aviação Civil: Tendo em vista essa retomada do setor, a SAC tem algum plano de incentivo para formação e capacitação de profissionais no setor?

 

Buscando a promoção do desenvolvimento técnico da aviação civil brasileira, a Secretaria de Aviação Civil vem desenvolvendo ações no âmbito do “Programa de Treinamento para Profissionais de Aeroportos Regionais – TREINAR” objetivando qualificar os profissionais de aeroportos regionais, em especial os que receberam novas infraestruturas aeroportuárias, a fim de aprimorar a qualidade dos serviços prestados.

 

Na vigência do citado programa, nós já capacitamos cerca de 1.900 profissionais do setor, em diversos cursos nos segmentos da gestão e operação aeroportuária. Em 2018, serão implementados novos cursos voltados à “Introdução à Segurança Operacional de Aeroportos Regionais” e “Gestão da Receita de Aeroportos Regionais”.

 

Outras ações de iniciativa da Secretaria, com vistas à qualificação dos profissionais, também estão sendo desenvolvidas, como por exemplo, processo de revisão das matrizes curriculares relativas à formação de profissionais do setor, realização do Prêmio Aviação e parcerias com a ENAP/MP e a SENASP/MJ.

Fonte: Instituto Brasileiro de Aviação

GULFSTREAM G650ER TAKES OFF FROM SAVANNAH HILTON HEAD INT'L AIRPORT (COCKPIT) – AINTV EXPRESS

Gulfstream Aerospace Demonstration Pilot Tony Briotta and Senior International Captain Scott Curtis take off from Savannah Hilton Head International Airport (SAV) in Georgia, USA.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: AINtv

GULFSTREAM G650ER BUSINESS JET (FEATURED BY ANC EXECUTIVE CLASS)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: ANC Executive Class

ANAC realizará reuniões participativas para Remodelagem dos Serviços de Transporte Aéreo Público

Destinadas aos Operadores de Infraestrutura Aeroportuária e Operadores Aéreos.

 

Está em andamento na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) o Projeto Prioritário de Remodelagem dos Serviços de Transporte Aéreo Público, que possui o objetivo, dentre outros, de alinhar conceitos inerentes ao processo de certificação das empresas de transporte aéreo Público no Brasil, conforme orientação do Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) 119.

 

Com as reuniões participativas, a ANAC pretende proporcionar melhor entendimento quanto ao processo de outorga dos diversos tipos de serviços de transporte aéreo púbico, suas características para operar e os conceitos fundamentais para as operações dos serviços, além de propor discussões sobre a vedação da exploração comercial dos aeródromos privados, limitações operacionais e dificuldades enfrentadas pelo setor, dentre outros aspectos.

 

Com o intuito de aprimorar as contribuições internas ao projeto, frente às alterações sugeridas para o regulamento, a equipe do Projeto Prioritário realizará duas reuniões participativas: a primeira, no dia 21 de fevereiro, com os operadores aéreos para apresentar as alterações previstas para o novo RBAC 119 e identificar possíveis alternativas às atividades de transporte aéreo público; e a segunda, no dia 22 de fevereiro, com os operadores de infraestrutura aeroportuária para identificar possíveis gargalos no assunto e alternativas às atividades do aeródromo.

 

Os interessados em participar das reuniões deverão enviar mensagem ao endereço eletrônico eventos@anac.gov.br com as seguintes informações:

 

- Nome completo e a Organização que representa (Operadores Aéreos).

- Nome completo, nome do aeródromo e a cidade (Operadores de Infraestrutura Aeroportuária).

 

Seguem mais detalhes sobre as reuniões participativas:

 

Operadores Aéreos

Data: 21/02/2018

Horário: das 14h às 18h

Assunto: Apresentação do novo RBAC 119 – Certificação de operadores de transporte aéreo público. Extinção da IAC de Ligação Aérea Sistemática

 

Operadores de Infraestrutura Aeroportuária

Data: 22/02/2018

Horário: das 14h às 18h

Assunto: Exploração comercial em aeródromos privados: demandas e impactos

Ambas as reuniões serão realizadas no Auditório da ANAC-Sede, situada no Setor Comercial Sul (SCS), Quadra 09, Lote C, Ed. Parque Cidade Corporate - Torre A, em Brasília (DF).

Fonte: ANAC

Para maior segurança a bordo, ANAC restringe embarque de passageiro com arma

Resolução da Agência prevê que porte de armas de fogo e munição em aeronaves civis só será autorizado para agentes públicos em atividade de segurança.

 

Brasília, 29 de janeiro de 2018 – A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou, durante a 2ª Reunião Deliberativa da Diretoria (REDIR) do ano, realizada em 23 de janeiro, a resolução que dispõe sobre os procedimentos de embarque de passageiros armados, despacho de armas de fogo e de munição e transporte de passageiros sob custódia a bordo de aeronaves civis. As novas regras serão de aplicação obrigatória e passarão a vigorar em 180 dias.

 

De acordo com a Resolução nº 461, o embarque armado somente será autorizado aos agentes públicos que comprovem estar realizando atividades específicas como escolta de autoridade, testemunha ou passageiro custodiado; execução de técnica de vigilância (investigação); ou deslocamentos em que precisem estar armados para cumprir, logo ao desembarcar, missão para a qual foram convocados. O processo de autorização é feito pela Polícia Federal, responsável pelo policiamento aeroportuário.

 

Ao restringir o embarque de armas de fogo e munições, o objetivo da ANAC é aumentar o nível de segurança a bordo das aeronaves civis, função prevista na lei de criação da Agência. É competência da ANAC “regular a segurança da aviação civil e expedir regras sobre o porte e transporte de armamentos, explosivos, material bélico ou de quaisquer outros produtos, substâncias ou objetos que possam pôr em risco os tripulantes ou passageiros, ou a própria aeronave” (incisos X e XI do Artigo 8º da Lei 11.182/2005).

 

Prática internacional - Com a edição da Resolução nº 461, o Brasil passa a seguir ainda as melhores práticas internacionais sobre embarque de armas e munições (Anexo 17 da Convenção de Chicago) e adere ao Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita (PNAVSEC), o qual limita o embarque de armas e munições apenas a agentes públicos autorizados.

 

Segundo o relator da norma, Diretor Ricardo Fenelon Junior, ao restringir o embarque de passageiros armados, o objetivo da ANAC é aumentar a segurança da aviação civil. “Estamos cumprindo uma competência da Agência ao atualizar a legislação que era sigilosa e tornando públicas e claras as regras para o embarque de armas de fogo e munições, limitando ainda esse direito aos agentes públicos que estejam cumprindo atividades profissionais específicas. Além disso, é uma atualização em relação ao que se pratica em países avançados, como Estados Unidos e Canadá”, disse o Diretor.

 

A comprovação da condição de agente público autorizado a embarcar armado será realizada mediante apresentação de documento específico da instituição com a qual o agente público possui vínculo. A autorização deve conter a indicação de datas e trechos da viagem, além da informação sobre a hipótese legal na qual se enquadra a atividade do agente solicitante.

 

O passageiro que não se enquadrar nas condições de agente público em cumprimento de quaisquer das atividades previstas na norma poderá transportar armas de fogo e munições como bagagem despachada. Nesse caso, ele deverá se dirigir inicialmente à representação da PF a fim de obter a autorização de transporte de armas de fogo e munições. Esse documento deverá ser apresentado ao operador aéreo para o despacho.

 

Rastreabilidade – A nova resolução estabelece procedimentos rígidos para o operador aéreo durante todo o fluxo de transporte da arma, desde a entrega pelo passageiro no check in até sua devolução no destino, de modo a garantir maior segurança e rastreabilidade de armas que por ventura venham a ser extraviadas. No caso de extravio de arma, a norma prevê indenização ao passageiro.

 

As novas regras de embarque de armas foram amplamente discutidas com a sociedade, por meio de audiência pública e em reuniões com diversas entidades, como Associação dos Servidores da Agência Brasileira de Inteligência (ASBIN), Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (ANFIP), Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) e Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP).

 

Somente durante a realização da Audiência Pública nº 07/2017, a ANAC analisou mais de 250 contribuições encaminhadas pela sociedade, sendo que aproximadamente 44% delas foram aceitas.

Fonte: ANAC

O Guardião - livro de arte sobre o DECEA - está disponível no issuu

Lançado em dezembro de 2017, o livro de arte "O Guardião" releva as atividades desenvolvidas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) em parceria com a indústria nacional e as empresas internacionais que atuam no controle de tráfego aéreo brasileiro.

 

O DECEA conta com diversos parceiros nos constantes desafios que tem para elevar o nível de segurança do espaço aéreo brasileiro e todos os serviços prestados pelo Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB) são apresentados nessa obra, que tem publicação trilíngue (português, inglês e espanhol).

 

Batizado de "O Guardião", o livro representa com propriedade a missão do DECEA que é planejar, gerenciar e controlar as atividades relacionadas com o controle do espaço aéreo, a proteção ao voo, o serviço de busca e salvamento e as telecomunicações aeronáuticas.

 

Segundo o Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas, a obra passa a funcionar como um cartão de visitas do DECEA.

 

O livro não é comercializado, por isso disponibilizamos para os interessados as versões digitais em português / inglês / espanhol.  Aqui o link.

Fonte: DECEA

Parceria entre Boeing e Embraer pode afetar transferência de tecnologia de caças suecos para o Brasil

Ministro da Defesa se reuniu com Saab para garantir que acordo seja preservado mesmo com uma eventual fusão do fabricante brasileiro com o norte-americano

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O governo brasileiro se movimenta para garantir que a transferência de tecnologia do programa Gripen NG para o Brasil seja preservada mesmo diante de um acordo entre a Embraer e a Boeing. O ministro da Defesa, Raul Jungmann, reuniu-se nesta semana com o presidente da Saab, Hakan Buskhe, em Brasília para tratar do acordo de transferência de tecnologia, que deverá, a princípio, ser repassada principalmente para a Embraer. O encontro ainda contou com a participação do comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, e do embaixador da Suécia, Per-Arne Hjelmborn.

 

O objetivo do encontro foi conhecer as ações do governo brasileiro diante da possibilidade de fusão entre a Embraer e a Boeing. A preocupação da Saab é que as tecnologias desenvolvidas sejam, ao final do processo, repassada à Boeing. Embora o grupo norte-americano detenha alta capacidade tecnológica, os suecos não estão confiantes em repassar detalhes sensíveis do projeto Gripen ao maior fabricante aeroespacial do mundo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Durante o encontro, o ministro Jungmann destacou que o governo está comprometido em manter o acordo. “Nós temos a preocupação e o compromisso contratual de manter o controle e o sigilo na transferência de tecnologia desenvolvida pela Saab e conjuntamente (com a Embraer)”. A preocupação é manter a transparência na parceria, considerada estratégica para ambos os países e de grande interesse do Brasil.

 

“Se isso vier a acontecer, a parceria Embraer-Boeing, evidentemente que temos de construir salvaguardas que passarão pelo crivo da Saab", destacou o ministro.

 

O ministro ainda afirmou que está descartada a cisão da Embraer Defesa ou da Embraer Comercial ou alienação de uma delas e solicitou que representantes da Aeronáutica e dos Ministérios da Defesa e da Fazenda mantenham os executivos da Saab informados de qualquer avanço nas negociações.

 

A expectativa é que o governo brasileiro autorize a fusão entre ambas as empresas, dentro de regras que mantenha a autonomia do Brasil. De acordo com o Ministério da Defesa, a transferência do controle da Embraer para a Boeing não está na mesa de negociações.

Fonte: AEROMAGAZINE por Edmundo Ubiratan

EBAA to EU: Keep Status Quo for UK Bizav under Brexit

 

EBAA today released a Brexit analysis report that calls for negotiators in Brussels and London to preserve the current aviation relationship. Completed in partnership with Clyde & Co, the report outlines the current relationship between the EU and the UK and presents six scenarios for a future one.

 

Key topics of interest for the business aviation industry highlighted in the report include traffic rights, ownership and control, VAT/customs duty, and the future relationship with the European Aviation Safety Agency (EASA). The report also analyzes how these topics would fare under a future scenario.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Brexit analysis report from the European Business Aviation Association urged UK and European Union negotiators to maintain the existing aviation relationship as far as possible. This, EBAA said, is key to avoiding detrimental effects on the business aviation community post-Brexit. (Photo: Biggin Hill)

 

The report concludes that maintaining the existing relationship as far as possible is key to avoiding detrimental effects on the business aviation community. According to the report, this hoped-for outcome could result from the UK joining the European Economic Area, an approach taken by countries such as Norway, Iceland, and Liechtenstein.

 

“As Brexit moves into its second phase of negotiations, this report is a helpful reminder of the expectations of the European business aviation industry from the Brexit negotiations,” EBAA CEO Brandon Mitchener said. “As a sector that contributes significantly to both the EU and UK economies through the people who power them, it is paramount that these negotiations result in a strong relationship between the EU and the UK.”

 

Transition guidelines are expected to be signed off in Brussels today at an EU Affairs Ministers meeting. “I hope that negotiators can move quickly to reassure businesses about what a future relationship will entail and what it will mean specifically for the business aviation industry,” Mitchener said.

Fonte: AINonline by Chad Trautvetter

Sikorsky Sells Schweizer S-300 Helicopter Line

 

The ongoing product support and parts prices issues for Hughes/Schweizer S-269/300 operators could be coming to an end. Yesterday, Sikorsky announced that it was selling the type certificate and all related items, including its parts stores, to a new entity formed by Fort Worth, Texas-based Rotorcraft Services Group (RSG).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Photo: Air Flite, Inc.

Sikorsky purchased Schweizer in 2004 and over the subsequent years Sikorsky's commitment to the S-300 piston single became increasingly ambiguous. The new entity, Schweizer RSG, will be based in Fort Worth and headed by David Horton, a former Schweizer general manager.

 

Horton told AIN that he hoped to have a website for the new company up and running soon, have parts available for customers before the end of February, and pledged that operators of the estimated 2,900 S-300-series helicopters worldwide would soon see better product support and competitive prices.

 

“We are going to work to remain competitive and make sure we have a very strong supply chain so we can deliver a good quality product at a market-accepted price,” he said. Sikorsky's prior agreement with China's AVIC to manufacture airframe parts for the S-300 remains in place with Schweizer RSG as part of an overall strategy to keep prices reasonable. He said Schweizer RSG would sponsor a gathering of S-300 distributors and operators at Heli-Expo next month. “We want to make sure we focus on what they tell us they need,” said Horton.

Fonte: AINonline by Mark Huber

AsBAA: China Must Ease Fees To Open Door to Light Jets

 

Clear and transparent industry regulations and reasonable infrastructure service charges in China remain top priorities for the Asian Business Aviation Association’s (AsBAA) China chapter. Led by AsBAA mainland China Committee and Textron v-p of government affairs Rocky Zhang, the chapter recently met in Beijing to review 2017 events and discuss priorities for this year.

 

Chapter members agreed that large business aircraft remain a preference in the Chinese markets. Obstacles such as scheduling and fee charges need to be resolved to encourage the introduction of more short and medium-range aircraft, the chapter further agreed. Industry leaders in the region are pushing for an improved regulatory approach that would enable China to have an “open for business” reputation, the association said.

 

“The vision for AsBAA in 2018 is to improve the regulatory environment and create opportunities for sustainable development,” said AsBAA chairman Jenny Lau, who is also president of Sino Jet Management. “We will also continue to host meetings in which our members can access expert legal and professional advice.”

 

The chapter discussed the need to work with the other industry groups to present a united front and strategized ways to work with the various government agencies as they press for a fair environment.

In addition to its advocacy with the government, AsBAA works to bring new people into the industry, hosting seminars at Chinese universities to promote business and general aviation careers.

Fonte: AINonline by Kerry Lynch

1st Flight of 5th Global 7000

 

Dear Industry Colleagues,

 

The 5th Global 7000 Flight Test Vehicle (FTV5) successfully conducted its first flight January, 30 from our BBD facility in Toronto, Canada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

I’m pleased to share with you that it was a routine flight – the best type for flight test aircraft!  It flew over 4 ½ hours and, now, its ferry flight to our Flight Test Center in Wichita, KS, is imminent.

 

I’ve attached the Bombardier news release.  I’ve also attached a striking takeoff photo featuring a flexed wing designed to ensure a smooth ride… that even a flight test crew would appreciate!

 

Colleagues, feel free to share these with your teams as you wish. Do not hesitate to contact me should you have any questions.

 

Best Regards, Leo Knaapen

Chief, Industry Affairs / Chef, Relations avec l’industrie Bombardier

 

Click here to see Global 7000 FTV5 First Flight Release.

Fonte: Bombardier

Helibras - Stronger and leaner Airbus Helicopters displays solid commercial performance in 2017

. 409 helicopters delivered last year

. Solid commercial performance of heavy and super-medium helicopters

. First wave of company-wide transformation completed

 

Marignane, Airbus Helicopters delivered 409 rotorcraft and logged gross orders for 350 helicopters (net: 335) in 2017, with a strong commercial performance on the heavy and super-medium segments. The company booked 54 orders for helicopters of the Super Puma family and 19 orders for the super-medium H175, confirming those types as best-sellers on their respective market segments. Bookings also included 168 orders for light-single engine helicopters and 105 orders for the H135/H145 light-twins. At the end of 2017, the overall backlog stood at 692 helicopters.

 

“We are now closing the first chapter of the company-wide transformation launched in 2014, which has allowed us to become stronger and leaner in a challenging market environment. Our 2017 results are a testimony to the great work done by our teams to transform our industrial operations, improve our products & services, while delivering an ambitious innovation roadmap to prepare the future of vertical flight”, said Guillaume Faury, Airbus Helicopters Chief Executive Officer. “As we launch a second wave of company transformation this year, our main focus will be to speed up these efforts through increased digitalization of our products, services and operations – for the benefit of our customers and the safety of our fleet”.

 

Last year saw major progress being made on new products, including the H160 – first of the “H Generation” – with three prototypes now in flight-testing ahead of certification in 2019. A full-scale firing campaign of the HForce weapon system was also carried out successfully on the H145M, which will benefit from improved and modular military capabilities by the end of 2018. The year was also marked by the launch of ACH (Airbus Corporate Helicopters) through which the company is able to offer high quality design and specifications across its range of helicopters to private and business customers.

 

In 2017, Airbus Helicopters completed the implementation of its revamped industrial model with the inauguration of its blade production facility in Paris-Le Bourget, which will be fully part of the new site specialization strategy integrating the Marignane, Donauwörth and Albacete plants. On the international stage, the company delivered the 400th UH-72 Lakota to the US Army and broke ground on its first helicopter final assembly line in China, with initial deliveries expected in 2019.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: AIRBUS

EMBRAER - Embraer Aviação Executiva #1 na Pesquisa de Suporte ao Produto

 

Mais uma vez, a Embraer Executive Jets ficou em primeiro lugar na pesquisa de Suporte ao Produto 2017 da Revista Aviation International News – AIN. Com a nota de 8.4 num total de 10, mantivemos a liderança na categoria de aeronaves novas e usadas. No ano passado, obtivemos a mesma nota que foi a maior na história das pesquisas. “Com foco centrado no cliente, estamos constantemente observando caminhos para oferecer o melhor valor para o mercado. Ser o primeiro colocado em suporte de produto ano após ano reflete nosso contínuo compromisso em fornecer o nível de suporte esperado. Estamos muito gratos pela confiança demonstrada pelos nossos mais de 700 clientes que voam uma frota superior a 1,1 mil aeronaves em mais de 70 países”, disse Michael Amalfitano, Presidente e CEO da Embraer Aviação Executiva. “No entanto, nós não paramos por aqui. Com a nossa nova unidade de negócios, a Embraer Serviços e Suporte, trazendo novas capacidades de cada segmento de negócio da Embraer, estaremos habilitados a oferecer aos clientes uma experiência ainda melhor, com um portifólio de soluções ainda mais amplo.” A Pesquisa de Suporte de Produto da AIN está entre as mais importantes da indústria, obtendo avaliações estatísticas de usuários de aviação executiva sobre o suporte de produto oferecido pelas fabricantes no último ano. A pesquisa é tradicionalmente realizada em maio e os resultados são divulgados na edição de agosto da Aviation International News. Pelo sexto ano consecutivo, a Embraer está entre as companhias melhor avaliadas da indústria em suporte de produto.

Fonte: EMBRAER

A Decade Later, TSA Officially Drops LASP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The Transportation Security Administration has quietly withdrawn a rule that the business aviation community said would have imposed “new, onerous, and largely unworkable security regulations" on general aviation aircraft weighing more than 12,500 pounds. (Photo: Gulfstream)

 

Nearly a decade after the Transportation Security Administration (TSA) introduced the Large Aircraft Security Program (LASP) and was met with an outpouring of opposition, the agency has quietly withdrawn the rule. NBAA noted its official withdrawal, saying that, as originally written, the rule would have imposed “new, onerous, and largely unworkable security regulations on general aviation.” Instead, the association said, the business aviation community is continuing to work with the agency on risk-based initiatives.

 

Designed for aircraft weighing more than 12,500 pounds, LASP called for flight crew criminal history record checks, the cross-check of passenger names against no-fly and selectee lists, compliance with the prohibited items list for scheduled airlines, and security program audits, among other requirements. General aviation groups called the requirements unworkable and warned the TSA that the program would have “disastrous” consequences on the industry.

 

Opposition increased so much that Congress got involved, pressuring the agency to revise it. The TSA agreed to rewrite the rule, and it had languished at the agency since.

 

TSA leaders since had acknowledged the rule needed changing, including the previous administrator, Peter Neffenger, who had called the rule too prescriptive and said he wanted to open a dialog with the business aviation community and work more collaboratively.

 

The more collaborative approach has been widely welcomed by business aviation leaders. “NBAA and its members remain fully committed to promoting appropriate, reasonable, risk-based security measures for general aviation, and in the 10 years since LASP was introduced, the industry has demonstrated a record of compliance with very sophisticated, voluntary, and mandatory security measures,” said NBAA president and CEO Ed Bolen. “We look forward to continuing our work with the TSA, Congress, and security experts on additional collaborative efforts.”

 

Working through an industry/government Aviation Security Advisory Committee, the business and general aviation community and the TSA have progressed on issues such as the revision of general aviation airport security guidelines, a review of flight-training security procedures, and more recently, possible updates to the Twelve-Five Standard Security and Private Charter Standard Security Programs.

 

The move to drop the LASP was no surprise. Few, if any, industry leaders expected to see the program resurrected anytime in the near future, and most believed its fate was further sealed by the ongoing regulatory review required by the Trump administration.

Fonte: AINonline by Kerry Lynch

ANAC - Confira a nova edição da Carta de Segurança Operacional

 

A ANAC divulgou hoje, dia 19 de janeiro, a 8ª Edição da Carta de Segurança Operacional. A publicação tem periodicidade quadrimestral e busca promover e disseminar a cultura de boas práticas relativas à segurança operacional. Esta edição da Carta traz a cobertura do segundo encontro internacional Safety Management Summit (SMS - Brazil 2017), realizado pela ANAC e pelo DECEA nos dias 7 e 8 de dezembro no Rio de Janeiro.

 

Outro assunto abordado é a criação da página de Meteorologia Aeronáutica, tema que consta nos manuais de cursos aprovados pela ANAC para as licenças de Piloto Privado categoria Avião e Helicóptero, Piloto Comercial categoria Avião e Helicóptero, Piloto de Linha Aérea Avião e Helicóptero e Habilitações Específicas destas licenças, despachantes operacionais de voo, comissários de voo e instrutores de voo (INVA).

 

A Carta apresenta ainda novas normas que permitirão aos regulados o uso de sistemas digitais para registro oficial de informações, inclusive no Diário de Bordo.

Confira aqui a 8ª Edição da Carta de Segurança Operacional.

Fonte: ANAC

DECEA - Conheça o Portal GEOAISWEB

Movido pela evolução contínua, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo, através do GT-AISWEB, do Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA) e da Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA), lança nesta quinta-feira, dia 30 de novembro, o novo Portal GEOAISWEB.

 

“O Portal, desenvolvido totalmente em software livre, apresenta uma nova forma de disponibilizar as Informações Aeronáuticas (AIS) diretamente em um mapa, possibilitando o uso combinado com as Cartas Aeronáuticas. As informações acompanham os mesmos dados em vigor constantes das Publicações Aeronáuticas, conforme o ciclo AIRAC”, comenta a Coordenadora do Projeto GEOAISWEB e Chefe da Divisão de Pesquisa e Desenvolvimento do ICA, Major Cristiane de Barros Pereira (foto).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trata-se de um serviço de divulgação das informações produzidas pelo DECEA em diversos formatos GEO, composto pelo GeoSERVER – que disponibiliza os dados, permitindo o download das informações desejadas em diversos formatos (como KML – utilizado no Google – ou SHP – para sistemas de informação geográfica) – e pelo visualizador de mapas – que é a interface dos dados gerados.

 

Essa interface de visualização intuitiva e de fácil acesso, viabiliza camadas de dados sobre diversas áreas, que, uma vez clicadas, abrem caixas com atributos dessas informações, como aeródromos (nome, data da sua efetivação, coordenadas geográficas, indicativos, entre outros), Regiões de Informação de Voo (FIR), áreas contendo espaços aéreos condicionados (restritas, perigosas ou proibidas), Cartas Aeronáuticas (visual, de área, de rota), entre outros.

 

 

 

 

“Até agora, as informações aeronáuticas que eram disponibilizadas vinham em forma de texto ou tabela. Com o GEOAISWEB, podemos consultar os dados vendo-os dispostos espacialmente sobre o mapa. As camadas podem ser sobrepostas e ligadas, conforme o interesse de quem estiver fazendo a consulta”, destaca a Major Cristiane.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Exemplificando as vantagens das funcionalidades do GEOAISWEB, o Tenente Claudius Soares Cardoso comenta o caso de um piloto solicitar uma intenção de voo que passe por um espaço aéreo condicionado. “Esta é uma questão de grande relevância. Quando o piloto define sua rota e ela cruza um espaço aéreo condicionado, o profissional AIS que recebe a intenção de voo vai poder visualmente, através da ferramenta de desenho que o Portal disponibiliza, traçar o percurso proposto e verificar onde ele efetivamente cruza com os pontos sensíveis”.

 

Outras ferramentas são as de medição de distâncias e de áreas – para saber, por exemplo, a distância de uma cidade para outra, ou para fazer um balizamento com relação a um auxílio.

 

A versão que está no ar é uma versão BETA, para que usuários conheçam este novo serviço do DECEA e se familiarizem com as possibilidades de consulta, visualização e download dos dados.

 

Para as versões futuras do GEOAISWEB, o DECEA vislumbra disponibilizar funcionalidades para Meteorologia e para área AGA (Aeródromos).

 

Os usuários que desejarem contribuir com sugestões e comentários, podem fazê-lo através do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC DECEA).

 

O GEOAISWEB está disponível nos Portais DECEA na Intraer e na Internet, dentro do Portal AISWEB. Confira clicando aqui.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do DECEA

Texto: Telma Penteado – jornalista

Fotos: Luiz Perez

ANAC - Já está disponível a versão 1.7 do Sistema de Solicitação de Acesso ao Espaço Aéreo por RPAS - SARPAS

 

Sistema concede autorização de voos para Drones.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aprimorar, refinar, avançar. Longe da métrica parecer repetitiva, as palavras sinônimas servem para ilustrar a complexidade e o tempo de maturação necessários para se alcançar a perfeição de um sistema, ou pelo menos, chegar o mais próximo deste ideal.

 

Tem sido assim com o Sistema de Solicitação de Acesso ao Espaço Aéreo por RPAS (SARPAS), lançado em dezembro de 2016, para trazer agilidade à tramitação dos pedidos de autorização de voo para aeronaves remotamente pilotadas (RPA), os drones.

 

Na prática, não basta comprar um equipamento e, em seguida, fazer um teste de funcionamento, alcance e altura. Para acessar o espaço aéreo, o piloto de uma aeronave remotamente pilotada deve estar atento às regras que devem ser seguidas.

 

Tanto as RPA, quanto os aeromodelos são considerados aeronaves, e por esta razão, devem seguir as regras previstas em legislação definida pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), organização militar da Força Aérea Brasileira, responsável pelo controle e gerenciamento do espaço aéreo brasileiro.

 

Quanto ao cadastro, todas as aeronaves de uso não recreativo devem ser cadastradas no DECEA. Para aquelas que forem de uso exclusivamente recreativo, só é necessário fazer este cadastro no DECEA se existir a pretensão de voar um aeromodelo fora das áreas consideradas adequadas.

 

Adicionalmente, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) estabeleceu regras para as operações civis de aeronaves não tripuladas, o Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial nº 94 (RBAC-E nº 94), complementar à regulamentação do DECEA. É obrigatório cadastrar todas as aeronaves não tripuladas no Sistema de Aeronaves não Tripuladas (SISANT), da ANAC.

 

O proprietário de uma aeronave remotamente pilotada também precisa homologar seu equipamento junto à Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). A medida serve para impedir que os transmissores de radiofrequência, presentes nos controles remotos dos equipamentos, gerem interferências em outros serviços, como as comunicações via satélite, por exemplo.

 

Assim, o usuário dessas aeronaves deve possuir uma certidão de cadastro emitida pelo SISANT ou documentação equivalente para outras Classes, emitidos pela ANAC, além de ter seu equipamento homologado pela ANATEL e uma autorização ou notificação do DECEA para acessar o espaço aéreo.

 

A ideia é possibilitar a entrada destas aeronaves de forma coordenada e segura. É preciso saber que trafegam pelos céus do Brasil aeronaves de companhias aéreas, a chamada aviação regular, aviões de médio e pequeno porte da aviação geral, helicópteros, e, em lugares previamente autorizados e estabelecidos, asa-delta, parapentes e afins.

 

Além disso, o Brasil é signatário de acordos internacionais para garantia da segurança na aviação. Deste modo, para possibilitar o acesso à informação ou solicitação de voo, o DECEA definiu a necessidade de comprovação, em seu domínio, dos cadastros já realizados na ANAC, tanto de pilotos, quanto de aeronaves. Com o SARPAS, o DECEA faz o controle do que é de sua responsabilidade: a exploração do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB).

 

Com diligência, o DECEA trabalha para trazer melhorias aos usuários que acessam o espaço aéreo brasileiro, independentemente se o serviço é ou não tributado, por este motivo nasceu a versão 1.7 do SARPAS. Entre as novidades, é possível cadastrar pessoas jurídicas, compartilhar aeronaves, definir antecipadamente o tipo de operação requerida e muito mais.

 

Confira as principais mudanças:

• Definição preliminar de análise do voo - alguns perfis de operação não sofrerão análise, uma vez que o usuário se compromete em cumprir todos os parâmetros previstos, mantendo a segurança do espaço aéreo, das pessoas, propriedades e animais no solo;

• Consulta de operações por protocolo, facilitando a consulta dos usuários e a fiscalização pelos órgãos competentes;

• Atualização das normas em vigor;

• Parâmetros ajustados para flexibilizar o voo desejado;

• Revisão de cadastros de aeronaves, para estar de acordo com as normas dos demais órgãos reguladores. Aeronaves que tenham sido cadastradas mais de uma vez com códigos SISANT diferentes, devem ser apagadas no SARPAS e reinseridas com um código SISANT único;

• Autorização automática, com parâmetros de distância diferentes para aeródromos e helipontos.

 

As alterações já foram reconhecidas por usuários cadastrados no SARPAS, como a Fundação do Meio Ambiente (FATMA), que possui um grupo de técnicos treinados na operação dessas aeronaves.

 

A equipe, que faz o licenciamento, fiscalização contra crimes ambientais, identificação e monitoramento de áreas de incêndio em unidades de conservação, encaminhou uma mensagem reconhecendo o aperfeiçoamento do Sistema.

 

“Parabéns pelo trabalho, evoluindo cada vez mais no trato do tema e fazendo do Brasil uma referência (séria) na segurança de operações com RPAS. Muito orgulho deste órgão”.  A mensagem foi encaminhada ao DECEA pelos membros da Câmara Técnica RPAS da FATMA.

 

A Diretoria do Departamento de Modernização e Tecnologia (DMT) da Polícia Militar da Bahia e a equipe do projeto SARP da instituição, que realiza atividades de monitoramento aéreo no policiamento ostensivo, escreveu: “parabenizamos o DECEA por mais este marco regulatório”.

 

Não esqueça, a segurança é fundamental para qualquer sobrevoo de aeronaves não tripuladas. Certifique-se: antes de iniciar um voo esteja ciente das informações necessárias para planejar este deslocamento, conhecendo previamente as características do equipamento e seu manual de operação.

 

Também avalie as condições meteorológicas dos aeródromos envolvidos e a rota a ser voada, faça um cálculo adequado da autonomia de bateria e o tempo previsto para o voo, principalmente, se o ponto de decolagem e pouso estiverem na mesma posição geográfica. Outra dica: tenha um planejamento alternativo para o caso de não ser possível completar o percurso inicial.

 

 De acordo com o Chefe da Divisão de Planejamento do Subdepartamento de Operações do DECEA, o Tenente Coronel Aviador Jorge Humberto Vargas Rainho, é preciso certificar-se de atender todos os pré-requisitos previstos na legislação dos órgãos reguladores.

 

 “Acessar o espaço aéreo sem a homologação da ANATEL (todos os casos), sem a documentação prevista pela ANAC (todos os casos) e sem a uma mensagem de autorização ou notificação do DECEA (exceção feita aos voos de aeromodelos dentro de áreas adequadas à prática) é um ato ilícito e pode gerar consequências civis e criminais”, alertou o Tenente Coronel Vargas.

 

 Para saber que implicações podem ser ocasionadas pelo acesso não autorizado ao espaço aéreo basta consultar os Art. 132 e Art. 261 do Código Penal, e o Art. 35 da Lei das Contravenções Penais. “Obviamente ninguém quer isso. Portanto, voe de forma regular, procure as autoridades, tire suas dúvidas, pergunte. Estamos à disposição no DECEA para quaisquer situações e, se desejar, venha nos visitar. Bons voos em segurança a todos. Um dia nos encontramos pelas aerovias”, completou o oficial.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social (ASCOM) do DECEA

Reportagem: Gisele Bastos (MTB 3833 PR)

Ilustração: Aline Prete

U.S. Business Aircraft Flying Ends 2017 with a Gain

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Business aircraft flying in the U.S. rose 2 percent in December, thanks to increases in activity of large-cabin jets, such as this Gulfstream G550, as well as midsize jets. (Photo: Gulfstream Aerospace)

 

Business aviation flight activity last month in the U.S. fell short of forecast (5.6 percent growth), but still managed to post a 2 percent year-over-year increase, according to TraqPak data released today by Argus International. Analysts at the business aviation services company are calling for a 3.3 percent gain in flying this month.

 

By operational category, Part 135 flying came out on top, rising 4.6 percent from a year ago, while fractional activity wasn’t far behind, with a 4 percent increase. But Part 91 flying once again slipped into negative territory, falling 0.5 percent year-over-year, with gains in midsize and large-cabin jets more than offset by losses in turboprops and light jets.

 

Despite an 8.3 percent resurgence in fractional turboprop flying last month, the aircraft category remained flat year-over-year. Light jet activity was equally anemic, logging a 0.1 percent decrease. However, midsize and large-cabin flying saw solid gains last month, ascending 4.2 percent
and 5.5 percent, respectively, from a year ago.

 

In individual categories, only Part 135 large-cabin jets experienced double-digit gains, climbing
11.2 percent year-over-year. Large-cabin fractional activity recorded a 5.8 percent loss over the same period.

 

Argus’s TraqPak data provides “flight-number-specific aircraft arrival and departure information on all IFR flights in the U.S., Canada, and the Caribbean.”

Fonte: AINonline by Chad Trautvetter

Santa Monica Airport Shortens Runway Ahead of Planned Closure in 2028

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Operations resumed on December 23 at the Santa Monica Airport (SMO) in California after the city completed a project to reduce the runway length from 5,000 feet to 3,500 feet. The shortening consists mainly of changes in runway markings and lighting, taxiway configuration, and relocation of navaids with the intention of limiting the types of aircraft that can use the airport, namely business jets.

 

This is the beginning step of a stated overarching goal to completely close the field altogether by the end of 2028. Residents of the city have been fighting to close the airport due to perceived environmental and safety risks while facing opposition from pilots and other interests in the airport community, as well as national organizations such as NBAA and AOPA. The ultimate closure of the airport will result in the loss of millions of dollars of economic benefit for the area, but the airport is located in one of the richest parts of the United States which likely won’t miss the lost revenue. NBAA is still challenging the action, and fighting for the future of the airport in the U.S. Court of Appeals, so it is possible that the original configuration could be restored.

 

The general aviation community remains optimistic that NBAA and airport advocates will prevail in their lawsuit to overturn an agreement the FAA struck with the city that paved the way for the runway shortening and ultimate closure of the airport.

Fonte: AINonline.com

IBAC To Sponsor Fatigue Webinar

On February 14, the International Business Aviation Council, (IBAC) as part of its SafetyNet series of live Internet programs, will sponsor a free webinar on the topic of fatigue in corporate aviation. The hour-and-a-half presentation will be led by Daniel Mollicone, Ph.D., CEO, and co-founder of Philadelphia-based sleep science researcher Pulsar Informatics, and will explore how fatigue can affect every aspect of flight operations, including flight and cabin crew as well as the maintenance technicians and ramp personnel who ensure that the aircraft is ready for flight.

 

Unmanaged fatigue can endanger the safety of operations, damaging a company’s reputation, according to the company. Among the expected learning points in the webinar are learning about human fatigue principles, identifying fatigue risks across the entire operation, possible mitigation procedures aimed at addressing problem areas, and reviewing actual examples of operational fatigue to help attendees reflect on their own safety cultures.

Fonte: AINonline by Curt Epstein

Regulamentação de lei é considerada essencial pela concessionária para definir os rumos do aeroporto. Apesar de estar em fase final, publicação não tem prazo.

O texto do decreto de regulamentação da lei 13.448/2017, que vai definir as regras de relicitação de concessões no transporte do país, está pronto e aguarda assinatura do ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Lessa (PR), para ser publicado. A informação é da própria pasta federal, que recebeu o documento após análise jurídica da Coordenação de Projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), órgão ligado à Secretaria-Geral da Presidência da República. A publicação do documento é considerada essencial pela concessionária Aeroportos Brasil para definir os próximos rumos do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP).

 

Apesar de confirmar que o decreto está na etapa final antes da publicação, a regulamentação da lei ainda não tem data exata para acontecer. O primeiro prazo dado pelo governo, em setembro, não foi cumprido. Na ocasião, o governo afirmou que o documento seria publicado em duas semanas, o que não aconteceu. Trâmites burocráticos atrasaram o andamento do texto no Programa de Parcerias de Investimentos.

 

Ainda segundo o Ministério dos Transportes, após a assinatura do titular da pasta, o decreto passará ainda pela análise do Ministério de Planejamento , Desenvolvimento e Gestão, entre outros órgãos relacionados ao assunto, antes de ser publicado. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou ao G1 que também aguarda a regulamentação da lei para continuar a análise do pedido de relicitação de Viracopos e da dívida da outorga de 2017 pela concessão da estrutura.

 

De acordo com a concessionária, sem a regulamentação da lei não será possível dar andamento ao processo de relicitação e nem à negociação para encontrar novos sócios, o que suspenderia a devolução do aeroporto ao governo. Em entrevista ao G1 no mês de dezembro, o diretor de operação de Viracopos, Marcelo Mota, deixou claro a intenção de renegociar a outorga, abrir a possibilidade da entrada de um investimento estrangeiro, e permanecer na estrutura.

 

“Estamos em conversas com o PPI [Programa de Parcerias de Investimentos], com a Anac, Casa Civil, BNDES... Estamos aguardando de fato a publicação do decreto e, a partir daí, as conversas podem evoluir. Os acionista estão discutindo com potenciais investidores, mas não adianta aprofundar a negociação enquanto não houver uma definição. A manobra [pedido de relicitação] é um mecanismo para iniciar essas negociações com o governo e também de proteção. E pode ter múltiplos resultados. Pode haver uma renegociação e a concessão continuaria, ou encerra-se a concessão”, disse Mota.

 

O QUE VAI TER O DECRETO

O principal objeto do decreto para definir a relicitação de Viracopos é a dívida da outorga de 2017
que a concessionária tem com a Anac. De acordo com a agência, a Aeroportos Brasil deve ao governo R$ 169,2 milhões da parcela fixa e R$ 25,5 milhões da variável. O aeroporto entrou com recurso, que está em análise da diretoria do órgão. A dívida da outorga de 2016 foi paga pela seguradora Swiss Re em agosto do ano passado.

 

Com a publicação do decreto, ficará definido se a concessionária deve pagar a dívida mesmo com a devolução da concessão ou será reembolsada pelo governo por conta dos investimentos feitos durante os cinco anos de concessão.

 

Na audiência pública do dia 28 de setembro, o secretário de Coordenação de Projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou que o decreto vai estipular as regras de transição até que o novo concessionário possa assumir o empreendimento. Além disso, o documento também vai definir os detalhes operacionais da transição.

 

DEVOLUÇÃO

A Aeroportos Brasil Viracopos (ABV) decidiu, em julho, devolver a concessão por conta das dificuldades financeiras e da frustração da demanda do fluxo de passageiros e de cargas.

 

De acordo com o departamento jurídico da ABV, até que o processo de relicitação seja concluído e um novo gestor assuma Viracopos, a concessionária continuará administrando o aeroporto e só vai sair depois que o novo consórcio pegar a concessão. No entanto, os investimentos previstos serão suspensos. O G1 fez um especial sobre os principais pontos da administração.

 

Fonte: G1 - Marcello Carvalho

Bell Helicopter To Unveil Urban Air Taxi at CES 2018

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bell Helicopter's four-passenger, electric VTOL urban air-taxi design will offer full connectivity, including video conferencing capability. (Photo: Bell Helicopter)

 

Bell Helicopter will unveil its design for an urban air-taxi design tomorrow at the Consumer Electronics Show (CES) in Las Vegas. The four-passenger design will offer full connectivity, including video conferencing capability.

 

“The future of urban air taxi is closer than many people realize. We believe in the positive impact our design will have on addressing transportation concerns in cities worldwide,” said Bell CEO Mitch Snyder. “While we are laser-focused on the passenger experience and eager to share with the public, Bell continues to develop our air-taxi design to provide safe, reliable transportation services to the world.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Attendees can use augmented reality to see operation in various scenarios. (Photo: Barry Ambrose)

 

This week during CES 2018, attendees can experience an augmented reality simulator inside the air-taxi cabin designed to portray a variety of flight scenarios, including cross-city day and night trips. Last year, global ride-sharing service Uber and Bell announced plans to partner and accelerate the eventual large-scale deployment of electric vertical takeoff and landing (eVTOL) vehicles.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seat-back monitors give passengers in the rear row a look ahead. (Photo: Barry Ambrose)

 

Last year, Scott Drennan, Bell’s director of engineering innovation, said his company’s design would be robust enough to fly 2,000 hours per year; be “modular, adaptable, and scalable”; be able to use a variety of powerplants; have both civil passenger and military logistics applications; and likely be certified under the FAA’s new powered-lift category developed for tiltrotors. Uber believes urban air taxis can be operated for a cost near $1.32 per mile, about one-third of the price of operating a turbine helicopter.

Fonte: AINonline by Mark Huber

Dassault Falcon Deliveries Climb Above Forecast in 2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Deliveries and orders of Dassault Falcon business jets, including the Falcon 8X trijet, both climbed last year. Despite this strong performance, the Falcon backlog still fell slightly from the end of 2016. (Photo: Dassault Falcon)

 

Deliveries of Falcon business jets were nearly 9 percent higher last year than forecast by Dassault Aviation, the company announced today. The French aircraft manufacturer shipped 49 Falcons last year, four more than forecast and on par with its overall number of business jet deliveries in 2016.

 

Order intake was also more robust as net orders for Falcons climbed to 38 units last year, up from 21 net orders in the previous year. Last year’s net orders include three cancellations for the Falcon 5X, a program that was scrubbed last month due to further issues with the Safran Silvercrest engine selected for the large-cabin business jet. In 2016, Dassault recorded 12 Falcon 5X cancellations.

 

As of December 31, the company’s backlog includes 52 Falcons, down from 63 Falcons a year earlier. Dassault Aviation will present full-year annual results and 2018 guidance on March 8 in Paris.

Fonte: AINonline by Chad Trautvetter

SureFly Hybrid Electric Helicopter To Fly 'Soon'

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Light rain thwarted the planned maiden flight of electric vehicle maker Workhorse's SureFly two-seat hybrid electric vertical takeoff and landing (eVTOL) urban passenger vehicle on Monday afternoon at the Consumer Electronics Show in Las Vegas. Last week, Workhorse received an experimental airworthiness certificate and approval for the flight from the FAA. The company expects to fly the eVTOL "soon."

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SureFly features a drone-like octocopter design, a two-person, 400-pound payload capacity and a range of approximately 70 miles. The aircraft is powered by a fossil-fueled generator linked to a parallel bank of battery packs offering redundant power and eliminating the need for long battery recharging times between flights.

Its electrical system powers motors linked to four propeller arms, each with two contra-rotating propellers. The batteries can power the motors if the generator fails. In addition, the airframe has a ballistic parachute.

 

SureFly was unveiled at the Paris Air Show in June. Late last month, Workhorse announced its intention to spin off SureFly into a separate company. Under terms of the deal, Workhorse plans to issue $5.75 million worth of notes that it anticipates can be exchanged into preferred stock and common stock warrants of SureFly Inc. with a valuation of $33 million.

 

Last year, Workhorse executive Patrick Connors told AIN that he expected the SureFly certification program to cost approximately $40 million and that individual SureFly aircraft would have a target price of $200,000. Connors said the company had yet to select the final generator engine for the aircraft, but he estimated that the company needs to find an engine that generates 300 hp and weighs only 200 pounds.That means an internal-combustion rotary engine or a small turbine akin to what is found in auxiliary power units on corporate jets.

 

While Workhorse has extensive experience with battery-powered vehicles, Connors noted that current batteries are too heavy and take too long to charge to be practical for daily use in the eVTOL mission. Emerging technology from major automakers such as Toyota might change this in the coming years, he added, but for now, “hybrid is the way to go.”

Fonte: AINonline by Mark Huber

ANAC - Pesquisa Pública de Processos e Documentos

A partir do dia 2 de janeiro de 2018, qualquer interessado com acesso à internet poderá consultar processos e documentos ostensivos da ANAC no Sistema Eletrônico de Informações (SEI!). Com a nova ferramenta, todos os processos administrativos e documentos produzidos ou custodiados pela ANAC e que tenham caráter público – ou seja, que não possuam nenhum tipo de restrição legal de acesso – estarão disponíveis para acesso. O usuário poderá consultar processos e documentos ostensivos por tempo indeterminado e gerar versões em formato pdf do arquivo ou mesmo realizar a impressão do documento.

 

Acesso a Processos e Documentos Restritos
Processos e documentos restritos não poderão ser visualizados por meio da Pesquisa Pública.


O acesso a processos restritos é concedido mediante cadastro prévio do interessado, representante legal ou advogado no Protocolo Eletrônico da ANAC.


Após a liberação do cadastro, o usuário deverá autuar processo no Protocolo Eletrônico com o tipo: Gestão Interna – Gestão da Informação: Solicitação de Vista de Processo.


O prazo para atendimento da solicitação de vista é de 5 (cinco) dias, prorrogáveis, a contar da data de registro do pedido.


O usuário terá acesso ao processo por período mínimo de 10 dias.

Fonte: ANAC

DECEA realiza segunda reunião do GT para a implementação da CPDLC no espaço aéreo continental brasileiro

O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) realizou, entre os dias 20 e 24 de novembro, no Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III), a segunda reunião do Grupo de Trabalho para operacionalização das comunicações entre controladores e pilotos por meio de enlaces de dados no espaço aéreo continental brasileiro (GTCPDLC/2).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Grupo foi criado pela gerência do projeto CPDLC Continental, do Programa SIRIUS Brasil, para evolução do ATM Nacional, para o estudo e a definição das diversas variáveis que devem ser consideradas no cenário de controle de tráfego aéreo em um ambiente utilizando as comunicações por enlaces de dados.

 

O encontro reuniu controladores de tráfego aéreo, especialistas em comunicações, engenheiros e analistas de sistemas, de todos os Regionais, do Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) e do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA).

 

“O resultado do trabalho desse grupo será de fundamental importância para a operacionalização da CPDLC no espaço aéreo continental brasileiro de interesse operacional de forma segura, eficaz e garantindo os benefícios operacionais proporcionados por sua aplicação a partir de 2020”, afirmou o gerente do Projeto CPDLC Continental, Tenente Marcelo Mello Fagundes.

 

Para se chegar a esse objetivo, o GTCPDLC está estruturado por 9 subgrupos específicos: doutrina operacional, interface homem-máquina, capacidade do espaço aéreo, pesquisa, capacitação, legislação, análise SGSO, subgrupo técnico e equipamentos aeroembarcados.

 

A reunião focou no desenvolvimento dos trabalhos dos quatro primeiros subgrupos. Durante a semana de trabalho, a equipe debateu aspectos relacionados à definição das fases de implementação do projeto, ao cenário protótipo para a operacionalização da CPDLC Continental, que deverá abranger parte das FIR Recife e Amazônico, além de cursos e treinamentos para a capacitação dos ATCO e conteúdos a serem inseridos em modelo e manual operacional para prestação do serviço data link.

 

Foram discutidos, também, assuntos sobre o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de requisitos de interface homem-máquina do Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatório de Interesse Operacional (SAGITARIO) para a CPDLC Continental e à definição de linhas de pesquisa a serem trabalhadas para apoio aos Subgrupos do GT.

 

Segundo o coordenador do Grupo de Doutrina Operacional, Major Fernandes Júnior, houve um avanço em importantes aspectos e aperfeiçoamento dos entendimentos, que tinham em relação à reunião anterior graças à oportunidade de verificar o emprego da CPDLC em ambiente real. “A expectativa agora é continuarmos trabalhando, sem perder o foco, para alcançarmos as metas dentro dos prazos e com a qualidade prevista, para que a comunidade aeronáutica, especialmente os pilotos e controladores de tráfego aéreo, possam usufruir de mais essa melhoria no sistema CNS/ATM que o DECEA em breve irá proporcionar” destacou o oficial.

 

A próxima reunião do GTCPDLC será realizada no Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), entre os dias 29 de janeiro e 2 de fevereiro de 2018.

 

O grupo realizará uma apresentação aos controladores de tráfego aéreo do CINDACTA IV sobre a tecnologia CPDLC, suas características, benefícios e planejamento do DECEA para seu emprego, com o intuito de dar continuidade à disseminação e consolidação dos conhecimentos sobre a aplicação, além de proporcionar uma transição harmônica e segura para os usuários finais.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do DECEA

Fotos: 1T Fagundes (SDOP)

Textron anuncia novo avião bimotor asa alta. Aeronave Cessna não pressurizada poderá acomodar até três contêineres ou 19 passageiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Textron Aviation anunciou hoje o lançamento do Cessna 408 SkyCourier, um novo bimotor utilitário turbo-hélice, com capacidade para transportar até três containers LD3. O fabricante confirmou ainda o pedido firme de 50 aeronaves do tipo feitos pela FedEx. A previsão é que o novo modelo entre em serviço em meados de 2020.

 

O modelo foi projetado para atender aos operadores do Cessna Caravan que necessitam de uma aeronave com maior capacidade, mas que possa operar nos mesmos aeroportos e com a mesma estrutura existente. Visando aumentar a agilidade na movimentação de carga, os engenheiros buscaram obter um amplo espaço interno, capaz de acomodas os containers LD3, os mesmos utilizados em aviões de maior porte, sem exigir uma fuselagem larga. Além disso, foi instalada uma ampla porta de carga lateral, na parte traseira, e piso que permite a movimentação de cargas de grande volume.

 

A Cessna ainda oficializou uma versão de passageiros, sem clientes, que oferece 19 assentos, numa cabine não pressurizada. O modelo pode atender especialmente aos operadores dos veteranos DHC-6 Twin Otter e Let 410.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O novo Cessna 408 SkyCourier terá 16,71 m de comprimento, 21,95 m de envergadura e 6,02 m de altura. O alcance máximo será de 900 nm, com velocidade de cruzeiro de 200 nós e carga paga de 2.721 kg (6.000 libras). Visando uma operação de baixo custo, o modelo contará com trem de pouso fixo e asa semi-cantilever.

 

Fonte: AeroMagazine 28/11/2017

Indústria aposta em aviões elétricos; veja os modelos em desenvolvimento

O combustível é o principal custo de operação de um avião, seja de uso privado ou de linhas aéreas comerciais. As novas versões de modelos como o Boeing 737Max, o Airbus A320neo ou o Embraer E-190E2 se destacam pela maior eficiência econômica e redução de consumo de combustível. Mas a indústria quer ir muito além disso e vê nos motores elétricos a solução para a redução de custos.

 

Os projetos para se criar um avião elétrico para transporte de passageiros ainda são bastante embrionários. No entanto, a indústria já apresenta diversos modelos que podem revolucionar a aviação nos próximos anos.

 

Assim como nos carros, o grande desafio dos aviões elétricos está na autonomia da bateria. Os modelos atualmente em teste podem realizar apenas voos curtos, de pouco mais de uma hora. Como solução, algumas empresas têm adotado o modelo de motores híbridos, com energia elétrica e combustíveis tradicionais.

 

A meta da indústria é reduzir o consumo tradicional de combustível, baratear as passagens aéreas e reduzir a emissão de gases tóxicos ao meio ambiente. A Airbus, por exemplo, estima que seu avião híbrido emita 75% menos gás carbônico (CO2), 90% menos óxidos de nitrogênio (Nox) e gere 65% menos ruídos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Airbus e-Fan

 

O avião elétrico da Airbus, o e-Fan, foi criado para utilizar motores elétricos. O modelo realizou seu primeiro voo de testes em abril de 2014, na França. Em julho do ano seguinte, o modelo fez sua primeira travessia sobre o Canal da Mancha, entre Inglaterra e França. A viagem de 74 quilômetros foi feita em 37 minutos a uma altitude de 1.000 metros.

 

O e-Fan pode atingir a velocidade máxima de 220 km/h e autonomia entre 45 minutos e uma hora de voo. O avião utiliza dois motores instalados sobre as asas com potência total de 60 kiloWatts (o Nissan Leaf tem potência de 30 kiloWatts).

 

Com capacidade para duas pessoas, o e-Fan mede 6,67 metros de comprimento, 2 metros de altura, 9,5 metros de envergadura de asa (distância entre as pontas das asas) e pesa 500 kg quando está vazio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Airbus e-Fan X

 

A grande aposta da Airbus para a aviação comercial foi apresentada nesta terça-feira (28). A expectativa é que o novo e-Fan X realize seu primeiro voo em 2020. Os testes serão feitos apenas substituindo o motor de um avião comercial do modelo Bae 146, um avião de asa alta com quatro motores a jato. É o mesmo modelo que se acidentou com o time da Chapecoense há exatamente um ano.

 

Em um primeiro momento, a ideia é substituir um dos motores tradicionais por um motor elétrico de 2 MegaWatts. Com a evolução dos testes, um segundo motor também seria substituído. Assim, o avião voaria com dois motores a jato e dois motores elétricos.

 

O novo protótipo de avião híbrido será desenvolvido em parceria com as empresas Rolls-Royce e Siemens. Cada uma delas será responsável por uma parte do desenvolvimento do novo modelo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Zunum Aero

 

A norte-americana Boeing desenvolve um projeto de avião elétrico em parceria com a startup Zunum Aero, com sede em Seattle, nos Estados Unidos. O primeiro avião em desenvolvimento deve levar até 12 passageiros com autonomia de voo de cerca de 1.200 quilômetros, capaz de fazer a rota entre Porto Alegre (RS) e Rio de Janeiro. A empresa espera que o primeiro voo comercial seja realizado em 2022.

 

A grande aposta da Zunum Aero é que seu avião ganhe mercado operando em rotas regionais com custos bastante reduzidos. A empresa tem planos de desenvolver outros jatos regionais híbridos, cada vez maiores e com mais autonomia.

 

Criada em 2014, a empresa apresentou os primeiros detalhes do seu projeto somente em meados deste ano. No entanto, ainda não revelou dados específicos sobre o novo avião, como dimensões e motores que serão utilizados. A expectativa é que, no primeiro momento, o avião seja híbrido, com um motor a jato e outro elétrico. Com o avanço da tecnologia, ele poderia se tornar totalmente elétrico.

 

Fonte: Blog Todos a Bordo – Vinicius Casagrande

NASA X-57 Maxwell

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A NASA, agência especial norte-americana, desenvolve um avião equipado com 14 motores elétricos, sendo 12 menores ao longo das asas e dois maiores nas pontas. Segundo a NASA, a intenção do projeto é que o X-57 tenha um aumento de 500% na eficiência do voo de cruzeiro em altas velocidades, emissão zero de carbono e um voo totalmente silencioso.

 

O projeto está sendo desenvolvido tendo como base o avião italiano Tecnam P2006T, originalmente equipado com dois motores convencionais nas asas. A intenção da agência norte-americana é apenas substituir os motores atuais pelos elétricos, sem outras grandes alterações no projeto do avião.

 

Segundo a NASA, a vantagem de usar um projeto de aeronave existente é que os dados do modelo alimentado por motores a combustão tradicionais podem ser comparados aos dados produzidos pelo mesmo modelo alimentado por propulsão elétrica. “Isso permite que os engenheiros e pesquisadores da NASA possam medir com precisão o aumento de eficiência com o uso do sistema elétrico”, diz a agência. Ainda não há previsão para o primeiro voo de teste do avião com seus motores elétricos.

Fonte: Blog Todos a Bordo

Pilot Report: Cirrus Vision Jet

In June 2007, Cirrus Aircraft unveiled the configuration of its new single-engine jet. At the time, it appeared as though Cirrus was jumping on the same bandwagon as other would-be or existing aircraft manufacturers. The apparent market for a single-engine jet, if all the prognostications were to be believed, was going to soar, part of the then-current hype projecting huge fleets of very light jets about to clog up the world’s airspace.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The list of would-be single-engine jets was long, yet only a handful have actually flown: the VisionAire Vantage, PiperJet, Eclipse 400, Diamond D-Jet, and Stratos 714. While Stratos’s effort has recently seen renewed activity including flight testing, only one-Cirrus’s SF50 Vision Jet-has made it into production.

 

Bringing a new jet into production is a significant challenge. In the midst of the development program in 2011, at a time when funds to see the project through were scarce, Cirrus was sold by its Middle East-based, majority owner venture capital firm Arcapita to China Aviation Industry General Aircraft, a division of Aviation Industry Corporation of China. The new owners were willing to provide the money to see the all-composite Vision jet through certification and into production. Finally, on Oct. 31, 2016, Cirrus announced FAA certification for the SF50 Vision Jet.

 

In the early days of the Vision program, Cirrus quickly racked up several hundred orders secured by $100,000 deposits. Many of those original buyers stuck with their orders over the years and are now taking delivery of their new jets. Perhaps encouraged by seeing Cirrus overcome the hurdles of certification and initial production, more buyers have stepped up, and the backlog is now greater than 600.

 

Cirrus is taking its time and not rushing the ramp-up process. As with its SR-model manufacturing, jet airframe components are made in Grand Forks, North Dakota, then shipped to Duluth for final assembly. Cirrus expected total deliveries to reach 20 by the end of November. Next year’s target is 60 jets, with an ultimate goal of 125 per year.

 

From the beginning, Cirrus touted the Vision jet as “the slowest, lowest and cheapest jet available,” and its projected performance and price targeted owners of single-engine, piston-powered Cirrus SR20s and SR22s who wanted a move-up option in the Cirrus family. Until the jet came along, the upgrade choice was either a multiengine piston twin such as the Beechcraft Baron or Piper Seneca; a Piper, TBM or Pilatus PC-12 single-engine turboprop; or a light jet.

 

https://www.ainonline.com/sites/default/files/pdf/ain_2017_pilot_report.pdf

 

Fonte: AINonline by Matt Thurber

Study: Drone damage can exceed that of bird strikes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Drones that collide with large manned aircraft can cause more damage than similar sized birds, according to new research released by the FAA yesterday. Conducted by the Alliance for System Safety of UAS through Research Excellence (Assure), the study was released in advance of a House aviation subcommittee hearing today on how emerging uses of unmanned aircraft systems are changing the national airspace system.

 

Assure’s research is designed to help operational and collision risk mitigation requirements for drones, the FAA said.

 

“While the effects of bird impacts on airplanes are well documented, little is known about the effects of more rigid and higher mass [small unmanned aircraft systems] on aircraft structures and propulsion systems,” said Mississippi State University’s Marty Rogers, director of Assure. “The results of this work are critical to the safety of commercial air travel here in the U.S. and around the world.”

 

The research involved both computer modeling and physical validation testing. Researchers modeled impacts of 2.7-pound and four-pound quadcopters, along with four-pound and eight-pound fixed-wing drones on a single-aisle commercial airliner such as a Boeing 737 and a Learjet 30/40/50. The study explored potential impacts of several areas: the wing leading edge, windshield, and vertical and horizontal stabilizers. “The windshields generally sustained the least damage and the horizontal stabilizers suffered the most serious damage,” the FAA said.

 

Structural damage ranged from little to no impact to actual penetration of the drone into the airframe. The research, however, did not assess risk to flight that may result from the damage. Researchers, however, “concluded that unmanned aircraft system manufacturers should adopt ‘detect and avoid’ or ‘geo-fencing’ capabilities to reduce the probability of collisions with other aircraft,” the agency added.

 

Future research is planned for engine ingestion and additional collision studies involving helicopters and general aviation aircraft.

 

Assure used resources from Mississippi State University, Montana State University, Ohio State University and Wichita State University in its study.

 

House aviation subcommittee chairman Frank LoBiondo (R-New Jersey) said in his prepared statement for today’s hearing that the research results thus far “is concerning” and that “We will monitor the future of this research closely as they investigate the risks of ingestion of UAS into jet engines.”

 

Noting that two million drones have been sold in the U.S. to date, LoBiondo added that “the sheer volume of UAS…and their unique features are causing policy-makers and operators to rethink all aspects of airspace use.”

 

Fonte: AINonline by Kerry Lynch

Senado rejeita redução de imposto sobre combustível de aviação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Plenário do Senado rejeitou nesta quarta-feira (29) o projeto que reduz o ICMS sobre o combustível de aviação. Foram 43 votos a favor e 17 contrários, além de uma abstenção. Para a aprovação, a exigência era de no mínimo 54 votos. Na semana passada, o projeto já havia passado pela fase de discussão, mas foi retirado de pauta devido ao baixo quórum em Plenário.

 

A intenção do texto (PRS 55/2015) era fixar o limite de 12% para a alíquota de ICMS sobre o combustível de aviação utilizado em operações dentro do país. A medida valeria para transporte aéreo regular, não regular e de serviços aéreos especializados. O combustível é considerado o item que mais influencia no cálculo dos custos operacionais das companhias aéreas. Atualmente, a alíquota de ICMS sobre combustível varia de 12% a 25%, dependendo do estado onde ocorre o abastecimento.

 

O texto original do projeto de resolução, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), estabelecia a alíquota máxima de 18% na cobrança pelos estados do ICMS sobre o querosene de aviação. Com as mudanças feitas pelo relator, senador Telmário Mota (PTB-RR), o teto ficaria em 12% e a palavra "querosene" seria substituída por "combustível" de aviação. A alteração, sugerida pelo senador Vicentinho Alves (PR-TO), beneficiaria as empresas de transporte aéreo regular e não regular que utilizam gasolina de aviação.

 

Contrários

O senador Paulo Bauer (PSDB-SC) disse que seu estado, Santa Catarina, perderia recursos com a medida. Bauer, Ana Amélia (PP-RS), Waldemir Moka (PMDB-MS), Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Marta Suplicy (PMDB-SP) questionaram a constitucionalidade da proposição. Marta destacou que o projeto não prevê punição para as empresas, caso os voos não sejam implementados. José Serra (PSDB-SP) chamou a matéria de “aberração” e disse que o projeto, na verdade, poderia concentrar o abastecimento no estado de São Paulo.

 

A senadora Simone Tebet (PMDB-MS) também se manifestou contrária à proposição, ao apontar que a medida pode retirar recursos de outras áreas, como educação e saúde. Na opinião de Roberto Requião (PMDB-PR), o projeto poderia prejudicar São Paulo e não traria benefícios para outros estados, pois é “uma ilusão” achar que o preço da passagem poderia baixar.

 

Mais voos

O senador Jorge Viana (PT-AC) defendeu a proposta como uma tentativa de diminuir os custos da passagem aérea sem sacrificar os estados. De acordo com o senador, a matéria poderia ajudar a economia e incrementar o turismo nacional. A previsão era que o projeto traria 198 novos voos para o país. Segundo o senador, o estado de São Paulo teria mais 36 voos e o Amazonas teria 18 a mais. A medida entraria em vigor 180 dias depois de publicada, condicionada à implantação do novo plano de voos nacionais e regionais.

 

- Não podemos viver num país em que é proibido o povo pegar avião, por conta do alto preço da passagem. Por tudo que estudei, os estados terão ganhos com o ICMS, pois vamos trazer o brasileiro de volta para os aeroportos – afirmou Jorge Viana.

 

O senador José Maranhão (PMDB-PB) classificou o projeto como “salutar”. Para o senador Reguffe (sem partido-DF), a redução de impostos é um benefício para o consumidor, pois pode colaborar com uma passagem mais barata. O senador Randolfe defendeu a constitucionalidade do texto, ao apontar que a Carta Magna prevê, no artigo 155, que “é facultado ao Senado fixar alíquotas máximas para resolver conflitos entre estados por meio de resolução”.

 

- É um projeto em que todos ganham, até o estado de São Paulo. É uma proposta que combate a guerra fiscal e recupera um setor importante para a economia nacional – declarou Randolfe.

 

Apesar dos argumentos apresentados pelos senadores que defendiam o projeto, a medida não conseguiu apoio suficiente e foi rejeitada em Plenário.

 

Fonte: Agência Senado

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Novo jato supersônico pretende atender ao mercado de luxo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Avião criado pela Boom Supersonic, que deve se instalar no Oriente Médio, vai voar de Londres a Nova York em pouco mais de três horas com até 55 passageiros a um preço de US$ 5 mil pela passagem de ida e volta.

 

A Boom Supersonic, que desenvolve nos Estados Unidos um jato comercial supersônico para 55 passageiros e velocidades em torno de Mach 2,2, lançou o processo de seleção de sua futura unidade industrial e já adiantou que o Oriente Médio é, provavelmente, o melhor local para as operações de montagem final da futura aeronave, prevista para entrar em serviço no final de 2023. Além disso, a empresa teria uma carta com a intenção de 73 compras da aeronave, segundo revelou o site The Market Magoul, em negociações com cerca de 20 empresas aéreas.

 

Pelas projeções iniciais, o XB-1, como foi designado o novo supersônico, poderá atravessar o oceano Atlântico em menos de 3h30, partindo de Londres e aterrissando em Nova York. O Mach 2,2 significa, dependendo das referências, uma velocidade de cerca de 2.700 km/h, maior do que a do Concorde.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Primeiro voo em 2018

De acordo com Blake Scholl, CEO e fundador da “Boom”, o custo dessa passagem de ida e volta entre Reino Unido e Estados Unidos deve ficar em torno de US$ 5 mil, equivalente aos preços cobrados na primeira classe de algumas linhas aéreas. Ainda segundo Scholl, existe uma demanda de mil a duas mil aeronaves ao longo dos primeiros 10 anos, o que significa uma instalação capaz de fabricar 100 unidades por ano.

 

Tendo conduzido com sucesso os testes em túnel de vento na Universidade Estadual de Wichita e recebido US$ 33 milhões em financiamento privado para o desenvolvimento da aeronave, a companhia está obedecendo ao cronograma: o primeiro demonstrador XB-1 deve voar até o final de 2018. Mesmo com a proibição de voos supersônicos sobre terra firme, cerca de 500 rotas são “viáveis economicamente”, com tarifas para os passageiros comparáveis a de voos subsônicos. Mas a empresa acredita que, mais cedo ou mais tarde, a proibição será suspensa diante da evolução natural dos modelos supersônicos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: AEROMagazine - Ernesto Klotzel

H175 é certificado pela ANAC no Brasil Multimodalidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aeronave já conta com mais de dez mil horas de voo ao redor do mundo. O modelo conta com o moderno aviônico Helionix.

 

A Helibras/Airbus Helicopters acabam de dar mais um importante passo no mercado de helicópteros brasileiro. O modelo Super Médio H175 foi certificado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e já pode operar no País. O projeto iniciou-se em 2014 com a aprovação da Agência Europeia de Segurança da Aviação (EASA). Hoje conta com 17 unidades operando em seis países.

 

O H175 nasceu para o mercado de Oil & Gas e oferece a melhor taxa de carga por passageiro/raio de ação (RoA) na categoria de helicóptero médio. O modelo biturbina também conta com grande capacidade para transporte de passageiros chegando a até 18 pessoas e com melhor alcance por ter o maior tanque de combustível de sua categoria. Entre os marcos do programa recentemente alcançados, está a certificação pela EASA de uma extensão de peso máximo de descolagem (MTOW) de 7.500 kg a 7.800 kg, permitindo aos clientes se beneficiarem de uma carga útil adicional de 300 kg. O MTOW estendido oferece maior flexibilidade operacional, particularmente em operações offshore altamente exigentes. Além disso, a EASA também certificou o H175 com o Rig'N Fly, um procedimento de aproximação automática para as plataformas que reforça a segurança do voo, permitindo a tripulação focar nos parâmetros de voo e no ambiente externo.

 

O projeto excede os requisitos de segurança do mercado de Oil & Gas. O modelo possui câmera de cockpit autônoma com GPS incorporado, HUMS integrado como equipamento básico em todas configurações, janelas extragrandes, entre outros. Também conta com o moderno aviônico Helionix, que além de melhorar e facilitar o voo, também reduz o custo de manutenção e de treinamento para pilotos e mecânicos por estar presente em diferentes modelos da Airbus Helicopters. O sistema conta com quatro telas multifuncionais que integram diversas funções como mapa digital, visão sintética, percepção situacional aumentada, piloto automático de quatro eixos mais avançado do mercado, entre outros diferenciais.

 

“Estamos muito felizes com mais esta importante conquista. Agora o mercado de helicópteros brasileiro poderá contar com mais um excelente produto da Airbus Helicopters. Tanto para o mercado civil quanto para-público, o H175 traz diversos diferencias em segurança, versatilidade e performance”, comenta Richard Marelli, presidente da Helibras.

 

Além da versão O&G, o H175 possui versão certificada para atender ao exigente mercado executivo (VIP). Em breve, a aeronave também receberá certificação para Serviços Públicos como Busca e Salvamento (SAR), Serviços Médicos Emergenciais (EMS) e missões Policiais.

Fonte e foto: Helibras / Airbus Helicopters

DECEA inaugura procedimento de aproximação orientado por satélites no aeroporto de Joinville

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola em Joinville (SC) inaugurou ontem, 9, a operação de um procedimento de aproximação baseado no conceito RNP AR APCH (Required Navigation Performance Authorization Required ou Performance de Navegação Requerida). A tecnologia, orientada via satélite, otimiza os procedimentos de aproximação e aumenta a probabilidade de pouso em condições de baixa visibilidade. Para a Região Sul, esse tipo de procedimento será utilizado nos aeroportos de Joinville (SC), Navegantes (SC), Maringá (PR) e Londrina (PR).

 

O voo inaugural da Latam Airlines Brasil, LATAM JJ3091, partiu de Congonhas (SP)  e utilizou o procedimento de aproximação por instrumentos para a cidade catarinense com várias autoridades a bordo.

 

Entre elas, o chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), representando o Comando da Aeronáutica, Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo de Souza Nascimento, e o Diretor Sênior de Operações e Treinamento da LATAM Airlines, Harley C. Menezes.

 

Em solo, aguardando a aeronave, estavam autoridades municipais e estaduais, como o Prefeito de Joinville, Udo Döhler, o vereador Ninfo König, o representante da Câmara de Vereadores, Volnei Francisco Batista, o representante do Governo do Estado de Santa Catarina e o Superintendente do Aeroporto, Rones Rubens Heidemann.

 

De acordo com o Brigadeiro Luiz Ricardo, o RNP-AR baseia-se no uso de tecnologia satelital de alta precisão embarcada nas aeronaves, o que traz um ganho significativo para os voos no que tange à acessibilidade aos aeroportos e à eficiência das aproximações, inclusive com relação ao meio ambiente.

 

“Por usar satélites, o procedimento dispensa a aquisição de infraestrutura ou equipamentos de auxílio no solo. Dessa forma, não ficamos dependentes de novas instalações nos aeroportos, o que reduz os custos de aquisição e manutenção", acrescentou.

 

Os procedimentos RNP AR APCH possibilitam maior exploração dos modernos sistemas de navegação das aeronaves e apresentam características mais flexíveis que os demais procedimentos de navegação aérea como, por exemplo, as trajetórias em curva (do tipo RF leg), maior precisão de navegação (que pode chegar a 185m) e trajetórias verticais em descidas estabilizadas (Baro-VNAV).

 

O Chefe da Subdivisão de Gerenciamento de Tráfego Aéreo (DO-ATM) do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo - CINDACTA II, Major Clóvis Fernandes Junior, explica que, na prática, os procedimentos RNP AR podem ser estabelecidos para aeroportos com dificuldades em relação aos obstáculos no seu entorno, onde outros tipos de procedimentos seriam inviáveis ou ineficientes.

 

“Esse foi um dos motivos da escolha do Aeroporto de Joinville para a implementação de procedimentos RNP AR, sendo o segundo aeroporto no Brasil”, esclareceu.

 

Os procedimentos para o aeroporto de Joinville, elaborados pelo DECEA e o CINDACTA II, possibilitam aproximações verticais estabilizadas (Baro-VNAV) e uma redução significativa nos mínimos operacionais (de 600ft para 300ft) para a pista 15, tornando as operações menos suscetíveis às condições meteorológicas aumentando a segurança e a eficiência das operações.

 

O voo inaugural contou com o empenho de uma equipe de trabalho multidisciplinar, que reuniu o DECEA, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a

Associação Brasileira das Empresas Aéreas ( Abear), empresas aéreas e controladores de tráfego aéreo.

 

Nesta fase, em especial, um importante avanço foi a aprovação RNP AR – concedida pela ANAC –  para que a LATAM opere este procedimento nos aeroportos que permitem a utilização da tecnologia. Isto representa um marco no trabalho coordenado pelo DECEA desde março de 2012, para a implementação de procedimentos RNP AR no Brasil.

 

“Acredita-se que as operações RNP AR serão ‘multiplicadas’ e passarão a fazer parte da rotina operacional dos principais aeroportos nacionais, o que trará benefícios para os usuários do espaço aéreo, como mais segurança e eficiência, redução das distâncias voadas e diminuição da emissão de CO2 na atmosfera”, explicou o Major Fernandes Junior.

 

Especificamente para Joinville, a expectativa é que a operação RNP AR diminua o cancelamento de voos e aumente a confiança das empresas aéreas e dos usuários da região, para que a utilização do aeroporto aumente gradativamente, trazendo desenvolvimento para a cidade e benefícios para a população.

 

Mais uma vez o DECEA demonstra que está atento aos avanços tecnológicos da indústria aeronáutica e da navegação aérea e, mais do que isso, está trabalhando de forma incansável para atender as expectativas e necessidades dos usuários do espaço aéreo.

 

Histórico

Os estudos para implantação deste procedimento começaram com um projeto de pesquisa científica sobre a aplicação do conceito RNP AR nos aeroportos nacionais, idealizado por um militar do DECEA durante um curso de aperfeiçoamento.

 

Foram selecionados para o projeto os aeroportos Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e o de Joinville, por possuírem semelhanças, tanto em relação à infraestrutura de pista quanto as dificuldades de relevo em seu entorno, que impõem restrições significativas às operações.

 

O relevo da cidade catarinense dificulta as operações do aeroporto, especialmente para a pista 15, que possui mínimos operacionais elevados (teto de 600ft) e não tem procedimentos com guia vertical de navegação (Baro-VNAV).

A cidade possui condições meteorológicas adversas e o vento predominante favorece o uso da pista 15. Por esta razão, muitas vezes as aeronaves precisam arremeter para pousar em aeroportos alternativos.

 

O estudo demonstrou que a implementação do conceito RNP AR em Joinville poderia trazer benefícios ao aeroporto, especialmente em termos de descida estabilizada, trazendo segurança e eficiência.

 

A publicação dos procedimentos e o início das operações RNP AR em Joinville representam um importante passo da implementação desse conceito no Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB).

 

O resultado deste trabalho trará mais acessibilidade aos aeroportos, maior satisfação das empresas aéreas e dos passageiros e a ampliação do modal aéreo em todo o Brasil.

Assessoria de Comunicação Social do DECEA

Fonte: Major Clóvis Fernandes Junior (CINDACTA II)

Edição: Gisele Bastos - Jornalista

Fotos: CINDACTA II, Assessoria de Comunicação Infraero, Assessoria de Comunicação LATAM

Ponte aérea de jatinho a 750 reais. Mas compartilhada.

O polonês Paul Malicki, ex-diretor da Easy Taxi, criou uma empresa de compartilhamento de jatinhos - ele garante que tem futuro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MALICKI: plano é a partir do ano que vem lançar plano de assinatura de 3.000 reais

por mês com direito a voos ilimitados (foto/Divulgação)

 

Depois de atuar no processo de internacionalização do aplicativo de transporte Easy Taxi, que chegou a estar em mais de 30 países, o polonês Paul Malicki prepara uma nova empreitada no Brasil: a Flapper, companhia de compartilhamento de voos em jatinhos.

 

É, vá lá, uma espécie de Uber da aviação executiva. A diferença com um simples táxi aéreo está na praticidade de fazer tudo por um aplicativo e poder viajar no mesmo dia. A ideia é que o preço também seja mais atrativo. O negócio tenta decolar desde o ano passado, mas apenas na próxima terça-feira 14 acontecerá o primeiro voo compartilhado da nova fase da empresa, entre o aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Cada um dos oito ocupantes do jatinho Beechcraft King Air B200 vai pagar em média 750 reais pelo trecho.

 

O aplicativo da Flapper começou como uma plataforma de compartilhamento de helicópteros, mas a coisa não andou. Os sócios da companhia notaram os brasileiros gostam de transportar muita bagagem e não estavam confortáveis em compartilhar o aperto dos helicópteros.

 

“Tivemos que ir fundo para entender o gosto do brasileiro. Em resumo é levar muita bagagem, sem nenhum tipo de atraso, pouca burocracia e com muita preocupação com a questão segurança”, diz. “Precisamos rever nossa estratégia logo no começo”.

Outro percalço foi a questão burocrática com a Anac, agência que regula o setor aéreo. Foram meses até conquistar a autorização na última semana, que prevê menos de 15 voos por semana, sem horários fixos para trazer opções flexíveis aos clientes e prioridade para uso de aeroportos não comerciais.

 

Qualidade x escala

A Flapper vai tentar encontrar um meio termo entre o luxo e os cada dia mais populares voos comerciais. Enquanto a companhia planeja cobrar em média 750 pela ponte aérea, um voo regular de um só trecho custa em média 300 reais. Alugar um jatinho custa de 10.000 a 15.000 reais. “Nosso serviço foca a classe média alta e a classe alta. Pessoas que querem agilidade no embarque, um serviço diferenciado e estão dispostas a pagar por isso”, explica Malicki.

 

Ele diz que a expectativa é ajustar os preços com tarifas dinâmicas à medida que a empresa crescer, aproveitando sua experiência de diretor de marketing da Easy. “A ideia é manter a qualidade no serviço. Enquanto na minha experiência com a Easy Taxi buscamos transporte para todos, na Flapper o foco é para poucos. Sempre digo que qualidade é difícil de escalar”, diz.

 

O executivo prodígio, que começou a trabalhar aos 15 anos quando se tornou sócio do irmão ao comprar uma empresa do governo da Polônia na época da transição do comunismo para o capitalismo, conta com o tamanho do mercado e a ociosidade das aeronaves para se dar bem de novo no Brasil. O país é o segundo maior mercado de jatos comerciais, perdendo apenas para os Estados Unidos.

“A média de uso dos jatos americanos é de 1.500 horas por ano, enquanto no Brasil é de 500 horas. Esse tempo ocioso pode ser muito bem aproveitado”, avalia.

 

Malicki tem um parceiro na empreitada, o russo Arthur Virzin, diretor da empresa de pagamentos Qiwi. Eles captaram cerca de 1 milhão de reais de investidores nacionais e comemoram a chegada de um novo aporte, sem revelar o valor e a origem. “Estamos nos preparando para crescer rápido. Ainda este ano teremos rotas de São Paulo para Ubatuba (SP) e Angra dos Reis (RJ), por cerca de 500 reais por pessoa”, diz.

Além disso, a empresa se tornou parceira do programa Voe Minas, que promove o desenvolvimento econômico regionalizado, e terá voos subsidiados pelo governo mineiro para 16 cidades este ano. “Os trajetos dentro do estado custarão cerca de 200 por trecho”, diz.

 

A Flapper não é dona dos jatinhos e conta com dois parceiros: a Líder Aviação e a Icon Aviation, ambas companhias que já fazem táxi aéreo. Funciona assim: a nova empresa freta a aeronave com condições especiais (já que muitas vezes estariam paradas) e compartilha os voos com os clientes. Sendo assim, o custo de manutenção fica com as donas das aeronaves, que prometem investir em novos jatinhos para atender a Flapper com exclusividade em breve.

 

No ano que vem a Flapper pretende lançar um modelo de assinatura, com voos a vontade entre São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte para todos membros que pagarem 3.000 reais por mês.

 

A empresa foi lançada em um momento em que a aviação executiva enfrenta dificuldade no Brasil. As vendas de jatinhos executivos recuaram 5% em 2016, na comparação anual. A frota nacional atualmente soma cerca de 700 aeronaves, de acordo com a ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral).

 

Nessa toada, crescem as empresas de compartilhamento de propriedade de jatinhos, como a Prime Fraction Club, onde os compradores rateiam o investimento e pagam cotas superiores a 100.000 reais por mês para usar a aeronave.

 

Voar de Flapper certamente não tem o glamour de ser sócio (ou dono) de um jatinho, e também não dá a flexibilidade de horários das empresas comerciais. Mas é um meio termo que, para Malicki e seus sócios, tem tudo para pegar no Brasil.

Se tudo der certo, em breve eles terão que encarar um novo desafio: a autorização da Anac para apenas 15 voos por semana. Hoje tudo que eles querem é que o problema venha o quanto antes.

Fonte: EXAME por Michele Loureiro

Aircraft Communications

It used to be that a wing wave or rapid tail deflection was all that was needed by the pilot of an aircraft to acknowledge a visual queue from a person on the ground. The evolution of electronic communications equipment is almost as dramatic as the evolution of the aircraft. In fact the radio age came about at almost the same time as the Wright Brothers took to the air. (Sorry but I could not resist the pun.)

 

Traditional aircraft communications are based on analog voice on either a Very High Frequency (VHF) or High Frequency (HF) radio waves. In the mid 1980s the use of data-based communications became a reality. Airspace management is transcending into the computer age and as new requirements evolve and the choice of communications technologies expand, regulating the world’s air traffic flow can safely become more automated. Aircraft are currently being equipped with communications technologies that transport data via satellite plus while they are on the ground; mobile communication and in some cases broadband networks can receive or broadcast strategic information regarding aircraft situation and even maintenance trends.

 

Aircraft communications are being expanded; in fact, in recent years a new abbreviation has surfaced. CNS ATM stands for “Communication, Navigation, and Surveillance and Air Traffic Management” which was created to support modernization of the dated and overload prone Air Traffic Control system.

Aircraft that are intended to transport passengers are equipped with radios that enable analog voice communications. This is currently and will be for the foreseeable future the primary means for pilots to communicate withdifferent entities of the Air Traffic Control (ATC) system.

 

ITU radio spectrum allocations

The allocation of radio spectrum is defined by the International Telecommunications Union (ITU) and relates the use of a frequency to a specific service. In the case of civil aviation there are separate ITU allocations for communications, navigation, and surveillance. Such differentiation between functions corresponds to the safety requirements for Air Traffic Control. The ITU has assigned frequencies for use by aircraft analog voice dialogue in parts of the “High Frequency” (3-30 MHz) band and in the 118-137 MHz section of the wider “Very High Frequency” range. Aircraft can use radios operating in the HF radio band for long-range communications as the signals are reflected by the ionosphere. Unfortunately when using HF the link audio quality is very poor due to this long propagation of the wave. Aircraft can use radios operating in the VHF band to communicate with other radios in line-of-sight coverage. These signals do not reflect off the ionosphere or penetrate obstacles such as mountains or buildings. The advantage of VHF over HF is that the link quality is much better and there is greater reuse of the frequency channel. The use of the word “analog” in relation to voice radio communications means that the changes in the sound of the voice are converted by the transmitter into corresponding variations in the radio signal and converted back by the receiver.

 

This analog system is simpler than more recent digitized voice systems that periodically measure the sound of the voice, convert the sound into a number in a predefined range, and send the numbers over the radio link. Aircraft VHF analog radios can use channels of varying width and the minimum width depends on the precision of the technology.

Aircraft have been using VHF radios for the past six decades and advancements in electronics have enabled the minimum channel width to be reduced from 100 kHz down to 8.33 kHz, which gives an exponential increase to the number of usable frequencies.

 

Aircraft Communications Addressing and Reporting System (ACARS)

Aircraft began to be equipped with computers in the 1970s and this led to the development in 1978 of a data communications system called the “Aircraft Communications Addressing and Reporting System” (ACARS).

Aircraft with ACARS can exchange data messages via a network of automated ground stations incorporating internal computers. Airlines first used the data link system to send movement reports to the ACARS service processors using the telex formats that operators had previously used to send those reports. ACARS are widely used today with airborne installations exceeding 10,000 aircraft.

 

ACARS units are connected to a VHF radio and in many cases, interfaced with satellite systems. This type of data communications is sent via conventional VHF radio waves that are received through a network of ground stations linked via a terrestrial network to a centralized data link service processor. This is what provides the connection to the ground systems of the users.

 

Data communications can also be sent via satellite networks but will ultimately link to the service processor that supports the VHF ACARS service. The function of the service processor is to route messages automatically between the user aircraft and ground systems, using mostly a fixed configuration of delivery addresses by message type for downlink messages and by memorizing the ground station to be used for uplink messages.

 

The main restriction on the ACARS system is that it uses character codes representing only printable characters. This limitation applied to all early generation data communications systems. This did not prevent the ACARS system from becoming the foundation of airline operations efficiency. However, the development of new radio communications technology and the need to support air traffic management, calls for newer technologies to be implemented.

 

Via satellite

Aircraft have been able to carry out voice and data communications via the Inmarsat satellites for more than 25 years. Until then, this satellite constellation was intended to provide communication services to ships. The number of aircraft currently equipped to use Inmarsat has exceeded 3,500 and is made up of airliners, business jets, and government aircraft.

 

Four satellites placed in geo-stationary orbit above the equator are centralized over the Pacific Ocean, Indian Ocean, Atlantic Ocean-East, and Atlantic Ocean-West. This constellation provides coverage through a “global beam” between 80 degrees above and below the equator.

The original Inmarsat Aeronautical service provides two modes, circuit mode supporting voice communications and packet mode supporting “always-on” data communications.

 

Aircraft operators use the Inmarsat circuit mode to offer voice service to passengers and flight deck crew. Aircraft operators use the Inmarsat packet mode, which provides a data rate approaching that of some home high-speed lines.

The move of aircraft communications from voice to data has motivated some operators of HF radio ground stations to install “HF data link” (HFDL) computers that enable the transport of ACARS data. Manufacturers of aircraft HF radios have added capabilities to support ACARS.

The new HF radios can switch between voice and data mode using the same components, but they are required to give voice communications precedence over data link. This has a tendency to limit the HFDL availability. This isn’t a commonplace application.

 

High Frequency radio data link has been found to provide better availability than HF voice on trans-Polar routes beyond the 80-degree North/South limit of Inmarsat satellite coverage. The HFDL capacity is only limited by the frequencies available in the HF band. The allocation of HF frequencies to data link has required a very complex co-ordination process and the system will quickly reach its limits.

 

The addition of data link capability to HF radio is a way for aircraft operators to get additional use out of the radios they still carry in order to meet ATC rules when most communications migrate from voice to data. However the HFDL system provides delivery of 95 percent of transmitted messages in three to four minutes compared to 20 to 30 seconds via satellite communications — so it is likely to be limited to providing a safety net in case of failure of satellite avionics, rather than a good alternative to satellite communications. The FAA Central Reporting Agency report as of July 2003 found 95 percent of uplink messages took four minutes, 20 seconds and 96 percent took up to 10 minutes.

 

VHF Digital Link

The term VHF Digital Link was adopted by the International Civil Aviation Organization (ICAO) Aeronautical Mobile Communications Panel (AMCP), at its first meeting in November 1991, to refer to digital communications carried on the Aeronautical VHF band. The Aeronautical VHF Band is the section of the Very High Frequency spectrum allocated to Aeronautical Service by the International Telecommunications Union. It is made up of the following two groupings: 108-118 MHz assigned to the purpose of radio-navigation and 118-137 MHz which is used for radio-communications.

 

The plan for VHF band to become a data carrier was proposed in the ICAO Future Air Navigation Systems (FANS) committee report issued in 1988. The airline community had recognized the benefits of aircraft data link communications 10 years before the FANS report and had implemented the VHF version of ACARS.

The ICAO reserved four VHF channels: 136.900, 136.925, 136.950, and 136.975 MHz for data communications worldwide. This later decision catered for the reservation of frequencies in order for such data service to be implemented in an environment when the existing aviation VHF spectrum was considered saturated and congested with existing VHF channels for air traffic analog voice.

 

VHF Digital Link (VDL) was put in motion by 1991 through the effort of the Aeronautical Mobile Communications Panel (AMCP) with a plan to increase the capacity of the VHF band; and develop a standard for an Aeronautical Telecommunications Network (ATN) data link service using VHF radio.

The AMCP has developed standards for VDL Modes 1-4 in which the modes provide different capabilities which currently have political divisions.

 

Mode 1 was created with the intent of using analog radios incorporating a device to install a coded signal on the existing carrier wave. This mode was never carried forward as analog radios were already viewed as dinosaurs. Further considerations brought about Mode 2 and 3 which present the position of the FAA wanting to use all new digital radios with a 25 kHz frequency spacing and the Eurocontol concept of going with 8.33 kHz frequency spacing.

 

On air transport aircraft, the communications, navigation, and surveillance functions will continue to be processed by separate devices:

• Communications: VHF data radio or a satellite data unit;

• Surveillance: Mode S transponder; and GNSS data link;

• Navigation: Global positioning systems and instrument landing systems multi mode receivers.

 

VHF Digital Link Mode 2 (VDL-2)

VHF Digital Link Mode 2 (VDL-2) was conceived in the early 1990s as a method of providing high-speed data communications to aircraft. From the outset VDL-2 was intended to support safety critical Air Traffic Control communications. In addition, airline operational data would also be supported by VDL-2; a service traditionally supplied using ACARS.

 

Global deployment of VDL-2 is now rapidly gaining acceptance by the airlines and Air Traffic Control agencies. In the United States, the FAA has been using VDL-2 in the Miami region with selected airlines prior to a nationwide rollout of the system. In Europe, Eurocontrol has strongly endorsed the operational benefits of VDL-2. Eurocontrol is offering financial assistance to help airlines install VDL-2 equipment, reduced route charges will follow for properly outfitted aircraft, and finally a mandate will be introduced to bring about full compliance, possibly, by the end of the decade.

The Swedish CAA and its commercial arm, Swedavia, promote the fact that the VDL Mode 4 system can simultaneously support communications, navigation, and surveillance applications. The combined functions used in the VDL Mode 4 system may be its greatest deterrent as each function has specific performance requirements that cannot be met by a combined system. Blending the CNS functions in a single Line Replaceable Unit (LRU) increases the probability that an aircraft will lose more than one of the functions, due to the failure of a single piece of airborne or ground-based equipment.

 

The FAA and Eurocontrol are in the process of creating a mutually agreeable “Future Communications” study that will address the requirements for a global future communications system to enable the implementation of enhanced ATM applications from today through 2030.

Who would have ever guessed that when Charles Taylor enabled the Wright Brothers to take to the air and then signaled them using hand gestures that he was in fact the first air traffic controller. Subsequent communications devices have been evolving as fast as aviation technology. I have always known aircraft technicians were great communicators in their own right.

 

Jim Sparks has been in aviation for 30 years and is a licensed A&P. His career began in general aviation as a mechanic, electrician and avionics technician. In addition to extensive hands on, Jim created and delivered educational programs for several training organizations and served as a technical representative for a manufacturer of business jets. Currently when not writing for AMT, he is the manager of aviation maintenance for a private company with a fleet including light single engine aircraft, helicopters, and several types of business jets.

Fonte: AviationPros by Jim Sparks

Four Diamonds Debut at Dubai Display

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Diamond Aircraft’s static display includes a DA50 single and a DA42 twin sporting unique golden paint schemes.

 

 “We are constantly developing new products,” said Christian Dries, CEO of Austria’s Diamond Aircraft (Chalet A07), known for its all-carbon-fiber piston and turboprop aircraft spanning military, utility and civilian applications. His statement is illustrated by the five Diamonds on display—four making their regional debuts—at the Dubai Airshow 2017: the Dart 450; DA50; DA62; DA62 MPP (multi-purpose platform); and DA42-6.

 

The Dart (Diamond Aircraft Reconnaissance Trainer) 450, introduced this year and making its regional debut, is “our highest priority at the moment,” said Dries. The single-engine turboprop is designed for reconnaissance, surveillance and trainer roles. It has 8.5 hours of endurance and a 1,300 nm range and deploys a retractable camera pod from its belly in the recon role.

 

The DA50, also new this year and making its regional debut, is Diamond’s top-of-the-line general aviation piston single. The five-seater shown here is powered by a 260-hp Safran/SMA SR305-260E diesel engine, and will be offered as a 230-hp four-seat (trainer) and a seven-seater that will be available with engine options including a GE turboprop.

 

The twin-engine diesel DA62 has become one of Diamond’s most successful platforms, Dries said, and is finding demand for its special-mission version, the DA62 MPP, both also making their first showings in the region at Al Maktoum International Airport. The sensor-packed MPP is designed for surveillance and reconnaissance missions, and its carbon-fiber airframe along with a special exhaust system that mixes hot and cold air and reduces the aircraft’s infrared signature, making it virtually undetectable by radar, Dries said.

 

Expect more new products from Diamond soon. In its chalet, Dries excitedly showed off a handful of projects, completed and in development, including its DA42 Terrastar, whose gamma ray detector, Tesla coil and other sensors can detect mines, water, ore and minerals to a depth of 300 meters below land or sea; a helicopter; lightweight photovoltaic cell panels; and the recent successful test of a Martin-Baker ejection seat system in a Dart 450. “This is how you destroy 500,000 Euros in five seconds,” Dries said.

Fonte: AINonline by James Wynbrandt

Vector Expects Fuel Tank STC Approval Soon

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vector Aerospace expects to receive FAA STC approval “soon” for its crash-resistant fuel tank for the Airbus Helicopters AS350/EC130 series.

The retrofittable fuel tank, developed in cooperation with Robertson Fuel Systems, features a number of safety enhancements, the company said. They include a self-sealing breakaway valve, vent system roll-over protection, a vent system flame arrestor, and a crash-resistant recessed sump drain valve, all aimed at increasing survivability for passengers and crew flying the thousands of AS350/EC130s already in service. Launch customers for the tank include Air Methods and WeatherTech Aviation. Vector said it is ready to begin installations immediately after the STC is granted.

 

Separately, the FAA has issued a Special Airworthiness Information Bulletin to notify all registered helicopter owners and operators of an available list of helicopters that are compliant with the crash-resistant fuel system (CRFS) safety standards of Title 14 of the Code of Federal Regulations (14 CFR) § 27.952 or 14 CFR § 29.952. The list of helicopters that are compliant with the CRFS safety standards of 14 CFR § 27.952 and 14 CFR § 29.952 is available on the FAA’s website.

 

The FAA notes, “Operating a non-CRFS-compliant helicopter is not an airworthiness concern that would warrant airworthiness directive (AD) action under 14 CFR Part 39. However, operating a CRFS compliant helicopter may reduce the risk of post-crash fires and improve occupant survivability in an accident. On November 2, 1994, helicopter fuel system crash resistance became a regulatory requirement in Section 27.952 of 14 CFR Part 27 and in Section 29.952 of 14 CFR Part 29. The regulations apply only to newly type-certificated rotorcraft. Since the regulations were not retroactive, there was no requirement to incorporate them into the existing fleet.”

 

In November 2015, the FAA tasked the aviation rulemaking advisory committee (ARAC) with providing recommendations for improving rotorcraft occupant protection including post-crash fire protection improvements for both newly manufactured rotorcraft and the existing fleet. In January 2017, the FAA tasked the ARAC with providingrecommendations on implementing existing post-crash fire protection standards on new and existing rotorcraft. The ARAC will provide its recommendations for newly manufactured rotorcraft in January 2018. The final ARAC report that will include recommendations for the existing rotorcraft fleet is due in July 2018.

Fonte: AINonline by Mark Huber

October Marks Full-Year of BizAv Traffic Growth

 

Brussels, 13 November 2017 – With an 8.9% upsurge in movements compared to the same period last year, October’s strong business aviation traffic figures in Europe signalled a key milestone for the sector, with the first full 12 months of uninterrupted growth in almost a decade.

 

“October was a watershed month for business aviation movements in Europe, denoting the first full year of traffic growth since 2008,” said Brandon Mitchener, EBAA CEO, citing data provided by Eurocontrol. “What is more, all European countries have experienced traffic growth since January 2017, and all the top 10 business aviation airports in Europe have seen positive traffic figures since the beginning of the year,” he added.

 

The Eurocontrol traffic figures cover departures, arrivals, internals and overflights (DAIO) of business aircraft in the Single European Sky area.

Fonte: European Business Aviation Association (EBAA)

06 Novembro/2017

Semana no Congresso: Senado analisa teto para combustível da aviação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A pauta do Senado nesta semana deverá se concentrar em um projeto que prevê a definição de um teto para tributos cobrados sobre combustível na aviação civil.
O texto pode baixar o preço das passagens aéreas, de acordo com defensores da matéria.

 

Combustível de aviação

A proposta que os senadores devem analisar fixa em 12% a cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no querosene e gasolina para aviões. Atualmente, a alíquota varia de 3% a 25%, dependendo do estado.
O combustível é o item que mais influencia nos custos operacionais das companhias aéreas.

 

O autor da proposta, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que o objetivo
da proposta é diminuir as distorções nos tributos aplicados pelos estados e permitir
a "redução de custos" nas passagens aéreas para o consumidor.

 

Será a segunda vez que os senadores tentam analisar a proposta no plenário.
Em agosto, a votação do texto foi adiada após a aprovação de um requerimento para que o projeto fosse analisado pela Comissão de Infraestrutura da casa.

 

Na comissão, o relator, senador Telmário Mota (PTB-RR), adicionou ao projeto um teto para o imposto cobrado também na gasolina de aviação. O texto original previa ajuste apenas sobre a querosene.

 

"A emenda pretende atender aos táxis aéreos de pequeno porte. A extensão desse benefício a essas aeronaves causaria um impacto relativamente pequeno na arrecadação, mas com um resultado muito relevante para as empresas que atendem voos não regulares, já que os gastos dessas empresas com combustíveis representam de 30% a 40% de seus custos totais", apontou.

 

O texto também prevê que empresas aéreas deverão implantar até 31 de dezembro de 2017 um novo plano de voos nacionais e regionais, que contemple uma maior oferta a todos os estados.

Fonte: G1 - Alessandra Modzeleski e Fernanda Calgaro

03 Novembro/2017

Com investimento de US$ 9 milhões, Guarulhos terá terminal exclusivo para aviação executiva

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mônica Lamas: "A conectividade torna o projeto particularmente interessante"

 

O aeroporto de Guarulhos vai inaugurar o seu primeiro terminal dedicado à aviação executiva, serviço "classe AAA" que hoje é feito de forma precária nas instalações
do principal aeroporto do país. A concessionária GRU Airport fechou um acordo
de cessão de área por 15 anos com uma joint venture formada pelas empresas
CFLY Aviation e Jetex Flight Support, que ficará responsável por administrar o espaço.

 

O negócio renderá à GRU Airport aproximadamente R$ 2 milhões ao ano.
Com o serviço, o aeroporto incrementa as receitas não-tarifárias, segmento que responde por 50% dos R$ 2 bilhões do faturamento de Guarulhos.

 

As empresas vão investir US$ 9 milhões na construção de um terminal exclusivo, reconstrução do heliporto e expansão do pátio. Os desembolsos serão feitos conforme gatilhos de demanda. Pelo cronograma, de hoje a três meses será construído um terminal temporário com estrutura em contêineres; a instalação definitiva deverá ficar pronta seis meses após as aprovações da autoridade aeroportuária. Também serão três meses para o heliporto ficar pronto.

 

Enquanto o terminal não sai do papel, já funciona desde o fim de outubro a primeira fase do projeto, um espaço que a concessionária destinou para as aeronaves ficarem sem restrição de horas. O chamado "hangar a céu aberto" tem capacidade para oito aeronaves pernoitarem. Com o terminal dedicado, a oferta quase dobra.

 

"Os grandes aeroportos do mundo estão segregando esse tipo de passageiro em terminais privativos de tal forma a não prejudicarem o movimento regular de passageiros no terminal principal", explica o presidente da CFLY Aviation,
Francisco Lyra.

 

Antes do "hangar a céu aberto", havia falta de espaço para aviação executiva em Guarulhos. As aeronaves dessa classe tinham restrição de tempo para ficar no pátio - duas horas no caso de voos domésticos e três no de internacionais. Por conta disso,
a aeronave tinha de se deslocar para um outro aeroporto e depois voltar para buscar o passageiro. Isso acarretava uma série de custos associados para o cliente: gasto com combustível, pouso e decolagem em outro aeroporto, e o risco de "subir e descer" de novo.

 

Sem uma estrutura dedicada, o passageiro de aviação executiva desce do avião,
um ônibus o busca e ele vai para a fila de passageiros no Terminal 3. "É necessário garantir a continuidade da experiência para quem alugou um jato por US$ 80 mil.
A falta de continuidade reduzia a atratividade do aeroporto", explica João Pita, da área de negócios aéreos da GRU Airport.

 

"Havia uma proposta de valor se mantivéssemos essas aeronaves no pátio. Existe muita aviação executiva no Brasil e São Paulo é o carro-chefe do país, a origem do negócio foi essa", explica Mônica Lamas, diretora comercial da GRU Airport.
A estimativa é atrair um público "super VIP"

que hoje já voa por Guarulhos na primeira classe e na executiva em aviões de carreira e agregar uma demanda nova.

 

"A conectividade torna esse projeto particularmente interessante. Guarulhos reúne
o maior número de rotas origem-destino. Só Guarulhos tem voo direto para Ásia", exemplifica a executiva.

Fonte: Valor Econômico por Fernanda Pires

Foto: Ana Paula Paiva

02 Novembro/2017

Coptersafety's Airbus H145 Sim Gains EASA Level-D Nod

Coptersafety's new Airbus Helicopters H145 full flight helicopter simulator—built by Textron's TRU Simulation + Training and based at Coptersafety's new training center at Helsinki International Airport—has been granted EASA level-D certification. Installation of the new simulator began in July and took approximately three months.

 

Babcock Scandinavian AirAmbulance will be one of the first customers for the new simulator. The H145 simulator is the first of five level-D devices Coptersafety ordered from TRU last year. The deal also includes simulators for the Airbus H125 and Leonardo AW139, AW169 and AW189.

 

All will be EASA and FAA certified and feature TRU’s Odyssey H roll-on/roll-off platform whileemploying a 240- by 80-degree standard visual field of view and be reconfigurable to accommodate various types of mission training. They also will come equipped with Rockwell Collins EP-8100 image-generation systems and technologies previously used only in military helicopter applications, such as the new WholeEarth world model and laser-illuminated ultra-high-definition 4K projectors.

 

TRU has designed the Odyssey H specifically for rotorcraft training. It combines
a wide-degree field of view, ultra-high visual resolution and an added secondary
six-degree freedom of motion system.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TRU Simulation + Training's Odyssey H simulator features ultra-high-definition visual systems and primary and secondary roll-on/roll-off capabilities.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: AINonline by Mark Huber

01 Novembro/2017

Governo de SP transfere gestão de 5 aeroportos à iniciativa privada

O Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) transferiu a gestão de cinco aeroportos paulistas à iniciativa privada.

Licitados no primeiro semestre, os aeroportos Artur Siqueira (Bragança Paulista); Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém); Campo do Amarais (Campinas); Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí); e Gastão Madeira (Ubatuba) passam a ser administrados integralmente pelo consórcio Voa São Paulo.

O consórcio pagou R$ 24,4 milhões pelo direito de explorar o lote por 30 anos, ágio
de 101% sobre o valor mínimo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os ativos receberão investimentos de R$ 93,6 milhões. Deste total, ao menos
R$ 33,6 milhões devem ser aplicados nos quatro primeiros anos. Ao longo do contrato, R$ 15,8 milhões serão investidos no aeroporto de Itanhaém; R$ 20,5 milhões no de Jundiaí; R$ 10,5 milhões no de Bragança Paulista; R$ 18,2 milhões no de Ubatuba; e R$ 28,6 milhões no de Campinas.

O pacote contempla melhorias nos sistemas de pistas, pátios e sinalização, reformas nos terminais de passageiros, modernização de hangares e implantação de equipamentos de proteção ao voo.

Fonte: Valor Econômico – Fernanda Pires

01 Novembro/2017

Iniciativa privada assume a gestão do Aeroporto dos Amarais, em Campinas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desde 0h desta quarta-feira (1), o Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (DAESP) transferiu a gestão de cinco aeroportos paulistas à iniciativa privada, incluindo o Aeroporto Estadual Campo dos Amarais, em Campinas. Os aeroportos receberão investimentos totais de R$ 93,6 milhões em melhorias durante os 30 anos de concessão. O Aeroporto dos Amarais vai receber R$ 28,6 milhões.

 

Passam a ser administrados integralmente pelo consórcio Voa São Paul os aeroportos Artur Siqueira (Bragança Paulista); Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém); Campo do Amarais (Campinas); Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí) e Gastão Madeira (Ubatuba).

 

O valor da outorga pago pela primeira concessionária de aeroportos paulistas foi de
R$ 24,4 milhões. A quantidade representou um ágio de 101% sobre o valor mínimo estipulado para a licitação, que era de R$ 12,159 milhões.

 

Já está previsto em contrato, com indicação de investimento em cada aeroporto, que o pacote de melhorias contemplará os sistemas de pistas, pátios e sinalização, reformas nos terminais de passageiros, modernização de hangares e implantação
de equipamentos de proteção ao voo.

 

CAMPO DO AMARAIS

O Aeroporto Campos dos Amarais opera com aviação geral (executiva e táxi aéreo). Possui pista de 1.650 m, terminal de passageiros com 300 m² e estacionamento com capacidade para 50 veículos. Está localizado a oito quilômetros do centro da cidade. Em 2016, foram registrados 31.772 passageiros e 34.851 aeronaves.

Fonte: Portal do Governo do Estado

Foto: Guilherme Lara Campos

Legacy Falcon 2000 Components To Be Made in India

Components for legacy Dassault Falcon 2000s will be made in India starting in the first quarter of next year

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The Dassault Reliance Aerospace joint-venture manufacturing facility at a technology park located at India's Nagpur International Airport will start manufacturing unspecified components for legacy Dassault Falcon 2000s in the first quarter of 2018. Eventually, the facility could possibly expand capabilities to include final assembly of Rafale fighters and Falcons. (Photo: Dassault Aviation)

 

Components for legacy Dassault Falcon 2000s will be made in India starting in the first quarter of next year, when a Dassault Aviation and Reliance Aerospace joint-venture facility opens in Nagpur. On Friday, Dassault chairman Eric Trappier and Reliance Group chairman Anil Ambani laid the foundation stone for the Dassault Reliance Aerospace manufacturing facility at the Dhirubhai Ambani Technology Park, which sits adjacent to Nagpur International Airport.

Under the joint-venture—in which India-based Reliance holds a 51 percent majority share—the facility will manufacture several components of the offset obligation connected to India’s purchase of 36 Rafale fighters from France, a deal that was signed in September 2016. Dassault’s foreign direct investment (FDI) of more than €100 million ($116 million) is the largest such defense FDI in one location in India, the companies said.

 

After the facility gains expertise in manufacturing unspecified components for legacy Falcon 2000 business jets, it could possibly expand capabilities to include final assembly of Rafale fighters and Falcon business jets, Dassault said. The French aircraft manufacturer did not specify which Falcon models might be assembled in India, nor did it provide a timeline for when this might occur.

Fonte:  AINonline - by Chad Trautvetter

See “Through” Your Airplane at 30,000 Feet With This Interactive Moving Map System

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FDS Avionics has developed an interactive moving map for business aircraft that allows the user to view three-dimensional topography that can also display content-rich information about points of interest.

 

Taking the concept a bit further, users can engage a mode called Glass Cabin, which provides a movable animated window-like view—on their mobile devices—of the outside world and through any part of the structure of the aircraft.

Fonte: AINtv

Preview Tour of Textron Aviation’s Citation Hemisphere Large-cabin Business Jet

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

At the recent NBAA show in Las Vegas, Textron Aviation opened the order book for its new $35 million dollar flagship Cessna Citation Hemisphere business jet, the company’s first entry into the large-cabin segment. A cabin mockup shows what can be done with the 102-inch wide fuselage, which has 43 feet of length between the aft end of the cockpit to the rear bulkhead in the in-flight accessible baggage compartment.

 

Christi Tannahill, Textron Aviation Senior V-P of Interior Design and Engineering, gave AIN a tour of the mockup.

 

The twinjet will be powered by the Safran Silvercrest turbofan, and Honeywell will supply its Primus Epic avionics suite. In addition, the fly-by-wire jet will incorporate BAE active-control sidesticks. The Hemisphere’s first flight is planned for 2019, followed by entry into service in 2020.

Fonte: AINtv

Leonardo presenta su helicóptero AW189K en Helitech 2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Leonardo anunció un nuevo paso para ampliar la gama de capacidades disponibles para el mercado con la introducción del helicóptero AgustaWestland AW189K. Bajo esta designación, el exitoso modelo de categoría super mediano contará con la nueva generación de motores 2.500 caballos de potencia de clase Aneto-1K, presentado hoy por Safran Helicopter Engines en Helitech-Londres . El AW189K es el primer helicóptero propulsado por esta familia de motores de nueva generación y ofrece una opción más en la categoría super mediano.

Fonte: AVIONREVUE Latinoamérica

STJ mantém Cofins na importação de aeronaves

 

Ministro Francisco Falcão: voto pela manutenção da alíquota de 1%

 

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que é devida a
Cofins-Importação na compra de aeronaves sob a alíquota de 1%. A decisão foi dada
em um caso da OceanAir Linhas Aéreas, hoje Avianca. Segundo advogados que atuam
no setor, esse é o primeiro julgamento de mérito no STJ envolvendo uma companhia aérea.

 

A empresa recorreu ao STJ para defender a alíquota zero na importação de aeronaves, prevista no artigo 8º, parágrafo 12, incisos VI e VII, da Lei nº 10.865/2004. As autoridades aduaneiras, porém, passaram a exigir a alíquota de 1% nas importações a partir de agosto de 2013, por meio da Lei nº 12.844.

 

Para a OceanAir, a redução da alíquota a zero não foi revogada pela Lei nº 12.844, ao alterar o parágrafo 21 da Lei nº 10.865, porque se trata de uma norma geral que não poderia revogar previsão específica que concede benefícios ao setor aéreo. Segundo a empresa, a exigência da alíquota de 1% sobre produtos importados viola o princípio da não discriminação previsto no Acordo-Geral sobre Tarifas Aduaneiras e Comércio (GATT), além de ser vedada a apreensão de bens como meio coercitivo para o pagamento de tributos.

 

Ao analisar o caso (Resp 1.660.652), os ministros seguiram o relator Francisco Falcão e julgaram legal a majoração da contribuição. Aplicaram ao caso precedentes julgados pela mesma turma – Resp 1.437.172/RS, de relatoria do ministro Herman Benjamin, e o Resp 1.513.436/RS, de relatoria do ministro Mauro Campbell Marques.

 

Segundo as advogadas que atuam em processos semelhantes para a Gol, Ariane Lazzerotti e Marina Pires Bernardes, do Martins Ogawa Lazzerotti e Sobral Advogados, os ministros não se atentaram para as peculiaridades do setor aéreo, já que esses precedentes eram para empresas de outros setores. "O principal fundamento, nesse caso, é o princípio da especialidade, de que lei especial anterior não pode ser revogada por lei geral posterior. E isso, com o devido respeito, os ministros não analisaram", afirma Marina.

 

Além disso, as advogadas ressaltaram que um dos casos citados como precedente aborda normas do Mercosul com relação a tributos, diferentes das normas estabelecidas no GATT.

 

O julgamento estava sendo esperado com grande expectativa pelo setor aéreo, segundo as advogadas, já que existem diversos processos sobre o tema e os valores são significativos. " Se esse entendimento do STJ prosperar haverá uma oneração muito pesada para as companhias aéreas, o que deve impactar em todos os custos operacionais, diz Marina.

 

Outro caso sobre o assunto em que assessoram a Gol deve ser julgado pela 1ª Turma do STJ. No Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com sede em Brasília, as advogadas afirmam que já conseguiram decisões transitadas em julgado (quando não cabem mais recurso) favoráveis à companhia.

 

A procuradora da Fazenda Nacional Patrícia Osório afirma que o julgamento deixou claro que não há conflito de normas entre a lei que estabeleceu alíquota zero e a que a majorou. Também não há ilegalidade na majoração, acrescenta, uma vez que na Lei nº 12.844 essas aeronaves estão descritas no anexo I como produtos que tiveram a alíquota elevada em 1%.

 

Procurada pelo Valor, a defesa da OceanAir não deu retorno até o fechamento da edição.

Fonte: Valor Econômico - Adriana Aguiar

Campo de Marte deve ter trilha, museu e quadras

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A prefeitura apresentou ontem o projeto para a criação de parque municipal em uma área de 400 mil m² no aeroporto Campo de Marte, na Zona Norte.

 

Pelas projeções da prefeitura, no espaço cedido pela União em agosto, vão ser implantados três campos de futebol com dimensões oficiais, quadras poliesportivas, 2.200 metros de pistas de corrida e ciclovia, além de uma trilha para caminhada com cerca de 2,5 mil metros de extensão.

 

A prefeitura ainda prevê a construção de um museu aeroespacial em uma área de 67 mil m².

 

Segundo o prefeito João Doria (PSDB), todas as implantações serão realizadas pela empresa que vencer uma futura licitação. Não foi dado prazo para que o procedimento ocorra.

 

A prefeitura não informou se pretende pedir a diminuição no número de voos no local, intenção de prefeitos anteriores.

Fonte: DESTAK

Projeto ‘SGSO para Todos’ terá oficinas em São Paulo e Porto Alegre. Os eventos acontecerão nos dias 14 e 24 de novembro

 

Em continuidade ao projeto ‘SGSO para Todos’, que tem como objetivo principal contribuir com o processo de implementação do Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO) nas Organizações de Manutenção (OM) certificadas segundo o RBAC 145, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) está realizando oficinas de trabalho, inicialmente em localidades com grande concentração de Organizações de Manutenção RBAC 145.

 

Foram realizadas oficinas em Goiânia-GO, no dia 16 de outubro, e Belém-PA, no dia 18 de outubro, com a participação ativa das Organizações de Manutenção. O propósito das oficinas de trabalho é sanar dúvidas e, principalmente, ajudar na implementação da Fase 3 do projeto, que visa colocar em funcionamento o considerado ‘núcleo funcional fundamental do sistema’: o reporte voluntário; a identificação de perigos; e o gerenciamento dos riscos significativos à segurança.

 

Para tanto, a ANAC disponibilizou um modelo de Manual de Gerenciamento da Segurança Operacional (MGSO) e um guia rápido para a operacionalização do sistema. Os documentos simplificam o SGSO e o torna acessível para todos. Para obtê-los, basta acessar a página temática do projeto no Portal da ANAC (clique no link para acessar).

 

Confira abaixo as oficinas programadas para novembro:

São Paulo-SP

Data: 14/11

Horário: 14h

Local: Auditório da ANAC

 

Porto Alegre-RS

Data: 24/11

Horário: 9h

Local: A ser confirmado

Fonte: ANAC

Abertas inscrições para palestras sobre Análise de Impacto Regulatório.

Evento acontece no dia 17/11 em Brasília

 

No dia 17 de novembro de 2017 (sexta-feira), a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) realizará uma série de palestras sobre a Análise de Impacto Regulatório (AIR). Destinado a servidores públicos, profissionais da aviação, empresários, pesquisadores, estudantes e demais interessados no assunto, o evento acontecerá das 9h às 12h no auditório do edifício-sede da ANAC, localizado no Setor Comercial Sul, Quadra 9, Lote C – Edifício Parque Cidade Corporate – 1º andar.

 

Serão abordados os seguintes temas:  Contextualização sobre Análise de Impacto Regulatório na ANAC; Importância da AIR, formas de Participação Social e modelo de Screening com foco no consumidor; Qualidade regulatória: análise de impacto com gerenciamento de risco para a exigência de serviços de combate a incêndio e salvamento em aeroportos civis brasileiros; e Análise de Impacto Regulatório dos Requisitos de Projeto de Aeródromos no Brasil: uma análise econômica e aplicação ao caso do aeroporto de Congonhas.

 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no Portal de Capacitação da Agência. Para efetuar inscrição, acesse o Portal de Capacitação da ANAC (clique no link para acessar) e informe login e senha de usuário (caso ainda não possua esses dados, efetue cadastro no Portal). Em seguida, localize o evento de capacitação “TURMA 48 - "Papo ANACadêmico" - MISTO - BRASÍLIA/DF e streaming de vídeo - DIA 17 DE NOVEMBRO - INSCRIÇÕES ATÉ O INÍCIO DO EVENTO” e clique na opção “Inscreva-me”. As vagas são limitadas.

 

O evento faz parte do Papo ANACadêmico, iniciativa que tem como objetivo incentivar a disseminação de estudos, pesquisas e trabalhos acadêmicos sobre temas relacionados à Aviação Civil realizados pelos servidores da Agência.

 

Confira a seguir a programação completa:

17/11/2017 – 9h: Abertura e contextualização sobre Análise de Impacto Regulatório na ANAC. Palestrante: Luana dos Santos Brito (ANAC).

 

17/11/2017 – 9h20: Importância da AIR, formas de Participação Social e modelo de Screening com foco no consumidor. Palestrante: Fernando Barbelli Feitosa (ANAC).

 

17/11/2017 – 9h50: Qualidade regulatória: análise de impacto com gerenciamento de risco para a exigência de serviços de combate a incêndio e salvamento em aeroportos civis brasileiros. Palestrante: Daniel Alves da Cunha (ANAC).

 

17/11/2017 – 10h40: Análise de Impacto Regulatório dos Requisitos de Projeto de Aeródromos no Brasil: uma análise econômica e aplicação ao caso do aeroporto de Congonhas.  Palestrante: Virgílio de Matos Santos Castelo Branco (ANAC).

 

17/11/2017 – 11h30: Debate e perguntas.

 

Saiba mais sobre o Papo ANACadêmico

Desenvolvido pela Gerência de Desenvolvimento de Pessoas (GDPE) da Superintendência de Gestão de Pessoas (GDPE/SGP), o Papo ANACadêmico visa a incentivar a disseminação de estudos, pesquisas e trabalhos acadêmicos sobre temas relacionados à Aviação Civil realizados por servidores da ANAC. A iniciativa está ligada ao Plano Estratégico 2015-2019 (clique no link para acessar) e faz parte do Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT) da Agência.

 

Palestras sobre Análise de Impacto Regulatório (AIR) – Papo ANACadêmico

Data: 17/11/2017.

Local: auditório do edifício-sede da ANAC, localizado no Setor Comercial Sul, Quadra 9, Lote C – Edifício Parque Cidade Corporate – 1º andar.

Horário: das 9h às 12h.

Inscrição: pelo Portal de Capacitação da ANAC (clique no link para acessar).

Inscrições gratuitas. Vagas limitadas.

Fonte: ANAC

Teal: Bizav Market To Return to Peak Levels in 2021

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

According to the latest Teal 10-year forecast, Gulfstream will lead the business jet market by value, with its soon-to-be-certified G500 helping to achieve this feat. Overall, Teal is forecasting production of 11,434 business aircraft worth $272.1 billion over the next 10 years. (Photo: Gulfstream Aerospace)

 

Aerospace and defense market intelligence and analysis firm Teal Group, in its latest industry forecast, is calling for business aircraft deliveries to return to 2008 peak levels in 2021. However, it predicts deliveries will be down 2.3 percent this year, followed by “modest” market growth through the end of this decade.

 

Overall, Teal is forecasting production of 11,434 business aircraft worth $272.1 billion over the next 10 years. This includes 8,253 business jets worth $236.3 billion; 213 bizliners, $18.3 billion; and 2,968 business turboprops, $17.5 billion. For comparison, 11,247 business aircraft worth $260.1 billion were delivered over the last 10 years—7,800 business jets, $211.5 billion; 447 bizliners, $31.8 billion; and 3,000 turboprops, $16.8 billion.

 

Teal expects Gulfstream and Bombardier to be the market leaders for business jets, commanding 31.5 percent and 28.3 percent, respectively, by value of deliveries, followed by Dassault Falcon (17.4 percent) and Cessna (13.8 percent). Next in line is Embraer Executive Jets, with a 6.6 percent share by value, which Teal said is a “very significant increase” and particularly affects Cessna, which had 21 percent market share a decade ago. Honda Aircraft, Eclipse and Pilatus would share the remaining 2.4 percent, according to Teal’s forecast

Fonte: AINonline - by Chad Trautvetter

Bell Helicopter Posts Strong Third Quarter

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

In the third quarter, Textron’s Bell Helicopter unit posted a 13.1 percent operating margin on the delivery of 39 commercial helicopters, up from 25 in the same period last year. The deliveries include five 412s and the start of 407GXP deliveries to China’s Shaanxi Energy Group as part of a 100-ship order.

 

Largely on the strength of increased commercial deliveries, revenues at Bell were up $78 million in the quarter and segment profit increased by $9 million from a year ago. Backlog slid to $5 billion, down by $413 million from late June. Military deliveries were stagnant; Bell delivered eight H-1s, flat with last year, and five V-22s, down from six last year.

 

Textron chairman and CEO Scott Donnelly said the increased civil orders were broad-based, both from a sector and geographic perspective, “which is good frankly.” He added, “I think the overall market is still weaker than it has been in previous times, but it’s much better than it was couple of years ago.”

 

Donnelly said the gradual production ramp rate of Bell’s new 505 light single is not related to any difficulty in converting letters of intent to firm orders, but rather the natural process of obtaining foreign certifications. “The order book is certainly there, and the ramp is coming along,” he said.

 

Meanwhile, he said Bell remains on track to deliver the new 525 super-medium twin in 2019. “We are back in flight test, things are going well; that will ramp up here as we get more [test] aircraft back in the air through the balance of next year.”

Fonte: AINonline - by Mark Huber

Bizav Flight Activity in Europe Continues Ascent

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Business aircraft departures in Europe climbed 2.9 percent year-over-year, to 79,280, last month, according to data from WingX Advance. Year-to-date, flight activity in the region is up 3.6 percent from a year ago.

 

All of the leading markets saw gains; Germany, the UK and Italy logged “modest” increases while France experienced 3 percent growth and Switzerland surged by 8 percent. Smaller markets with strong growth included Greece, with flights rising 14 percent, and Turkey, where flight activity soared by 10 percent year-over-year. There was a small decline in Norway, while flights in Ireland and Croatia fell 6 percent and 8 percent, respectively, from a year ago.

 

WingX said the Southern Mediterranean “continued to be the hub for growth in business aviation” last month, with flights up 7 percent. Eastern Europe saw 2 percent gains, but is still trending up 5 percent year-to-date. Overall, business aviation flights within Europe ticked up 3 percent.

 

Flights from Europe to other global regions were muted, with flat activity to the Middle East and declines to North America and the CIS region. However, arrivals into Europe from Asia-Pacific climbed 21 percent and arrivals from China increased almost 40 percent year-over-year.

 

The main growth continues to come from the air charter segment, which recorded 39,288 flights last month, a 7.5 percent increase from a year ago. Business jet charter flights rose 9 percent, while private flights declined year-over-year.

Some of Europe’s busiest airports saw declines last month, including Paris Le Bourget, London Luton and Milan Linate. France’s Nice Airport reported “strong growth,” with flights up 11 percent, and London Biggin Hill departures rose 15 percent.

Fonte: AINonline - by Chad Trautvetter

Canada confirms UAV struck commercial aircraft

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Canadian Transport Minister Marc Garneau announcing new UAV operation rules in March 2017. Photo: Canadian Ministry of Transport

 

An unmanned aerial vehicle (UAV) struck a commercial aircraft last week as it flew into Quebec City airport, the Canadian Minister of Transport said in a statement Sunday. The aircraft, flown by Skyjet, sustained minor damage but landed safely. The Oct. 12 incident marked the first time a UAV hit a commercial aircraft in Canada, Minister Marc Garneau said.

 

Skyjet is a Quebec-based charter airline operating King Air and Beechcraft 1900D turboprops. The minister did not identify the type of aircraft that was struck.

 

“Transport Canada is monitoring the situation and is in contact with its transportation partners including Skyjet, the Jean Lesage International Airport and NAV Canada. My department is in contact with the Service de police de la Ville de Québec and we will cooperate with the Transportation Safety Board should they decide to investigate,” Garneau said.

 

Transport Canada issued new operational rules March 16, effective immediately. The rules affect operations of recreational UAVs weighing between 250g (.55 lb.) and 35kg (77 lb.), and include the specification that recreational operators cannot fly UAVs within nine kilometers (5.6 miles) of the center of any airport, heliport, aerodrome or water aerodrome where aircraft take off and land.

 

So far in 2017, 1,596 drone incidents have been reported to the department in 2017. Of these, 131 are deemed to have been of aviation safety concern.

 

“Although the vast majority of drone operators fly responsibly, it was our concern for incidents like this that prompted me to take action and issue interim safety measures restricting where recreational drones could be flown. I would like to remind drone operators that endangering the safety of an aircraft is extremely dangerous and a serious offense,” Garneau said.

Fonte: ATWonline - Karen Walker

Airbus adquire maior parte da produção do C-Series da Bombardier

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Bombardier anunciou nesta segunda-feira que a Airbus vai adquirir uma participação majoritária na produção do modelo C-Series, uma família de aeronaves de médio alcance com capacidade de transportar entre 100 e 150 pessoas.

 

A empresa canadense indicou em comunicado que a Airbus comprará 50,1% da C-Series Aircraft Limited Partnership (CSALP), que produz os aviões desenvolvidos pela Bombardier.

 

O resto das ações será repartido entre a própria Bombardier, com 31%, e o Investissement Québec, com os 19% restantes.

 

O acordo inclui a abertura de uma segunda linha de produção nos Estados Unidos, que permitirá a Bombardier evitar tarifas alfandegárias na venda dos aviões C-Series.

O governo do Canadá avisou que vai revisar o acordo para garantir que a venda é do "interesse nacional" e cria empregos no país.

 

A negociação ocorre pouco depois de o governo dos EUA impor, de forma preliminar, uma sanção alfandegária de 300% sobre os C-Series.

A medida foi adotada pela Casa Branca à pedido da Boeing, que considera que a Bombardier está sendo muito subsidiada pelas autoridades canadenses para oferecer o modelo em preços abaixo dos da concorrência.

 

Os mesmos subsídios fizeram o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, à pedido da Embraer, apresentar um painel contra o Canadá e a Bombardier na Organização Mundial de Comércio (OMC), um pedido que foi bloqueado no órgão pelo governo canadense. O C-Series concorre com modelos da fabricante brasileira.

 

A Bombardier disse que a Airbus fornecerá "experiência em contratação, vendas, marketing e assistência aos clientes". A linha principal de produção do modelo, segundo a empresa, segue no Canadá, mas com "apoio da projeção mundial e escala" do novo parceiro.

 

"Essa é uma vitória para todos", disse o diretor-executivo da Airbus, Tom Enders, em comunicado.

 

Já o presidente da Bombardier, Alain Bellemare, disse estar "muito contente" de receber a Airbus no programa do C-Series.

 

O ministro de Inovação, Ciência e Desenvolvimento Econômico do Canadá, Navdeep Bains, indicou que "investimentos" dessa categoria requerem que o governo considere se são do interesse nacional.

 

"O acordo com a Airbus, assim como todos os investimentos significantes, propostas no Canadá por estrangeiros, está propensa à Lei de Investimentos.Na minha revisão olharei como esse acordo beneficia os canadenses, apoia nosso setor e cria bons empregos", explicou o ministro.

Fonte: economia.uol.com.br/noticias/efe

Tutorial explica alterações nas novas Cartas Aeronáuticas. Confira!

Atendendo às normas prescritas no Anexo 4 e Doc8697 (ICAO), e considerando as melhores práticas mundiais através da metodologia de Benchmarking, o DECEA, por meio do Instituto de Cartografia Aeronáutica (ICA), finalizou em julho/2017 a edição do MACAR IFR/2017, onde estão definidas as novas regras e critérios para disponibilidade das informações nas Cartas Aeronáuticas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Essas alterações são o resultado de pesquisas direcionadas aos usuários, realizadas nos anos de 2016 e 2017, através do site AIS Web.

Com este material, um grupo multidisciplinar de especialistas (aviadores, elaboradores de procedimentos e cartógrafos) identificou e desenvolveu um modelo adequado às necessidades apresentadas pelos usuários.

Para sanar qualquer dúvida quanto às modificações na disponibilização das informações nas Cartas, o ICA desenvolveu um tutorial especialmente dedicado à essas questões. Clique aqui para conferir.

Fonte: DECEA / ICA

Parker and Piaggio Aerospace Well Ahead in the Qualification Tests of the New Brakes for the Avanti

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The Parker Aerospace Aircraft Wheel & Brake Division, a global industry leader in aviation wheel and brake technologies with over 80 years of engineering pedigree and experience, and Piaggio Aerospace, a leading Italian aircraft manufacturer active in the business and defense & security sectors, today announced that the program aimed at offering owners and operators of the P.180 Avanti, Avanti II and Avanti EVO the opportunity to select an alternative retrofit configuration for the wheels and brakes of their aircraft is now in the advanced stages of development and certification.

 

The program was designed last year as a mutual commitment to provide continuous quality and substantial economic value over the whole life of the product. Recently completed are the overpressure, radial load, fatigue (roll), and brake endurance tests, while the final wheel load tests are scheduled for completion in the month of October. Preliminary physical fit and static functional checks have been conducted on both configurations of landing gear of the Avanti and of the Avanti EVO. On-runway braking tests will take place next year, with final approval and release of the product expected in the course of 2018.

 

Aircraft Wheel & Brake Engineering Manager Dan Basch noted, “Compatible with the most commonly used tires in the field today, the Parker forged aluminium wheel provides excellent corrosion resistance, as well as advanced safety features protecting against both manual and thermally induced tire over-pressurization. Heat shields are included in the design to help maintain acceptable tire temperatures. The Parker steel brake integrates seamlessly with existing aircraft normal and emergency hydraulic systems, and requires no aircraft or landing gear modifications to install. The high-performance steel brake was engineered to maintain smooth and consistent operation and even wear across the available life.”

 

“The customized Parker steel brake was designed to offer the lowest possible operating costs while still providing unsurpassed quality,” noted Aircraft Wheel & Brake Business Team Leader Tom Dorinsky. “The conversion kit will be offered at a very competitive price and will achieve a competitive cost per landing. The program will ensure a significant reduction in overhaul costs, projected to be as much as 70%, offered under a dedicated Piaggio Aerospace exchange program.”

 

Aircraft Wheel & Brake General Manager Jim Stephens added, “All design efforts were performed with the goal of substantially reducing the operator’s costs. We are proud to be part of the team partnering with Piaggio Aerospace to make this cost reduction a reality.”

 

Piaggio Aerospace Chief Executive Officer Renato Vaghi said, “A partnership with an international and innovative manufacturer such as Parker responds to our positioning plans for our Avanti P.180 at a global level and will meet our customers’ demands in a highly competitive industry, in particular in the US, which represents a strategic market for us.”

Fonte: Piaggio Aerospace

Airbus estuda sistema autônomo de pouso de helicópteros

Projeto Eagle deve aumentar as capacidades de segurança e automação de aeronaves com asas rotativas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Airbus Helicopters trabalha no desenvolvimento de um sistema capaz de realizar aproximações automáticas e pousar em condições adversas, que deve permitir no futuro aplicações "sense & avoid" (perceber e evitar) em sistemas para autônomos de decolagem e aterrisagem verticais.

 

Chamdo de Eagle (Eye for Autonomous Guidance and Landing Extension) o sistema reúne todas as funções de processamento de imagem do helicóptero transmitindo para os aviônicos, aumentando a percepção situacional dos pilotos e reduzindo a carga de trabalho.

 

De acordo com a Airbus Helicopters, os testes terrestres do Eagle estão em curso desde maio deste ano e os testes iniciais de voo em um helicóptero de testes começarão em breve. A expectativa é que o sistema possa no futuro ser incorporado numa ampla variedade de helicópteros e veículos VTOL.

 

As versões futuras do Eagle também integrarão um sistema laser que, combinado com a alta capacidade de processamento pode permitir seu uso como farol de busca, detecção de obstáculos, e reconstrução do terreno em 3D.

Fonte: Aeromagazine

Embraer Introduces Revolutionary Phenom 300E at NCAA-BACE

The E stands for “Enhanced,” but it could just as well mean “Everything.”

With the NBAA’s 2017 Business Aviation Conference and Exhibition set to begin on Tuesday, Embraer Executive Jets unveiled the Phenom 300E, the next step in the evolution of its best-selling light bizjet. The original Phenom 300 was introduced to the market in 2009, and since 2013 Embraer has delivered more than 400 aircraft to more than 40 countries. Now, the Brazilian manufacturer hopes the E, which stands for “Enhanced,” will follow in its footsteps, and then some.

 

“We are very excited to introduce the Phenom 300E which sets a new standard in value and customer experience. The Phenom 300E reflects our commitment to fascinate our customers,” said Michael Amalfitano, President and CEO, Embraer Executive Jets. “With a passion for excellence, our team has been working closely with customers to bring to market yet another beautifully designed and brilliantly engineered marvel of aviation.”

 

Two weeks ago, at Embraer’s facility in Melbourne, Florida, Amalfitano gathered his executive team to give Flying an inside look at the development and production of the 300E. Perhaps most excited about the unveiling of this new jet was Jay Beever, Embraer’s VP of Interior Design, who eagerly showed us the cutting edge technological improvements, as well as the stylish look and feel of the passenger seats.

 

The 300E has been gifted with the Embraer DNA Design, which was first incorporated in the Legacy 450 and 500 midsize jets, and it’s evident from the moment you enter the cabin that this light jet was built to please. In addition to stunning personalized designs, the seats are broader and come with extendable head and feet rests for ultimate comfort. But it was the simplest idea that somehow drew the most praise: a retractable armrest built into the seat. Many business travelers will be pleased when they’re not suddenly stopped in their tracks by a bag strap caught on a traditional armrest.

 

As far as the tech, the 300E’s “industry-exclusive upper technology panel” offers control of everything from the lighting system’s “ambient mood selections” to flight information with the touch of a finger. Two seven-inch displays swing down from the ceiling to offer in-flight entertainment, or passengers can simply use their Bluetooth devices.

 

Powered by two Pratt & Whitney Canada PW535E engines, the Phenom 300E has a high-speed cruise of 453 knots, with a 6-passenger range of 1,971 nm. Depending on customizations, the 300E will cost around $10 million.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The Phenom 300E's seats are so incredibly detailed in their assembly and design that they somehow make the setting seem even more exclusive. Everything from the folding tables to the retractable armrests make sitting in the 300E an unparalleled luxury.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

It was difficult not to admire the sleek design of every aspect of the 300E. The attention to detail is remarkable, and yet the most astounding part is the simplicity. All it takes to open and close the side compartment is the flick of a finger.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

We didn't notice the screens on the ceiling until VP of Interior Design Jay Beever flipped them down. Even the air flow could be managed by the touch of a finger to controls reminiscent of an iPod.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The 300E is powered by two Pratt & Whitney Canada PW535E engines, with a high-speed cruise of 453 knots and a six-passenger range of 1,971 nm. But, believe us, you'll want the trip to be much longer.

Fonte: Flying - Ashley Burns

Textron Aviation anuncia a entrega da 100ª unidade do Cessna Citation Latitude

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Textron Aviation, detentora da marca Cessna, a quem representamos com exclusividade no Brasil, anunciou durante a NBAA que está em processo de entrega da 100ª unidade do Citation Latitude, apenas 2 anos após a primeira aeronave ter entrado em operação - um marco para o setor e que confirma o sucesso do jato que chegou com a missão de redefinir a categoria.

 

Sucesso absoluto, o Citation Latitude não para de registrar grandes números: é o Jato de médio porte mais entregue no mundo em 2016, com 42 unidades chegando ao mercado; já está certificado em 39 países, incluindo o Brasil; sua frota global já acumula mais de 45 mil horas de voo; e agora, o modelo chega ao seu 100º proprietário satisfeito.

 

Conheça alguns diferenciais do modelo:

MAIS ESPAÇO PARA VOCE E PARA A SUA BAGAGEM:

11% mais espaço entre bancos e o maior bagageiro da categoria

MAIS ECONOMIA:

Custo operacional até 20% menor que outros modelos similares

MAIS CONFORTO:

O piso totalmente plano, o toalete mais espaçoso da categoria, dentre outros diferenciais, tornam o nível de conforto imbatível a bordo desta supermáquina.

Fonte: Facebook TAM Aviação Executiva

Embraer entrega 25 jatos comerciais e 20 executivos no 3º trimestre de 2017

São Paulo - SP, 10 de outubro de 2017 – A Embraer (NYSE: ERJ; BM&FBOVESPA: EMBR3) entregou 25 jatos para o mercado de aviação comercial e 20 unidades para o segmento de aviação executiva ao longo do terceiro trimestre de 2017 (3T17), sendo 13 jatos leves e sete jatos grandes. Em 30 de setembro, a carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) totalizava USD 18,8 bilhões, acima dos USD 18,5 bilhões do trimestre anterior.

Clique abaixo para saber os detalhes:

https://daflwcl3bnxyt.cloudfront.net/m/3cb1b8c91bfa07ae/original/Microsoft-Word-1800594-docx.pdf

Fonte: Embraer Notícias

Airbus’ flying electric taxi is on track to soar next year

Vertical takeoff and landing (VTOL) vehicles are really taking off, and Airbus is set to launch a VTOL taxi by next year. The multi-passenger CityAirbus is powered by electric motors – and it’s designed to one day operate autonomously. The CityAirbus could allow commuters to escape traffic by turning to an affordable, environmentally friendly new mode of travel.

 

The CityAirbus boasts what Airbus describes as a four-ducted propeller configuration, which boosts safety and helps yield a low acoustic footprint. 100 kilowatt electric Siemens motors and four batteries help the CityAirbus get from point A to point B.

 

As many as four people will be able to ride in a CityAirbus, which will cruise at a speed of 120 kilometers per hour, or around 75 miles per hour, along fixed routes. In the beginning a pilot will fly the VTOL, but Airbus plans for the vehicle to one day pilot itself.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Airbus said there are benefits to adding a third dimension of travel to urban transportation, such as opening up accessibility for underserved or remote areas of a city. Self-piloted vehicles in particular can operate around three times faster than a typical road vehicle, and are energy efficient, running off electricity. Airbus said their VTOL method of travel will be quick and affordable.

 

Airbus announced they just finished their first full-scale testing for the CityAirbus’ propulsion system, describing the testing phase as successful. This means they’re on track for their first flight, scheduled for the end of next year.

 

CityAirbus chief engineer Marius Bebesel said in a statement, “We now have a better understanding of the performance of CityAirbus’ innovative electric propulsion system, which we will continue to mature through rigorous testing while beginning the assembly of the full-scale CityAirbus flight demonstrator.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: INHABITAT by Lacy Cooke

Images via Airbus (1,2)

Flying Aboard the Bombardier Challenger 650 Business Jet

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

AIN Senior Editor Curt Epstein takes a trip from Teterboro Airport to visit Bombardier at its Montreal headquarters. For the flight to Canada, Bombardier dispatched one of its Challenger 650s, the latest addition to the venerable Challenger 600 series, and until the certification of the Global 7000, still the newest bizjet in the Bombardier fleet. Launched at NBAA’s annual convention in 2014, the twinjet entered service a year later.

https://www.ainonline.com/aviation-news/video/flying-aboard-bombardier-challenger-650-business-jet

Fonte:  AINonline

Bombardier Adds Fourth Global 7000 Flight-test Program

The flight of the fourth aircraft on September 28 occurred less than a year after the flight-test program kicked off with the Nov. 4, 2016, flight of FTV1. FTV2 joined the program on March 4, followed by FTV3 on May 10.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bombardier’s Global 7000 flight-test program has expanded to four aircraft with the first flight of FTV4 on Thursday. The flight of the fourth aircraft occurred less than a year after the flight-test program kicked off with the Nov. 4, 2016, flight of flight-test vehicle 1 (FTV1). FTV2 joined the program on March 4, followed by FTV3 on May 10.

 

The fleet has remained busy, with the program aircraft accruing 500 hours by early July, and on the day FTV 4 took to the skies, so too did the other three flight-test vehicles. In all, Bombardier plans to use a total of five flying test aircraft in the program. As of last summer, FTV 5 was making its way through final assembly.

 

The first three flight-test vehicles have been probing the flight envelope and basic handling, engines and avionics/electrical systems. In addition to continued certification testing, FTV4 and FTV5 are scheduled for interior cabin testing. Bombardier is calling the fifth FTV the “masterpiece…that will complete entry-into-service validations.”

 

The Global 7000, which will be Bombardier’s flagship business jet with a 7,400-nm range, Mach 0.925 speed and a four-zone interior, is scheduled for certification in the second half of 2018.

(Photo: Bombardier Aerospace)

Fonte: AINonline - Kerry Lynch

Satcom Direct develops compact router for light business aircraft

Aeronautical communications provider Satcom Direct (SD) has developed a compact router, in response to growing demand from owners and operators of small business aircraft for a lightweight system providing full internet connectivity and improved data speeds during flight.

 

The system, dubbed the LTE Hub, has already secured US certification and will be officially unveiled on 10 October at the National Business Aviation Association convention in Las Vegas, Nevada.

 

The router is the smallest on the market, says SD, measuring 17 x 14.7 x 2.5cm (6.7 x 5.8 x 1in) and weighing just 730g (1.6lb). Despite its size, the hub supports the latest cellular, satellite and wi-fi technology, providing data transfer rates of up to 867 Mbps in the cabin, it adds.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Photo Satcom Direct

 

It is compatible with Ku-, Ka- and L-band satellite networks.

 

SD director of hardware Jason Sperry says the LTE Hub brings “the office-in-the-sky concept” to the lower end of the fixed-wing and helicopter market, where previously the only options were larger, heavy systems that may not have provided the complete suite of on-ground, in-air and in-cabin connectivity. “We know operators and private owners of the smaller cabins want access to the same connectivity options as the large jets, and anticipate this will fill a growing need in the market,” he says.

 

Until now, SD's router family – which includes the SDR and SDR Gateway – has predominantly provided connectivity for midsize to large-cabin business jets.

Fonte: Flight International - Kate Sarsfield

Turboprop Single Ops Could Boom in Europe

Reflecting on EASA’s March 1 rule allowing operators to provide commercial single-engine turboprop (SET) operations in instrument meteorological conditions (IMC), those attending the SETOps2017 conference at the Royal Aeronautical Society in London on Friday pondered whether single-engine turboprops will stimulate a new era of growth for business aviation in Europe; or if it's just hype. While activity has increased sharply from a low base so far this year, it remains to be seen whether widespread SET operations will evolve in Europe. However, one thing the conference did agree on is that new business models offered by the likes of Wheels Up and Surf Air will help to stimulate the market.

 

Opening this year’s event, conference chair James Dillon-Godfray, business development director at London Oxford Airport, said, “We had to wait 20 years for EASA to sanction the use of single-engine turboprops in IMC. We’re way behind the curve here in Europe.” He noted that some operators, such as Hendell Aviation, had already started commercial SET operations before the rule, using exemptions. He also noted that turboprop singles would be able to operate to “three times [as many] airports” as current turboprop twins, “potentially adding 1,000 new routes [across Europe].”

 

Small airfields, especially those that offer GPS/LPV 200 approaches “equivalent to CAT I,” represent “one of the keys,” Dillon-Godfray said. Among the provisions in the new SET rule are a requirement for pilots to have 100 hours of pilot-in-command experience in IMC for single-pilot operations, in-depth engine trend monitoring and strict flight-planning requirements, such as having “safe landing sites within 15 minutes' gliding time all along a route.” Currently, he noted, three models have been approved for SET-IMC: the TBM 900 series, Cessna Caravan and Pilatus PC-12, but it’s likely that the Quest Kodiak and in-development Cessna Denali will be added in the not-too-distant future.

 

Richard Koe of WingX noted that, while SET activity is “growing fast,” so far only 7 percent is commercial/AOC, while the rest is private. The total turboprop single fleet currently numbers approximately 330 aircraft in Europe—the PC-12 being most active and fast-growing, with flights up 92 percent compared with the same point last year. Overall the number of commercial SET flights has increased by 72 percent from a year ago, he added.

 

Adam Twidell, founder and CEO of online broker PrivateFly, is predicting that “customers will be predominantly new customers to business aviation,” but warned about non-AOC aircraft doing “gray” (i.e. illegal) charter flight, undercutting legitimate commercial operations.

 

A “trailblazers” session featured speakers from Hendell Aviation, Voldirect and Jet Fly, which are already conducting commercial SET operations in Europe. Frederic Caussarieu, president of French operator Voldirect, said, “We were the first SET operator in Europe…now people realize that turboprops can be fast, efficient—with less carbon dioxide emissions—so it is the future. Customers also realize we can use shorter airstrips, which get them closer to their destination. [SETs also offer] more value for money.”

 

Mikael Lees, CEO of Hendell Aviation, said, “Right now recruitment is an issue as [SETs/SET operators] are not the most glamorous aircraft…for pilots.” He added that it is “also a challenge to find pilots with the right experience” and that “there are no approved simulators available in Europe.”

AINonline -  Ian Sheppard

Jatinho mais barato do mundo tem só um motor e paraquedas de emergência

O jatinho executivo mais barato do mundo, o Cirrus SF50 Vision Jet, começa a ser vendido no Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com preço de venda a partir de US$ 1,9 milhão (R$ 6 milhões), o modelo custa menos da metade do jato mais barato da Embraer, o Phenon 100, avaliado em US$ 4,5 milhões (R$ 14,2 milhões).

 

Segundo a Plane Aviation, representante da Cirrus no Brasil, o Vision Jet já tem 600 encomendas em todo o mundo, sendo que o Brasil representa 10% das vendas. A expectativa da empresa é de que os primeiros aviões sejam entregues no país a partir do próximo ano.

 

A Cirrus, no entanto, ainda aguarda a certificação do modelo no Brasil pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Nos Estados Unidos, onde o modelo é fabricado, o Cirrus SF50 Vision Jet recebeu a certificação da FAA, autoridade norte-americana de aviação, no final do ano passado.

 

Monomotor e com paraquedas de emergência

O primeiro jato monomotor tem como foco principal os donos de avião que também são pilotos. “É um jato projetado para ser pilotado pelo proprietário, sem a necessidade de um piloto profissional em tempo integral”, afirma a empresa. Nos Estados Unidos, o avião já foi certificado para ter apenas um piloto a bordo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O único motor do avião está instalado em cima da cabine de passageiros. Por conta disso, o jato ganhou uma cauda em V, o que deixa seu design mais curioso. Em caso de falha do motor e sem um local adequado para o pouso, o piloto pode acionar o sistema de emergência que abre um paraquedas para o avião.

 

É um esquema para o avião, e não para os passageiros. Ou seja, o paraquedas segura a aeronave, fazendo com que ela pouse mais lentamente numa situação de emergência.

 

Esse sistema está presente em todos os aviões fabricados pela Cirrus. Os modelos SR 20 e SR 22 também são monomotores, mas utilizam um motor a pistão com hélice na frente do avião. Segundo a Cirrus, o sistema de paraquedas de emergência já salvou mais de 100 vidas.

 

O SF50 Vision Jet voa a 550 km/h, com autonomia para alcançar até 1.800 km de distância, a uma altitude máxima de 8.500 metros em relação ao nível do mar. O avião tem 9,4 metros de comprimento, 11,7 metros de envergadura (distância entre as pontas das asas) e 3,2 metros de altura.

 

Na área interna, o jatinho pode ser configurado para transportar até sete pessoas, sendo cinco adultos e duas crianças. São dois assentos na cabine de comando e os demais na área de passageiros. Todas as poltronas são revestidas em couro e contam com entradas USB e para fones de ouvido.

 

Na cabine de piloto, todos os equipamentos são digitais. O piloto pode acessar todas as informações do voo e os parâmetros de funcionamento do avião em telas sensíveis ao toque. No lugar do manche tradicional, a Cirrus optou pelo sidestick (semelhante ao joysitick de videogame). É o mesmo padrão utilizado nos mais modernos jatos executivos da Embraer ou nos grandes aviões da Airbus.

 

Depois da primeira passagem pelo Brasil, a Plane Aviation pretende manter um exemplar do Cirrus SF50 Vision Jet de forma permanente no país a partir de dezembro deste ano para servir de demonstração a potenciais clientes.

Fonte: Todos a Bordo

Vídeo relativo a matéria acima:

Veja em profundidade todos os detalhes do Vision Jet no vídeo produzido pela ANWeb: Cirrus VisionJet Flight Trial

Cirrus has begun shipping its long-awaited SF50 VisionJet and AVweb recently flew the jet from the company's Duluth, Minnesota, factory to the East Coast. In this long-form video, AVweb takes a deep dive into how the airplane performs and how it compares to other small jets.

https://youtu.be/lten6GjGNiE

Fonte: AVweb - Paul Bertorelli

Companhia aéreas terão redução no ICMS em MT

O Governo de Mato Grosso avança na iniciativa de melhorar a infraestrutura do setor aeroviário do Estado.

 

O assunto foi discutido no “1º Workshop de Aeroportos e Aeródromos Regionais de Mato Grosso”, que ocorreu nesta sexta-feira (29.09), no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. O encontro teve como objetivo abordar temas relacionados à gestão de aeroportos, planos aeroportuários, infraestrutura, concessões, Voe MT, entre outros assuntos da área.

 

Realizado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), em parceria com a MT Parcerias S.A (MT PAR), uma sociedade de economia mista criada pelo Governo do Estado para promover Parcerias Público Privadas (PPPs) e Concessões, o evento contou com a presença do governador Pedro Taques e representantes da Secretaria de Aviação Civil (SAC) e Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

 

O governador Pedro Taques frisou a importância das Parcerias Públicos Privadas (PPP) para o desenvolvimento e estruturação do setor. Recentemente, o Governo Federal deflagrou os primeiros procedimentos para a concessão à iniciativa privada dos cinco aeroportos que estão incluídos no Programa de Parceria de Investimentos (PPI).

 

“O Estado não tem condições de investir em aeroportos, mas temos um projeto de parcerias, por isso o MT Par está junto conosco no sentido de trazer a iniciativa privada através de concessões e PPPs. Eu apresentei o projeto Voe MT que traz a possibilidade de isenção do combustível de aviação para voos regionais e isto tem possibilitado o incremento dos voos regionais no nosso estado”, disse o governador Pedro Taques.

 

Na oportunidade, Taques citou a importância do programa Voe MT que incentiva a aviação regional. As companhias aéreas que abrirem vôos no estado podem obter redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para compra de querosene de aviação por meio do programa Voe MT, criado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

 

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo Duarte, citou a importância de discutir a questão aeroviária. De acordo com ele, o setor precisa de mais investimentos e o desenvolvimento dele impactará diretamente na economia do Estado. Duarte destacou a inclusão de cinco aeroportos de Mato Grosso no lote de concessões.

 

“Estamos bem encaminhados na questão rodoviária e até na ferroviária, na esfera aeroviária tem muita coisa ainda para ser feito. Trabalhamos muito em Brasília nestes dois anos e conseguimos que fossem incluídos no programa federal de concessões cinco aeroportos de Mato Grosso, no caso o único do Brasil. Nem um Estado teve tantos aeroportos contemplados como o nosso e isso com certeza foi uma grande conquista”, pontuou o secretário da Sinfra.

 

O Aeroporto Internacional Marechal Rondon, localizado em Várzea Grande, e os aeroportos de Sinop, Alta Floresta, Barra do Garças e Rondonópolis serão concessionados. A iniciativa busca melhorar a infraestrutura das unidades a partir de investimentos de recursos privados. Mato Grosso será o único estado brasileiro a ter um bloco de concessões próprio.

 

O leilão em bloco dos aeroportos de Mato Grosso foi proposto pelo governador Pedro Taques e aceito pelo Ministérios dos Transportes, Portos e Aviação Civil. A estratégia de repassar à iniciativa privada a administração dos aeroportos, por período determinado, busca melhorar a infraestrutura destes aeroportos, além de melhorar o caixa da União e estimular a economia.

 

Segundo a diretora presidente da MT Parcerias (MT PAR), Maria Stella Conselvan, frisou que a a empresa que gerir o aeroporto Marechal Rondon, deverá converter o valor da outorga em investimentos a serem destinados para melhoria da estrutura dos quatro regionais. “Os outros quatros aeroportos regionais não tem estrutura e viabilidade para funcionar se não tiver apoio, então a outorga do Marechal Rondon pelos estudos preliminares que irá financiar e apoiar os investimentos nestes aeroportos”.

 

O governo trabalha com a previsão de conceder os aeroportos mato-grossenses no segundo semestre de 2018. Com as concessões em todo o país, o governo espera investimentos privados na ordem dos R$ 44 bilhões.

 

“Estamos trabalhando nas concessões dos aeroportos onde serão realizados investimentos, melhorias dos serviços prestados aos usuários e após este período ele retorna ao poder público, que poderá operar diretamente ou fazer uma nova licitação. A princípio nós trabalhamos as concessões por 30 anos, mas ele pode ser ajustado de acordo com a necessidade do projeto”, comentou o coordenador de políticas regulatórias da SAC, Ricardo Fonseca.

 

Investimento em pequenos aeroportos

O governo federal reduziu o programa de investimentos federais, que previa fazer investimentos em mais de 270 pequenos e médios aeroportos. Apenas 53 aeroportos passaram receber obras de ampliação e modernização.

 

“Este programa foi restruturado, antigamente se falava em um número muito grande de aeroportos e pela realidade orçamentária do país não se concretizou, então desde o ano passado vem ajustando as dimensões do programa e tentando tornar mais efetivo, identificando o que realmente é necessário nos aeroportos para que possamos melhorar aplicação geral de aviação nestas unidades”, explicou o diretor de investimentos de aeroportos regionais da SAC, Eduardo Bernardi.

 

Para estancar a crise econômica, o governo de Mato Grosso vem buscando fazer parceria com as prefeituras para realizar as obras nos aeroportos regionais. “Assinamos um convênio com a Sinfra para que o Governo do Estado entrar com os recursos financeiros necessários em contrapartida a prefeitura entra em execução da obra de reforma do aeroporto para que possamos operar com voos regulares em Cáceres”, comentou o prefeito de Cáceres, Francis Maris.

 

Durante o evento foi assinado um convênio entre o governo do Estado e a prefeitura de Sinop para a construção de uma cerca operacional no valor de R$ 163 mil. “Estamos pleiteando a modernização do nosso terminal, aumentando o tamanho da pista para que possamos receber voos de aeronaves maiores. Como temos um fluxo de pessoas que abrangemos mais de 32 municípios e uma capacidade física muito grande para aumentar então precisamos ampliar nosso aeroporto”, enfatizou a prefeita de Sinop, Rosana Martinelli.

Fonte: Folhamax - Cuiabá

Fraport envia plano de concessão à ANAC

A concessionária do Aeroporto Internacional de Fortaleza - Pinto Martins, Fraport AG, entregou, dentro do prazo estabelecido (até o dia 30 de setembro), o Plano de Transferência Operacional (PTO) à Agência Nacional de Aviação Civil. Segundo fontes ligadas ao setor aéreo, que não quiseram ser identificadas, no PTO estão incluídas basicamente todas as exigências previstas em contrato.

 

Segundo a Anac, o PTO deve estar estruturado da seguinte forma: Plano de Transição da Gestão do Aeroporto; Plano de Transição dos Recursos Humanos; e Plano de Comunicação e Informação ao Público.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Transição

O Plano de Transição da Gestão do Aeroporto deverá propor a composição da Equipe de Transição, que incluirá pessoas a serem alocadas nas áreas chave do Aeroporto, como administração do aeródromo, gerenciamento da segurança operacional, segurança da aviação civil, operações aeroportuárias e manutenção do aeródromo.

 

Ainda de acordo com o contrato de concessão, dentro deste Plano de Transição da Gestão, a concessionária deverá prever o início imediato de ações que permitam melhorar os padrões operacionais, como por exemplo, melhorias das condições dos banheiros e fraldários do Aeroporto; revitalização das sinalizações de informação; disponibilização de internet wi-fi gratuita de alta velocidade em todo o terminal; revisão e melhoria do sistema de iluminação das vias de acesso de veículos aos terminais; revisão dos sistemas de climatização, escadas rolantes, esteiras rolantes, elevadores e esteiras para restituição de bagagens; correção de fissuras, infiltrações, manchas e desgastes na pintura de paredes, pisos e forros do terminal.

 

Etapas da concessão

Após a Anac aprovar o PTO, que deve levar em torno de 20 dias, encerra-se o primeiro estágio da concessão do Pinto Martins e tem início a segunda fase, chamada de operação assistida, com duração de pelo menos 70 dias. Neste segundo estágio, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) prossegue operando o Aeroporto de Fortaleza, mas com a condução da Fraport.

 

Neste caso, a concessionária alemã coordenará o Comitê de Transição com a colaboração dos principais agentes do Aeroporto. Nos estágios 1 e 2 da gestão compartilhada, as receitas e as despesas do Pinto Martins permanecem com a Estatal.

Segundo o contrato de concessão do Aeroporto, a terceira fase deverá ter início após os 70 dias do estágio 2, bem como a obtenção do Certificado Operacional Provisório adquirido pela concessionária. Esta fase, chamada de operação de transição, deverá ter duração mínima de três meses com possibilidade de prorrogação para até seis meses. Durante este estágio, a Fraport será responsável pela operação do Pinto Martins, assim como as receitas e as despesas. A função da Infraero será o de fornecer apoio demandado pela Fraport.

 

Sob sigilo

A Anac informou que não divulga o Plano enquanto este estiver em análise pela Agência e somente o tornará público quando ele for aprovado pelas autoridades. A Anac pode solicitar ajustes e esclarecimentos que julgar necessários. Procurada, a Fraport não se manifestou sobre o assunto, nem confirmou que o Plano teria sido enviado à Anac.

Fonte: ANAC

Decreto para relicitação de Viracopos sai em duas semanas, anuncia governo

Anúncio foi feito durante audiência pública em Brasília, nesta quinta-feira (28). Regulamentação de lei prevê suspensão dos pagamentos de outorga em caso de devoluções de concessões no transporte

 

O decreto com as regras para relicitações das concessões de aeroportos outros projetos de infraestrutura do transporte está pronto e deve ser assinado pelo presidente da República, Michel Temer (PMDB), em até duas semanas. O anúncio foi feito durante audiência pública na Câmara dos Deputados em Brasília (DF), na manhã desta quinta-feira (28), pelo secretário de Coordenação de Projetos do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI), Tarcísio Gomes de Freitas, ligado à Secretaria-Geral da Presidência da República.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Terminal do Aeroporto de Viracopos, em Campinas

 

A medida vai permitir a escolha de uma nova empresa para administrar o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). O processo pode demorar até um ano e meio e, neste período, não haverá reajustes extras nas tarifas aeroportuárias, informou o secretário.

 

Segundo Freitas, o decreto vai estipular as regras de transição até que o novo concessionário possa assumir o empreendimento. Entre as novidades previstas nele estará a assinatura de um termo aditivo ao atual contrato e que prevê suspensão dos pagamentos de outorga durante o processo de relicitação. Além disso, ele também vai definir os detalhes operacionais da transição.

 

A audiência da Comissão de Viação e Transportes ocorreu para discutir a situação do terminal no interior de São Paulo. A atual concessionária, Aeroportos Brasil Viracopos, decidiu no dia 28 de julho devolver a concessão ao governo por não conseguir pagar os valores da outorga.

 

O secretário negou a possibilidade de modificar o valor atual da outorga, de R$ 3,8 bilhões, ou renegociar prazos de pagamento estabelecidos na licitação vencida pela operadora de Viracopos. De acordo com Freitas, uma solução pode ser a atual concessionária encontrar novos sócios que possam injetar mais capital e evitar a relicitação do aeroporto.

 

O secretário explicou também que o pedido de relicitação apresentado pela Aeroportos Brasil em julho ainda não é válido. De acordo com ele, a empresa manifestou o interesse de devolver o aeroporto, contudo, deixou de apresentar documentos previstos na Lei 13.448/2017.

 

Se os problemas forem corrigidos, explica, o pedido será analisado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pelo Ministério dos Transportes. Só depois disso o CPPI tomará uma decisão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O secretário explicou também que o pedido de relicitação apresentado pela Aeroportos Brasil em julho ainda não é válido. De acordo com ele, a empresa manifestou o interesse de devolver o aeroporto, contudo, deixou de apresentar documentos previstos na Lei 13.448/2017.

 

Se os problemas forem corrigidos, explica, o pedido será analisado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pelo Ministério dos Transportes. Só depois disso o CPPI tomará uma decisão.

 

 

“A relicitação não é obrigatória. Isso é uma decisão do poder público. Não é o fato de a concessionária pedir a relicitação que ela obrigatoriamente tem que acontecer”, falou Freitas.

 

Se decisão do CPPI for pela escolha de uma nova concessionária, outro estudo de viabilidade será feito para considerar as atuais condições do mercado da aviação civil e os investimentos já concretizados no aeroporto. “Será um retrato do momento atual”, destacou o coordenador. Durante a audiência, a ABV garantiu que fará entrega de documentos que faltaram no pedido.

 

O deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) foi o autor do requerimento para realização da audiência pública e anunciou que a Comissão de Viação e Transporte da Câmara acompanhará o processo de relicitação de Viracopos. Entre os objetivos do grupo estão a continuidade dos investimentos na região de Campinas, e evitar a interrupção de serviços durante a transição entre contratos.

 

O diretor do Departamento de Políticas Regulatórias da Secretaria Nacional de Aviação Civil, Rogério Teixeira Coimbra, e o Secretário de Desenvolvimento Econômico de Campinas, André von Zuben, também participaram do debate realizado nesta manhã.

 

Devolução

A Aeroportos Brasil Viracopos (ABV) decidiu, em julho, devolver a concessão por onta das dificuldades financeiras e da frustração da demanda do fluxo de passageiros e de cargas.

 

De acordo com o departamento jurídico da ABV, até que o processo de relicitação seja concluído e um novo gestor assuma Viracopos, a concessionária continuará administrando o aeroporto e só vai sair depois que o novo consórcio pegar a concessão. No entanto, os investimentos previstos serão suspensos.

 

Dívida

Dados obtidos pelo G1 junto ao Serasa, em julho, mostram que Viracopos está com o nome sujo e havia 231 títulos protestados até aquele mês. Segundo a concessionária, desde então uma parte já foi renegociada, enquanto outra continua em tratativas. Os números não foram divulgados.

 

O principal fator que colocou em xeque a permanência da UTC e da Triunfo à frente de Viracopos foi a execução do seguro garantia pela Anac pelo não pagamento da outorga de 2016 (pagamento fixo previsto em contrato, assinado em 2012).

 

O órgão havia dado o prazo até dia 1º de agosto para o recebimento dos R$ 174 milhões referentes ao vencimento de 11 de julho do ano passado - as parcelas fixa e variável de 2017 também estão em atraso.

Fonte: G1 Por Dalton Almeida e Viviane Abreu, EPTV
(Fotos: Aeroportos Brasil Viracopos)

Empresas de Ground Handling, DECEA, concessionária e companhias aéreas implantam o programa de “Aeroporto - Tomada de Decisão Colaborativa” (A-CDM) em Guarulhos nos próximos 3 anos

Iniciativa está sendo liderada pelo DECEA e a Concessionária Administradora do Aeroporto de Guarulhos – GRU Airport e tem como objetivo melhorar o desempenho da gestão do tráfego aéreo. Bem como permitir a melhor previsibilidade de chegadas e partidas nos aeroportos, através de intercâmbio de informações operacionais oportunas e precisas

 

A quarta fase do Projeto A-CDM, sigla em inglês para “Aeroporto – Tomada de Decisão Colaborativa” começará a ser implantada no Aeroporto Internacional de São Paulo,-Guarulhos nos próximos 36 meses, de 2017 a 2020. O objetivo da ação é melhorar o desempenho da gestão da operacionalidade nos aeroportos, por intermédio da troca de informações precisas entre os parceiros participantes do projeto, permitindo uma tomada de decisão assertiva. A iniciativa envolve a administradora do aeroporto, GRU Airport, companhias aéreas e empresas auxiliares, entre outros. E conta como principal apoiador o DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).

 

A primeira etapa do processo de implantação do projeto começou em dezembro de 2016, com um amplo inventário e atribuição de responsabilidades para o fornecimento e processamento dos dados. Agora, começa a fase de implantação do projeto com a assinatura dos memorandos de intenção entre os parceiros participantes envolvidos.

 

Os conceitos norteadores do Projeto de A-CDM foram construídos pela EUROCONTROL, European Organization for the Safety of Air Navigation e busca, como principal objetivo, melhorar o processo de turnaround das aeronaves (tempo de permanência no solo entre o pouso até a nova decolagem), otimizando, assim, o uso da infraestrutura e dos recursos humanos e financeiros, que envolvem a operação tanto na fase terrestre quanto na aérea. Os benefícios do projeto visam reduzir os atrasos e melhorar a pontualidade, assim como levar ao aperfeiçoamento da aderência aos slots (alocação programada de hora e lugar para uma aeronave decolar ou pousar, autorizado por uma autoridade do aeroporto ou de tráfego aéreo) e à identificação precoce de problemas. O programa traz vantagens ambientais, tais como a redução de CO2 e ruídos na área do terminal e, um dos mais importantes aspectos, a utilização otimizada da infraestrutura aeroportuária.

 

Para Inri Grassi, Diretor Técnico-operacional da ABESATA (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo), trata-se de um momento histórico na aviação civil brasileira, com a adoção de um dos conceitos mais modernos e mais usados no mundo. O ganho para todos os envolvidos é muito significativo, não só em segurança operacional, mas também em vantagem competitiva. “Para as empresas auxiliares, por exemplo, ter informações antecipadas dos parceiros sobre voos em atraso, situações anormais, permitirá a manter uma operação muito mais eficiente em solo.”

 

Em todo Brasil, existem hoje 122 ESATAS (Empresas Auxiliares do Transporte Aéreo) e juntas geram 31.800 empregos diretos. Em todo mundo, 50% dos serviços auxiliares do transporte aéreo são realizados por empresas especializadas (ESATAs). No Brasil, ainda estamos em 30%. ​Mais informações em www.abesata.org

Fonte: ABESATA - Associação Brasileira das Empresas
de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo

Câmara aprova medida que flexibiliza pagamento de outorgas em aeroportos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BRASÍLIA - O plenário da Câmara aprovou nesta terça-feira, por 236 votos a

favor e 89 contra, a medida provisória (MP) que abre prazo de um ano para que os operadores de aeroportos já privatizados peçam a reprogramação do cronograma de pagamento das outorgas previstas nos contratos de concessão assinados até dezembro de 2016.

 

Pelos contratos, os concessionários precisam pagar anualmente ao governo uma parcela fxa que funciona como contrapartida ao direito de explorar os terminais, como Galeão (RJ), Guarulhos (SP) e Confns (MG).

 

Alguns operadores vinham alegando difculdades fnanceiras para pagar

as outorgas. Pediam à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para fexibilizar o programa de pagamento de outorgas acertado na época da privatização.

 

Como não foram apresentados destaques, a matéria seguirá para votação no Senado. Para o governo, a nova lei vai permitir às concessionárias a reorganização de seu fuxo de caixa. Isso, argumentam os técnicos, vai garantir a realização dos investimentos programados e a melhoria da qualidade dos serviços prestados.

Fonte: O Globo

Grupo chinês assume como principal acionista do Aeroporto do Galeão

A ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou, nessa terça-feira (19/9), o pedido para a modificação da composição acionária do grupo controlador do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, Riogaleão. A chinesa Hainan HNA Infrastructure, conhecida como HNA, assume como principal acionista no lugar da Odebrecht, com 51% das ações privadas do consórcio, que conta com a participação de 49% da Infraero.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para a análise do processo, a concessionária teve que comprovar para a Anac o cumprimento dos requisitos de qualificação jurídica, fiscal e econômica da empresa chinesa, bem como o compromisso de cumprir todas as cláusulas do contrato de concessão.

 

Com a aprovação pela agência, cabe à HNA assinar o termo aditivo para formalizar a entrada no consórcio. O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), no início de agosto, deu parecer favorável para a entrada da empresa chinesa no aeroporto.

 

A Riogaleão também foi autorizada a reprogramar o pagamento das contribuições fixas anuais (outorga fixa) dos próximos anos. Com isso, a concessionária vai antecipar o pagamento de cerca de R$ 1,9 bilhão, em duas parcelas a serem pagas em dezembro de 2017 e junho de 2018, respectivamente. Com isso, o consórcio terá uma carência de quatro anos no pagamento da parcela fixa anual e um aumento gradativo nos anos seguintes.

 

Além disso, o novo acionista precisará quitar a parcela pendente referente à outorga fixa de 2017, no valor de cerca de R$ 971 milhões, acrescido de juros e multa moratória.

 

Também nessa terça-feira, a diretoria da Anac aprovou o pedido de alteração do contrato de concessão do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo (SP). O pedido do consórcio foi para alterar os pagamentos de outorga fixa anual, assim como fez o grupo Riogaleão.

 

Com a aprovação do pedido, a GRU Airport, concessionária do aeroporto, vai antecipar o pagamento de R$ 319,6 milhões, além de quitar o valor pendente de mais de R$ 883 milhões – acrescidos de juros moratórios – referentes à outorga de 2017.

 

A possibilidade de celebrar aditivos contratuais relativos às outorgas nos contratos de parceria no setor portuário está prevista na Portaria nº 135 do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil e na MP 779, enviada ao Congresso Nacional.

Fonte: Agência CNT de Notícias

Novo biocombustível derivado da Cana de Açúcar

New Jet Biofuel Derived from Oil-producing Sugarcane

A new jet biofuel feedstock developed by researchers at the University of Illinois could produce up to 15 times more jet fuel per hectare than soybeans, according to the scientists. If grown on 23 million acres of now-marginal land in the U.S. Southeast, it could supply 65 percent of U.S. jet-A consumption, they said.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Funded by the Advanced Research Projects Agency for Energy, the university’s “Plants Engineered to Replace Oil in Sugarcane and Sweet Sorghum” project has developed a sugarcane that produces, instead of sugar, an oil called lipidcane that can be directly converted to jet-A. At the plant’s 20 percent theoretical maximum level of oil, all of its sugar would be replaced by oil and would thus produce 15 times more jet fuel compared with soybeans.

 

Researchers are now engineering the oil-producing sugarcane to be more cold-tolerant than regular sugarcane so it can be grown on marginal land not used for agriculture. They estimate lipidcane-derived jet biofuel would cost $5.31 per gallon. While this is lower than most reported prices for oil crop-derived renewable jet fuel, it is $3.52 per gallon more than the current $1.79 composite jet fuel price for Chicago, Houston, Los Angeles and New York reported by the Argus U.S. Jet Fuel Price Index.

Fonte: AINonline - Chris Kjelgaard

XTI terá lançamento inédito na NBAA-BACE 2017

XTI to launch TriFan 600 at NBAA with one third-scale mock-up

XTI Aircraft will formally launch the TriFan 600 vertical take-off and landing (VTOL) aircraft at the National Business Aviation Association convention and exhibition in October, where it plans to unveil a one-third-scale mock-up of the new design.

 

"This will be our first public outing at a business aviation event," says XTI chief executive Robert LaBelle of the largest annual industry gathering that will be held from 10-12 October in Las Vegas. "We made a brief appearance at the Paris air show in June with a small model of the TriFan, and got an amazing response. At NBAA we hope to increase awareness of this revolutionary product."

 

The start-up, based in Denver Colorado, began developing the TriFan in 2013, with the aim of creating an aircraft with business jet-like speed and the take-off and landing performance of a helicopter.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

XTI Aircraft

 

The six-seat type was originally designed with two Honeywell HTS900 twin-turboshaft engines, gearboxes and driveshafts, but XTI switched to hybrid-electric propulsion and a smaller single turbofan earlier this year in an effort to reduce the TriFan's weight and production costs. It has teamed with US engineering firm Bye Aerospace to develop the new system, which will have a turbine-driven generator, batteries and motor.

 

Finance for the project is being drawn from XTI founder and chairman David Brody, private equity investors and crowd-funding stakeholders.

 

LaBelle will not disclose how much XTI has raised so far across its funding initiatives, but he admits the money secured has enabled the company to make "great strides in the engineering effort" and in developing the first flying prototype, which XTI plans to fly in around 12 months. "To make best use of the funding, this will be a 60% scale aircraft," says LaBelle. "A full-scale prototype will enter the flight test programme within two years."

 

LaBelle calls the TriFan "a major breakthrough in aviation and air travel".

 

The six-seat type has a projected speed of 300kt (555km/h), a range in VTOL mode of 670nm (1,240km), and 1,200nm in conventional take-off and landing mode.

 

In June XTI, secured a launch customer for the TriFan following an order for three units from what LaBelle describes as a "globally recognised international operator". The company, which may be umasked at NBAA, intends to use its aircraft for cargo, VIP and utility missions, says LaBelle.

Fonte: Flight International - Kate Sarsfield

Conheça o jato executivo mais caro do mundo, que custa R$ 200 milhões

Avaliado em R$ 200 milhões e capaz de ultrapassar 1000 km/h, o jato executivo Global 6000 encanta pelo estilo e pelo que oferece aos seus tripulantes. A aeronave é capaz de viajar sem paradas para abastecimento de São Paulo a Madrid, na Espanha. Saiba mais!

Fabricantes de aviões executivos estão mais otimistas com sinais de melhora da economia

Assista ao vídeo da Globo News com Gustavo Teixeira (diretor de vendas da Embraer) e Rodrigo Pessoa (vice-presidente de vendas da Dassault).

Setor de aviação executiva prevê recuperação

Retomada do segmento, contudo, deve ser lenta; vendas caíram até 90% nos últimos dois anos.

Setor de aviação executiva prevê recuperação após ter ficado praticamente parado nos últimos dois anos

O mercado de aviação executiva no Brasil começa a sentir os primeiros sinais de recuperação, ainda que de forma lenta. Um dos termômetros é a presença de um maior número de aeronaves na LABACE, maior feira do setor da América Latina, que termina hoje em São Paulo.

Agropecuária alavanca as vendas do setor de aviação executiva

Por outro lado, as indústrias da construção civil e de óleo e gás praticamente deixaram de ser clintes. (exclusivo para assinates do site Exame)

Termina hoje a LABACE, maior feira de aviação executiva da América Latina

Termina hoje (17/08) a LABACE, maior feira de aviação executiva da América Latina, a segunda maior do mundo. Com 130 marcas e 47 aeronaves expostas, a 14ª LABACE vem sendo um sucesso, segundo os expositores.

LABACE termina nesta quinta-feira, dia 17 de agosto

Mais de 130 marcas expostas e uma área estática com 47 aeronaves; maiores players da aviação mundial estão na feira.

Setor de aviação executiva prevê recuperação

Após ter ficado praticamente parado nos últimos dois anos, o mercado de aviação executiva no Brasil começa a sentir os primeiros sinais de recuperação, ainda que de forma lenta. Um dos termômetros é a presença de um maior número de aeronaves na LABACE, maior feira do setor da América Latina, que termina hoje em São Paulo.

LABACE termina nesta quinta-feira, no início da noite

A maior feira de aviação executiva da América Latina e a 2a do mundo teve participação de 130 marcas e exposição de 47 aeronaves. Termina logo mais às 19 horas, a 14ª LABACE, maior feira de aviação executiva da América Latina, a segunda maior do mundo. Com 130 marcas e 47 aeronaves expostas, a feira alcançou amplo sucesso, segundo os expositores.

Mercado de jatos reascende após a crise

O exclusivo mercado de jatos executivos viu uma oportunidade para não deixar encolher um nicho que é pequeno por natureza: investir em clientes dispostos a comprar aviões menores.

Veja destaques da LABACE, maior feira de aviação executiva da América Latina

O Falcon 8X é o mais recente lançamento da francesa Dassault. O jatinho avaliado em US$ 57,5 milhões (R$ 181 milhões) pode voar de São Paulo a Moscou sem escalas.

Jatos executivos em exposição em SP têm caviar, cama e Netflix a bordo

Maior feira de aviação executiva da América Latina, a LABACE reúne no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, alguns dos mais luxuosos jatos e helicópteros executivos do mundo. São cerca de 45 aeronaves em exposição.

São Paulo recebe maior feira de aviação executiva da América Latina

Após auge da crise financeira, setor vive a expectativa da retomada do crescimento e enxerga no evento a oportunidade de novos negócios.

LABACE '17 Opens with Calls for 'Resilience and Recovery'

LABACE 2017 opened with declarations of the resilience and recovery of the Brazilian business avation market. The star of show, the principal ribbon-cutter, was the founder of Embraer, Ozires Silva, still a visionary at 86 years of age. Speaking of Embraer just before the opening he told AIN, “The reality has exceeded the dream.”

LABACE 2017 começa amanhã com grande cerimônia de abertura

Mais uma vez a LABACE será realizada no Aeroporto de Congonhas (com acesso pela Avenida Washington Luís, altura do número 6000), com área estática para exposição de aeronaves, e a área interna com estandes, para as empresas do setor apresentarem as novidades ao mercado.

LABACE 2017 começa nesta terça-feira com 47 aeronaves

Feira é a segunda maior do mundo e, para esta edição, contará com 47 aviões e helicópteros expostos.

LABACE 2017 começa amanhã com cerimônia de abertura, além de autoridades políticas e aeroportuárias

Começa amanhã (15/08) a Latin American Business Aviation Conference & Exhibition, também conhecida como LABACE, a maior feira de aviação executiva da América Latina. Em sua 14ª edição, a feira terá 47 aeronaves expostas e mais de 130 marcas no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (Avenida Washington Luís, altura do número 6.000).

Feira de aviação LABACE começa nesta terça-feira (15)

Na sua 14º edição, a feira terá 47 aeronaves expostas e mais de 130 marcas no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

LABACE 2017 começa amanhã, às 10h30, e cerimônia de abertura traz autoridades políticas e aeroportuárias

Entre as autoridades aeroportuárias estão, além do presidente da Infraero, o presidente do Conselho Administrativo da ABAG, Leonardo Fiuza, presidente do Galeão, Luiz Rocha, o secretario nacional da Aviação Civil, Dario Rais Lopes e Ricardo Bezerra, diretor da ANAC.

LABACE 2017 começa amanhã com grande cerimônia de abertura

Começa amanhã (15.08) a LABACE (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), maior feira de aviação executiva da América Latina. Em sua 14a edição, a feira terá 47 aeronaves expostas e mais de 130 marcas no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (Avenida Washington Luís, altura do número 6.000).

Na 14a edição, LABACE 2017 começa nesta terça, 15 de agosto

A cerimônia de abertura terá inicio às 10h30 no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo; exposição das 47 aeronaves será a partir das 12h. A LABACE (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), maior feira de aviação executiva da América Latina e segunda do mundo começa nesta terça a sua 14ª. edição. A feira funcionará nos dias 15, 16 e 17 de agosto.

Crise reduz frota de aeronaves

Assim como outros setores da economia nacional que foram afetados pela crise, o segmento da aviação geral (serviços não operados pelas companhias aéreas) enfrentou um encolhimento de 0,27% em sua frota no ano passado, de 15.290 aeronaves disponíveis em 2015 para 15.249 unidades em 2016. Ainda que pequena, a redução da frota reflete o desempenho da economia já que boa parte do setor utiliza essas aeronaves para se locomover a negócios.

Infraero abre licitação para construção de megaloja em área da LABACE em Congonhas

Se o negócio se concretizar, maior feira de aviação de negócios da América Latina perderá parte do espaço que ocupa hoje e terá de se reestruturar.

LABACE terá recorde de aeronaves expostas neste ano

"Esse ano, teremos o maior número de aeronaves da história da feira", confirmou o presidente da Abag e da Tam Aviação Executiva, Leonardo Fiuza. Na última edição, em 2016, foram mais de 40 aeronaves, entre aviões, helicópteros, jatos e outros. Para este ano, serão 45.

Licitação de "megaloja" em CGH não deve afetar LABACE

Antigo espaço que abrigava a Vasp, a esquina da Avenida Washington Luiz com a Rua Tamoios pode se tornar uma 'megaloja' anexa ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A licitação da Infraero, no entanto, não deve afetar a localização da feira LABACE, realizada justamente naquela área, caso a concessão realmente saia do papel.

LABACE To Mark 15th Anniversary Amid Economic Turmoil

The Latin American Business Aviation Conference and Exhibition (LABACE), to be held Aug. 15-17 in Sao Paulo, will celebrate its 15th year amid a “schizophrenic” business aviation market, an analyst ...

LABACE celebra seus 15 anos com canal de TV

Mais que apresentar as tendências e os lançamentos da aviação executiva, a LABACE – considerada a maior feira do setor na América Latina, que acontece entre os dias 15 e 17/08 – no Aeroporto de Congonhas, inova mais uma vez. E para comemorar seus completar 15 anos, a organização do evento criou a TV LABACE, em parceria com o empresário e apresentador paulista Otavio Neto – que comandará o canal de televisão para apresentar as novidades e os bastidores do evento.

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